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	<title>Portal Evangélicos OnLine &#187; Estórias</title>
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		<title>Quando tudo for pedra, a tire a primeira flor</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 01:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando tudo parecer caminhar errado, seja você a tentar o primeiro passo certo; Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz, traga para a treva, você primeiro, a pequena lâmpada; Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso; talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tudo parecer caminhar errado, seja você a tentar o primeiro passo certo;<br />
Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz, traga para a treva, você primeiro, a pequena lâmpada;<br />
Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso; talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de um coração que compreenda, de braços que confortem;<br />
Se a vida inteira for um imenso não, não pare você na busca do primeiro sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir-se;<br />
Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho, seja o primeiro a ensinar, começando por aprender você mesmo, corrigindo-se a si mesmo;<br />
Quando alguém estiver angustiado à procura, consulte bem o que se passa , talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja;<br />
Daí, portanto, o seu deve ser o primeiro a aparecer, o primeiro a mostrar-se, primeiro que pode ser o único e , mais sério ainda, talvez o último;<br />
Quando a terra estiver seca, que sua mão seja a primeira a regá-la;<br />
Quando a flor se sufocar na urze e no espinho, que sua mão seja a primeira a separar o joio, a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor;<br />
Se a porta estiver fechada, de você venha a primeira chave;<br />
Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a primeira proteção e primeiro abrigo;<br />
Se o pão for apenas massa e não estiver cozido, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento;<br />
Não atire a primeira pedra em quem erra. De acusadores o mundo está cheio; nem, por outro lado, aplauda o erro; dentro em pouco, a ovação será ensurdecedora;<br />
Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu; sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido; seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém;<br />
Quando tudo for espinho, atire a primeira flor; seja o primeiro a mostrar que há caminho de volta, compreendendo que o perdão regenera, que a compreensão edifica, que o auxílio possibilita, que o entendimento reconstrói.<br />
Atire você, quando tudo for pedra, a primeira e decisiva flor.</p>
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		<title>O espinho e a rosa</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 01:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou. Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou, &#8220;Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?&#8221; Entristecido por este pensamento, ele se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou. Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou, &#8220;Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?&#8221;</p>
<p>Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu. Assim é com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas. Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.</p>
<p>Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre.</p>
<p>Nós nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas.</p>
<p>Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas. Esta é a característica do amor &#8212; olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.</p>
<p>Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.</p>
<p>Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.</p>
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		<title>A Segunda Milha?</title>
		<link>http://www.evol.com.br/a-segunda-milha</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 23:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Certa mulher, muito devota, vindo a saber que o seu vizinho era crente, mandou-lhe avisar que era favor não passar pela calçada de sua casa. Aquele homem que era um médico, fiel servo de Deus, e respeitador dos direitos de outrem, prontamente atendeu seu pedido. Dia após dia, ao sair, descia o passeio e somente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Certa mulher, muito devota, vindo a saber que o seu vizinho era crente, mandou-lhe avisar que era favor não passar pela calçada de sua casa.<br />
Aquele homem que era um médico, fiel servo de Deus, e respeitador dos direitos de outrem, prontamente atendeu seu pedido.<br />
Dia após dia, ao sair, descia o passeio e somente lá adiante, depois de haver passado a casa da vizinha, tornava a andar pela calçada.<br />
