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	<title>Portal Evangélicos OnLine &#187; Momento Ágape</title>
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		<title>Casa dos Artistas e Big Brother Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 19:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Momento Ágape]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. &#8221; Romanos 6:13. Na telinha, o assunto do momento tem sido os programas &#8221; Casa dos Artistas e Big Brother Brasil. &#8221; e porque não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. &#8221; Romanos 6:13.</p>
<p>Na telinha, o assunto do momento tem sido os programas &#8221; Casa dos Artistas e Big Brother Brasil. &#8221; e porque não dizer seus protagonistas. São pessoas artistas e desconhecidos que num abrir e piscar de olhos estão sendo vistos por milhões de espectadores. O desgaste parece inevitável pois nossos olhos têm visto a transformação de cada participante; para pior. O estado psicológico de cada um está se alterando, pois até os mais calmos, estão perdendo a paciência. Com atitudes discriminatórias entre os oponentes, com a finalidade de excluir seu &#8220;companheiro&#8221;. Até aonde, vai o limite das pessoas? A eliminação que se dá ao final da semana, tem sido um verdadeiro drama para cada um de seus participantes. Quando chegam lá, parece que o mundo vai desabar sobre suas cabeças. Estão perdendo dinheiro, público e publicidade gratuita.</p>
<p>O importante é eliminar o adversário, e salvar a sua pele. Isto tem dado um certo suspense aos seus participantes, e ao público em geral, que julgam e através da internet votam, parecendo as arenas dos gladiadores. (Nota. Somente assisti ao programa por questões de pesquisa para escrita.)</p>
<p>Tem um outra casa, com mais de 160 milhões de participantes que também estão chegando no limite. Nossas vidas estão piorando cada dia mais. Não existem mais moradias, as favelas estão tomando conta da cidade, a bandidagem está em todo lugar. Há poucos dias atrás, em São Paulo prenderam um dos maiores seqüestradores do Estado, e de dentro da prisão ele continua a dar ordem. Os bandidos ditam o horário de recolher. O salário mínimo! Já estão dizendo que vai ter um aumento para o ano que vem que não cobre nem a condução. Todos os dias vemos políticos serem condenados a devolver dinheiro para os cofres públicos.</p>
<p>A televisão somente quer IBOPE. Quanto mais sexo debaixo do fatídico edredom melhor fica. O povo bate palmas e quer ver o circo pegar fogo. Para os jornais e um prato cheio. Existem até programas dos canais concorrentes que usam da notícia passada dentro das casas para terem IBOPE. IBOPE é o que interessa, o resto é resto.</p>
<p>Mais para todos Deus deu um limite, tanto na esfera da terra até os limites de paciência, perseverança, e com o próximo. Não está na hora de cada um fazer uma auto análise, e ver o que estamos fazendo em favor do próximo, do bem e da moral? Deus vai cobrar de cada um, pois vivemos em uma sociedade. E principalmente, somos criaturas de Deus. Saiba usar o controle mude de canal, Deus está dentro de seu lar. Será que Ele está aprovando tudo isso?</p>
<p>Autor:<br />
Pastor Jandiro A. Silva é, escritor, colunista, Vice-presidente IEAD V. Alpina (SP)<br />
Pr. Marcos Leme<br />
Pastor Batista, Conferencista e Conselheiro na Área de Família<br />
Consultor Responsável do Portal – EVOL (Evangélicos On Line)<br />
Bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista Paulistana<br />
Escritor da Coluna – Momento Ágape<br />
Email: marcosleme@evol.com.br</p>
<p>Autor: Pastor Jandiro A. Silva</p>
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		<title>Quando tudo dá errado&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 16:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Momento Ágape]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando tudo dá errado&#8230; Parece mentira, mas outro dia, tudo o que eu fazia parecia que ia dar errado! Saí de casa com meu carro, e bati; Mais adiante passei num buraco e estourou o meu pneu. Como se não bastasse, no meu carro eu estava sem chave de rodas e macaco. Chamei o socorro&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tudo dá errado&#8230;</p>
<p>Parece mentira, mas outro dia, tudo o que eu fazia parecia que ia dar errado! Saí de casa com meu carro, e bati; Mais adiante passei num buraco e estourou o meu pneu. Como se não bastasse, no meu carro eu estava sem chave de rodas e macaco. Chamei o socorro&#8230; uma hora depois de espera chega o socorro para atender uma ocorrência, que fôra informada como sendo de falta de bateria. O rapaz muito atencioso vai buscar um carro de socorro, que também estava sem macaco.<br />
Quantas vezes você teve a impressão que com você tudo está perdido? A Bíblia nos diz que: &#8221; tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus, &#8230;&#8221;<br />
Mas como acreditar nisto??!! Precisamos nos lembrar que os anjos do Senhor acampam ao redor dos que O temem. Quero desafiá-lo a crer, pois nem sempre eu e você conseguimos ver os livramentos que o Senhor nos tem dado, e isso não quer dizer que Ele não tem cuidado de nós, mas que estamos protegidos mesmo sem perceber.<br />
Fiquem com Deus!<br />
Pr. Marcos Leme<br />
Pastor Batista, Conferencista e Conselheiro na Área de Família<br />
Consultor Responsável do Portal – EVOL (Evangélicos On Line)<br />
Bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista Paulistana<br />
Escritor da Coluna – Momento Ágape<br />
Email: marcosleme@evol.com.br</p>
<p>Autor: Pr. Marcos Leme</p>
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		<title>Tribalistas</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Momento Ágape]]></category>

