Faça o melhor Churrasco de Hambúrguer

Quando se trata de churrasco, todos querem a mesma coisa: que a carne esteja macia e  suculenta. Hambúrguer é uma opção que pode reunir estas duas qualidades. Você pode optar pelo hambúrguer congelado, entretanto, o feito em casa é muito mais saboroso e confiável. Esta receita abaixo rende hambúrgueres deliciosos, gostaria de tentar?

 

Enquanto aquece a grelha de sua churrasqueira, prepare os hambúrgueres. Coloque a carne moída em uma assadeira limpa. Faça uma abertura central (conforme a foto) e coloque aí a cebola picada, o alho em pó e o molho inglês misturado com shoyu. Caso você aprecie, termine com um pouco de pimenta do reino. Antes de acrescentar sal é aconselhável experimentar.

hamburguer evol passo 2hamburguer evol passo 1

• aromas diferentes: Para um sabor diferenciado, acrescente ingredientes como ervas frescas picadas, molho barbecue, cubos de queijo, azeitonas pretas, tomates secos, bacon crocante, cogumelos.

Misture tudo muito bem.
Divida a carne em porções, faça uma bolinha. Use as mãos para achatar delicadamente cada porção. Tente não compactar a carne.

Grelhe os hambúrgueres por 2-3 minutos de cada lado, para hambúrgueres mal-passados,  3-4 minutos para o “ao ponto” ou 5-6 minutos para o bem-passado. No último minuto de cozedura, coloque uma fatia de queijo no topo de cada hambúrguer.

Coberturas adicionais: tomate, alface, bacon crocante, abacate, cogumelos salteados, maionese, ketchup.

O que você precisa

ingredientes:

1 quilo de carne moída
1 cebola média, finamente picado
2 colheres de chá de molho inglês
2 colheres de chá de molho de soja (shoyu)
1 colher de chá de alho em pó
pimenta do reino
fatias finas de queijo (opcional), como cheddar, suíço, *muçarela. 
pães de hambúrguer

 

(*) A grafia correta é muçarela, com cê-cedilha. Achou estranho e até mesmo feio? Mas gostando ou não, é assim que a palavra está registrada no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, o VOLP, publicado pela Academia Brasileira de Letras.
Muçarela deve ser escrita com cê-cedilha e nós vamos te explicar o porquê. Quando o nosso sistema gráfico foi criado em 1943, convencionou-se que, nas palavras estrangeiras aportuguesadas, o fonema /ce/ diante das vogais “a”, “o” e “u” deveria ser grafado com cê-cedilha, tal qual “ça”, “ço” e “çu”. Portanto, se escrevemos paçoca, miçanga, açaí e açúcar, todas de origem estrangeira, por que então escrever muçarela com dois ‘s’? Eis a questão. 

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Meu pai – “O rei do churrasco”

 

Se as memórias são ligadas aos cheiros, e acredito que sim, então há uma vida inteira que pode ser contada cada vez que acendemos a churrasqueira.

Fui convidada para a inauguração do resplandecente “espaço gourmet” na casa do meu filho mais velho no final de semana passada. Netos, filhos, noras e no centro de tudo uma boa churrasqueira a gás. Extasiada com o resultado delicioso e tão limpo, não pude deixar de lembrar do meu pai brigando com o carvão que teimava em queimar nosso almoço, não sempre, mas o suficiente para fazê-lo repetir sua célebre frase: “Como prefere seu bife queimado?”

Um pilar de fumaça da velha churrasqueira lá de casa, subia pelos ares todas as manhãs de domingo. O churrasco era lei imposta pelo meu grande herói, meu pai, que autointitulava-se “O Rei do Churrasco.”

Nessa época não se falava sobre os malefícios que a fumaça do carvão pode exercer sobre nós, e tão pouco se imaginava que o carvão libera alcatrão e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos…soubesse disso, talvez meu pai teria se tornado “O Rei do Espaguetti.”

Algo para todos

Para meu pai, o churrasco sempre ia muito além dos aromas mais suculentos conhecidas pelo homem mortal. Ele acreditava no lema “Churrasco une as pessoas.” É uma noção infantil, eu sei, mas ele imaginava todos nós, sentados em torno de uma grande mesa, comungando e ansiosos pelo churrasco perfeitamente executado. Iríamos comer e festejar, todos ostentando um pouco de molho de maionese em nosso rosto e um agradável sentimento de satisfação profunda em nossas barrigas.

Nós, as crianças, não compreendíamos porque, já logo após o café da manhã, lá estava meu pai acendendo a churrasqueira –  e o cutucávamos “o pai está com pressa”, e ele nós respondia sabiamente (e porque é verdade) “qualquer coisa que vale a pena fazer nesta vida, vale a pena fazer lentamente – acender as brasas, assistir o fogo vindo à vida, e as nuvens de fumaça subindo aos céus.”

Na verdade, havia uma alegria simples naquele ritual dominical. Para meu pai que escolheu o caminho cênico para o almoço em família,  a fumaça, para melhor ou para pior, fazia parte e todos em casa devíamos nos alegrar com isso.

Esta alegria para com o churrasco e fuligem deveria ser espalhada e recebida de forma imparcial. Nem todos correspondiam. Lembro minha mãe resmungando pela casa…correndo e fechando as janelas…varrendo e espanando os pozinhos pretos que cobriam as superfícies.

Entre a eventual carne queimada, as reclamações da mamãe e a fumaça subindo suavemente, meu pai encontrava poesia nas chamas e na comunhão das brasas, onde o churrasco era a causa de todo contentamento.

Muito tempo se passou. Ficaram as lembranças do meu saudoso pai, do almoço em família, onde tios, primos tinham tantas novidades para contar.

Hoje, as conversas são antecipadas pelos Whatsapps, Facebooks, e-mails e aquelas brasas, instáveis e caprichosas, que exigiam cuidados constantes, deram lugar à uma moderna churrasqueira a gás que promete, e consegue, ser espetacular. Meu pai certamente adoraria exercer suas habilidades de “chef” churrasqueiro com uma previsível e controlável chama. Minha mãe agradeceria.

 

 

Agradecemos a este e-mail inspirador enviado por Dinah Avezzani  –  mãe de um consumidor Evol – e pela oportunidade de publicá-lo. 

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