Passaram-se os meses e pouco mais de um ano depois, aquela mulher caiu gravemente doente, de um câncer.<br />
Começou logo seu tratamento, porém ainda que os médicos por ela chamados fossem os mais competentes, o mal se lhe tornava cada vez mais atormentador e incurável, até que nenhum médico pôde dar solução e assim foi desenganada.<br />
Em face desta situação, o esposo e outros parentes insistiram com ela que permitisse ou aceitasse chamar o médico vizinho para vê-la, ao que ela se opunha, por ser ele crente.<br />
Contudo, dada a insistência e a situação em que se encontrava, permitiu chamá-lo. Atendendo ao chamado começou aquele médico o melindroso tratamento.<br />
Meses depois, parecia um milagre, aquele médico atestava-lhe perfeito restabelecimento.<br />
Estando restabelecida, aquela mulher perguntou ao médico quanto devia ser a conta, ao que ele respondeu que era uma grande soma, e que ela só poderia pagar-lhe em mais de uma prestação.<br />
Assustada com isto, insistiu aquela mulher: mas, quanto é? E o médico depois de alguns momentos de silêncio e reflexão disse: A conta é a seguinte &#8211; &#8220;Quero pedir que a senhora dê-me a permissão de passar pela calçada da sua casa.&#8221;<br />
Envergonhada e profundamente emocionada por essa tão cristã atitude, aquela mulher, em lágrimas, confessou o seu erro e pediu-lhe perdão, vindo a se converter ao evangelho, dias depois!</p>
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		<title>O que faz o medo</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 23:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, a qual haviam gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue. Nesta sala ele os fazia ficar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.<br />
Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, a qual haviam gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.<br />
Nesta sala ele os fazia ficar em circulo, e entao dizia: &#8220;vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e por mim lá serem trancados&#8221;.<br />
Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros.<br />
Ao termino da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei,disse-lhe:<br />
- Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?<br />
- Diga, soldado.<br />
- O que havia por de trás da assustadora porta?<br />
- Vá e veja.</p>
<p>O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vao adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade.<br />
O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:<br />
- Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta.<br />
- Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?<br />
- Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?</p>
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		<title>Amor em família</title>
		<link>http://www.evol.com.br/amor-em-familia</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 23:52:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa, jogavam bolinhas de gude. Quando Júlio o menino mais novo disse ao irmão Ricardo: - Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca quero me separar de você! Ricardo sem dar muita importância ao que Júlio disse, pergunta: - O que deu em você moleque? Que conversa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa, jogavam bolinhas de gude.<br />
Quando Júlio o menino mais novo disse ao irmão Ricardo:<br />
- Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca quero me separar de você!<br />
Ricardo sem dar muita importância ao que Júlio disse, pergunta:<br />
- O que deu em você moleque? Que conversa besta é essa de amar? Quer calar a boca e continuar jogando?<br />
E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer.<br />
A noite o senhor Jacó, pai dos garotos chegou do trabalho, estava exausto e muito mal humorado, pois não havia conseguido fechar um negócio importante.<br />
Ao entrar Jacó olhou para Júlio que sorriu para o pai e disse:<br />
- Olá papai, eu te amo muito e não quero nunca me separar do senhor!<br />
Jacó no auge de seu mal humor e stress disse:<br />
- Júlio, estou exausto e nervoso, então por favor não me venha com besteiras!<br />
Com as palavras ásperas do pai, Júlio ficou magoado e foi chorar no cantinho do quarto.<br />
Dona Joana, mãe dos garotos sentindo a falta do filho foi procura-lo pela casa, até que o encontrou no cantinho do quarto com os olhinhos cheios de lágrimas.<br />
Dona Joana espantada começou a enxugar as lágrimas do filho e perguntou:<br />
- O que foi Júlio, porque choras?<br />
Júlio olhou para a mãe, com uma expressão triste e lhe disse:<br />
- Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca me separa da senhora!<br />
Dona Joana sorriu para o filho e lhe disse:<br />
- Meu amado filho, ficaremos sempre juntos!<br />
Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi se deitar.<br />
No quarto do casal, ambos se preparando para se deitar, Dona Joana pergunta para seu marido Jacó:<br />
- Jacó, o Júlio está muito estranho hoje, não acha?<br />
Jacó muito estressado com o trabalho disse a esposa:<br />
- Esse moleque só está querendo chamar a atenção&#8230; Deita e dorme mulher!<br />
Então todos se recolheram e todos dormiam sossegados.<br />
As 2 horas da manhã, Júlio se levanta vai ao quarto de seu irmão Ricardo e fica observando o irmão dormir&#8230;<br />
Ricardo incomodado com a claridade acorda e grita com Júlio:<br />
- Seu louco, apaga essa luz e me deixa dormir!<br />
Júlio em silencio obedeceu o irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais&#8230;<br />
Chegando ao quarto de seus pais acendeu a luz e ficou observando seu pai e sua mãe dormirem.<br />
O senhor Jacó acordou e perguntou ao filho:<br />
- O que aconteceu Júlio?<br />
Júlio em silencio só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao pai que nada havia ocorrido.<br />
Então o senhor Jacó irritado perguntou a Júlio:<br />
- Então o que foi moleque?<br />
Júlio continuou em silencio.<br />
Jacó já muito irritado berrou com Júlio:<br />
- Então vai dormir seu doente!<br />
Júlio então apagou a luz do quarto se dirigiu ao seu quarto e se deitou.<br />
Na manhã seguinte todos se levantaram cedo, o senhor Jacó iria trabalhar, a dona Joana levaria as crianças para a escola e Ricardo e Júlio iria a escola&#8230; Mas Júlio não se levantou.<br />
Então o senhor Jacó que já estava muito irritado com Júlio, entra bufando no quarto do garoto e grita:<br />
- Levanta seu moleque vagabundo!<br />
Júlio nem se mexeu.<br />
Então Jacó avança sobre o garoto e puxa com força o cobertor do menino com o braço direito levantado pronto para lhe dar um tapa quando percebe que Júlio estava com os olhos fechados e que estava pálido.<br />
Jacó assustado colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pode notar que seu filho estava gelado.<br />
Desesperado Jacó gritou chamando a esposa e o filho Ricardo para ver o que havia acontecido com Júlio&#8230;<br />
Infelizmente o pior. Júlio estava morto e sem qualquer motivo aparente.<br />
Dona Joana desesperada abraçou o filho morto e não conseguia nem respirar de tanto chorar. Ricardo Desconsolado segurou firme a mão do irmão e só tinha forças para chorar também.<br />
Jacó em desespero soluçando e com os olhos cheios de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio. Jacó então pegou o pequeno pedaço de papel e havia algo escrito com a letra de Júlio.<br />
&#8221; Outra noite Deus veio falar comigo através de um sonho, disse a mim que apesar de amar minha família e dela me amar, teríamos que nos separar. Eu não queria isso, mas Deus me explicou que seria necessário. Não sei o que vai acontecer mas estou com muito medo.<br />
Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa:<br />
Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão.<br />
Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo.<br />
Papai, o senhor de tanto trabalhar se esqueceu de viver.<br />
Eu amo todos vocês!</p>
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		<title>O Ensinamento do Ancião</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 23:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estórias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://200.219.213.63/~evol/?p=682</guid>
		<description><![CDATA[Certo dia, um jovem muito preocupado visitou um ancião que vivia solitário. O rapaz disse: - Leio muitos textos santos e gostaria de decorar todos e guardar essas boas palavras, mas não consigo. Logo me esqueço da maioria delas. Há sentido em continuar lendo? Como resposta o ancião ordenou: - Pegue esse cesto de vime [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certo dia, um jovem muito preocupado visitou um ancião que vivia solitário. O rapaz disse:<br />
- Leio muitos textos santos e gostaria de decorar todos e guardar essas boas palavras, mas não consigo. Logo me esqueço da maioria delas. Há sentido em continuar lendo?<br />
Como resposta o ancião ordenou:<br />
- Pegue esse cesto de vime e vá buscar água da fonte que está atrás da casa. O jovem perguntou se ele tinha escutado sua pergunta. De má vontade, ele pegou o cesto e foi à fonte.<br />
Quando voltou, a água obviamente havia escorrido.<br />
- Mais uma vez, &#8211; disse o ancião, e o jovem obedeceu.<br />
Ele teve de ir a terceira, a quarta até a nona vez.<br />
- Este homem está provando minha obediência &#8211; pensou ele &#8211; e certamente ele responderá a minha pergunta.<br />
Cada vez que enchia o cesto d&#8217;água, imediatamente a água vazava.<br />
Finalmente o velho disse: &#8211; Agora olhe bem para o cesto. Ele está limpo.<br />
A mesma coisa acontece com as palavras do livro santo. Quando você as lê e nelas medita, não pode reter todas, elas apenas passam por sua mente, e você pensa que seu esforço é vão.<br />
Mas sem que você se dê conta, elas formam e aclaram seus pensamentos. Dessa maneira o seu interior também se limpa.</p>
<p>Hoje a Palavra de Deus está limpando o seu interior, mudando os seus pensamentos, transformando a sua vida? ela tem sido a sua força e o seu fundamento? Deus tem falado com você por meio da Bíblia? Estas perguntas tem quer ser positivas para que a Palavra esteja limpando como a água a sua vida, pela Palavra, pois Jesus é a água viva.</p>
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		<title>Supermercado do Céu</title>
		<link>http://www.evol.com.br/supermercado-do-ceu</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 23:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estórias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://200.219.213.63/~evol/?p=681</guid>
		<description><![CDATA[Há muito tempo, andava eu pela estrada da vida. Um dia vi um letreiro que anunciava &#8220;SUPERMERCADO DO CÉU&#8221;. Aproximei-me. Chegando perto, uma porta se abriu. Sem me dar conta, lá estava eu, dentro, de pé. Vi um exército de anjos, anjos por toda parte. Um me deu a cesta, e disse: &#8211; Filho, faça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo, andava eu pela estrada da vida.<br />
Um dia vi um letreiro que anunciava &#8220;SUPERMERCADO DO CÉU&#8221;. Aproximei-me.<br />
Chegando perto, uma porta se abriu. Sem me dar conta, lá estava eu, dentro, de pé.<br />
Vi um exército de anjos, anjos por toda parte. Um me deu a cesta, e disse: &#8211; Filho, faça bem suas compras! E o que não puderes carregar, poderás buscar outro dia.<br />
Tudo o que um cristão merecia estava ali.<br />
Eu não perdi tempo e comecei a circular pelo Supermercado. Primeiro comprei PACIÊNCIA e CARIDADE que estavam na mesma seção.<br />
Mais à frente, havia COMPREENSÃO. Peguei um pacote. Depois voltei e peguei mais, porque a gente sempre precisa dela. Comprei, ainda, uma caixa de SABEDORIA e três de FÉ.<br />
Vi uma luz vindo do alto das prateleiras. Detive-me a contemplá-la. Era o ESPÍRITO SANTO. Ele enchia tudo. A SALVAÇÃO era gratuita e acabei pegando bastante, para mim e para você.<br />
Com minha cesta quase cheia dirigi-me ao caixa para pagar a conta; tinha o necessário para fazer a vontade de Deus.<br />
Enquanto passava pelos corredores, vi ORAÇÃO , coloquei-a na cesta, pois sabia que lá fora iria encontrar o pecado. No caminho do caixa, havia balaios com CANTOS e LOUVORES. Peguei vários de ambos.<br />
Chegando minha vez no caixa, um anjo passou todas as mercadorias.<br />
Feitas as somas, perguntei : &#8211; Quanto devo ?<br />
O anjo olhou para mim e sorriu.Disse-me para levar tudo aquilo por onde eu andasse. E acrescentou : &#8211; FILHO, JESUS PAGOU A SUA CONTA HÁ MUITO TEMPO, NO MONTE CALVÁRIO ! FAÇA BOM USO DE SUAS COMPRAS.<br />
VÁ EM PAZ E VOLTE SEMPRE !</p>
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		<title>Concurso de pintura</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 23:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Certa vez, houve um concurso de pintura e o primeiro lugar seria dado ao quadro que melhor representasse a paz. Ficaram, dentre muitos, três finalistas igualmente empatados. O primeiro retratava uma imensa pastagem, com lindas flores e borboletas que bailavam no ar, acariciadas por uma brisa suave. O segundo mostrava pássaros a voar sob nuvens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez, houve um concurso de pintura e o primeiro lugar seria dado ao quadro que melhor representasse a paz.<br />
Ficaram, dentre muitos, três finalistas igualmente empatados.<br />
O primeiro retratava uma imensa pastagem, com lindas flores e borboletas que bailavam no ar, acariciadas por uma brisa suave.<br />
O segundo mostrava pássaros a voar sob nuvens brancas, como a neve em meio ao azul anil do céu.<br />
O terceiro mostrava um grande rochedo, sendo açoitado pela violência das ondas do mar, em meio a uma tempestade estrondosa e cheia de relâmpagos.<br />
Mas para surpresa e espanto dos finalistas, o escolhido foi o terceiro quadro, o que retratava a violência das ondas contra o rochedo.<br />
Indignados, os dois pintores que não foram escolhidos, questionaram o juiz que deu o voto de desempate:<br />
- Como este quadro tão violento pode representar a paz, Sr. Juiz?<br />
E o juiz, com uma serenidade muito grande no olhar, disse:<br />
- Vocês repararam que em meio à violência das ondas e à tempestade há, numa das fendas do rochedo, um passarinho com seus filhotes dormindo tranqüilamente?<br />
E os pintores sem entender responderam: sim, mas&#8230;<br />
Antes que eles concluíssem a frase, o juiz ponderou:<br />
- Caros amigos, a verdadeira paz é aquela que mesmo nos momentos mais difíceis nos permite repousar tranqüilos.<br />
Talvez muitas pessoas não consigam entender como pode reinar a paz em meio à tempestade, mas não é tão difícil de entender.<br />
Considerando que a paz é um estado de espírito podemos concluir que, se a consciência está tranqüila, tudo à volta pode estar em revolução que conseguiremos manter nossa serenidade.<br />
Fazendo uma comparação com o quadro vencedor, poderíamos dizer que o ninho do pássaro que repousava serenamente com seus filhotes, representa a nossa consciência.<br />
A consciência é um refúgio seguro, quando nada tem que nos reprove. E também pode acontecer o contrário: tudo à volta pode estar tranqüilo e nossa consciência arder em chamas.<br />
A consciência, portanto, é um tribunal implacável, do qual não conseguiremos fugir, porque está em nós. É ela que nos dará possibilidades de permanecer em harmonia íntima, mesmo que tudo à volta ameace desmoronar, ou acuse sinais de perigo solicitando correção.</p>
<p>Sendo assim, concluiremos que a paz não será implantada por decretos nem por ordens exteriores, mas será conquista individual de cada criatura, portas à dentro da sua intimidade.<br />
Um dia, a paz vestiu-se de homem e conviveu com a humanidade sofredora e aflita.<br />
Conservava-se em paz mesmo diante das situações mais turbulentas e assustadoras.<br />
Agredido, manteve-se sereno. Caluniado, exemplificou tranqüilidade. Diante da tempestade no mar, pediu calma. Pregado na cruz, permaneceu em paz. Todavia, antes de partir teve ensejo de dizer: A minha paz vos deixo, como exemplo. A minha paz vos dou, como modelo a ser copiado.</p>
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		<title>O Farmacêutico</title>
		<link>http://www.evol.com.br/o-farmaceutico</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 23:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homem bastante inteligente, mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do seu mundo material. Certo dia, já cansado e irritado por ter trabalhado muito além do seu horário, estava ele fechando a farmácia quando chegou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homem bastante inteligente, mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do seu mundo material.<br />
Certo dia, já cansado e irritado por ter trabalhado muito além do seu horário, estava ele fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos, dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo iria morrer.<br />
Muito nervoso, e após insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para pegar o remédio. Sua insensibilidade perante aquele momento era tal, que acabou pegando o remédio mesmo no escuro e entregou à criança, que agradeceu e saiu dali as pressas.<br />
Minutos depois percebeu que havia entregado o remédio errado para criança e que se sua mãe o tomasse seria morte instantânea. Desesperado tentou alcançar a criança, mas não teve êxito.<br />
Sem saber o que fazer, com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar dizendo: &#8220;Deus, se você realmente existir, não o deixe-me passar por assassino.&#8221;<br />
De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo. Ao virar o rosto, deparou-se com a criança a dizer: &#8220;Por favor, não brigue comigo, mas eu caí e quebrei o vidro do remédio. Será que dá para o senhor me dar outro?&#8221;</p>
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		<title>A caçada</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 23:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um homem rico, certa vez saiu para caçar acompanhado de um dos seus empregados, que era cristão. No caminho, reclamou com ele: &#8220;Você vive falando que o diabo lhe persegue. Por que ele faz isso com você e não comigo? Não tenho essa preocupação&#8221;. Ao chegar no lugar da caçada, aquele senhor atirou em um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem rico, certa vez saiu para caçar acompanhado de um dos seus empregados, que era cristão.<br />
No caminho, reclamou com ele: &#8220;Você vive falando que o diabo lhe persegue. Por que ele faz isso com você e não comigo? Não tenho essa preocupação&#8221;.<br />
Ao chegar no lugar da caçada, aquele senhor atirou em um bando de patos selvagens. Ordenando que seu empregado recolhesse primeiro os que estavam assustados ou feridos, disse: &#8220;Não se preocupe com mortos. Eles podem esperar. Deixe-os por último&#8221;.<br />
Depois de executar a tarefa, o empregado falou com seu rico patrão: &#8220;O senhor mesmo me deu a resposta para a pergunta sobre o diabo.<br />
Acontece que, embora pecador, e apesar de minhas feridas, o diabo sabe que estou vivo e posso lhe dar muito trabalho com a minha fé e o meu testemunho. Quanto ao Senhor, ele provavelmente o considera morto, pois não precisa de nenhum esforço para pegá-lo, uma vez que já o tem nas suas mãos&#8221;.</p>
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