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		<description><![CDATA[Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: &#8220;eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também&#8221;. No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração &#8220;tribalista&#8221; se dirigem aos consultórios terapêuticos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: &#8220;eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também&#8221;. No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração &#8220;tribalista&#8221; se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde &#8220;toda ação tem uma reação&#8221;. Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo &#8211; beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc. Embora já saibam namorar, &#8220;os tribalistas&#8221; não namoram. Ficar, também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é &#8220;namorix&#8221;. A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança? A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja &#8220;a cereja do bolo tribal&#8221;, enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter &#8220;alguém para amar&#8221;. Já dizia o poeta que &#8220;amar se aprende amando&#8221; e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi passada nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio a confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo), vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras. Talvez seja por isso que pronunciar a palavra &#8220;namoro&#8221; traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a &#8220;comer sal junto até morrer&#8221;. Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional. Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é &gt;beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento&#8230; É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins. Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também&#8230; É não ser livre para trocar e crescer&#8230; É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.</p>
<p>Recebido por email. Autor desconhecido.<br />
Pr. Marcos Leme<br />
Pastor Batista, Conferencista e Conselheiro na Área de Família<br />
Consultor Responsável do Portal – EVOL (Evangélicos On Line)<br />
Bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista Paulistana<br />
Escritor da Coluna – Momento Ágape<br />
Email: marcosleme@evol.com.br</p>
<p>Autor: Pr. Marcos Leme</p>
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		<title>Cansados</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quantas são as vezes que nos sentimos cansados&#8230;. muitas vezes queremos desistir pensando que já não há mais solução para os nossos problemas. É interessante que sentimento como esse é cada dia mais comum na sociedade que vivemos. Já não temos mais tanta certeza de como será o dia de amanhã, já não sabemos mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas são as vezes que nos sentimos cansados&#8230;. muitas vezes queremos desistir pensando que já não há mais solução para os nossos problemas. É interessante que sentimento como esse é cada dia mais comum na sociedade que vivemos. Já não temos mais tanta certeza de como será o dia de amanhã, já não sabemos mais como será o dia de hoje. Tudo muda muito rápido e rapidamente nos vemos jogados para o canto como um &#8220;produto&#8221; que não é mais útil. Há uma guerra no ar; uma guerra de sentimentos e sensações que não temos condições de visualizar com nossos olhos materiais.<br />
Jesus, em sua trajetória humana nos disse certa vez: &#8220;&#8230; no mundo tereis aflições&#8230;&#8221;<br />
Vemos aqui uma certeza muito cruel. O mundo em que vivemos nos dará com toda certeza momentos de instabilidade; Mas não podemos nos esquecer que o Mestre também nos disse: &#8220;&#8230;mas tende bom ânimo, pois eu venci o mundo.&#8221; Ele é o nosso exemplo de perseverança, de que devemos continuar tentando e não nos deixar esmorecer. Talvez, neste momento você esteja dizendo no seu íntimo: Mas é claro, Ele é o Filho de Deus, ou , Ele é o próprio Deus. Não podemos nos esquecer que assumindo forma de Homem, Ele se identificou conosco e sua palavra nos diz que Ele se &#8220;esvaziou&#8221;, ou seja, não usou seus atributos de Deus.<br />
Tenho um desafio para você!!! Vamos caminhar por mais um pouco? Vamos ouvir o que Jesus tem a nos dizer?? Certamente essa será a sua melhor opção! Fique com Deus!!!</p>
<p>Pr. Marcos Leme<br />
Pastor Batista, Conferencista e Conselheiro na Área de Família<br />
Consultor Responsável do Portal – EVOL (Evangélicos On Line)<br />
Bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista Paulistana<br />
Escritor da Coluna – Momento Ágape<br />
Email: marcosleme@evol.com.br</p>
<p>Autor: Pr. Marcos Leme</p>
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		<title>Biografia de um Homem de Deus</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 21:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Momento Agape</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Ágape]]></category>
		<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[mensagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Pr. Marcos Leme &#8211; Pela fonte acima citada Biografia do Pr. Waldemiro Tymchak O pastor Waldemiro Tymchak tomou posse como então Secretário Geral da Junta de Missões Mundiais no dia 13 de julho de 1979 (na época, a instituição chamava-se Junta de Missões Estrangeiras). Entretanto, o Senhor de Missões já vinha capacitando-o por muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Autor: Pr. Marcos Leme &#8211; Pela fonte acima citada </strong></p>
<p><strong>Biografia do Pr. Waldemiro Tymchak</strong><br />
O pastor Waldemiro Tymchak tomou posse como então Secretário Geral da Junta de Missões Mundiais no dia 13 de julho de 1979 (na época, a instituição chamava-se Junta de Missões Estrangeiras). Entretanto, o Senhor de Missões já vinha capacitando-o por muitos anos antes a fim de que assumisse a administração da obra missionária dos batistas brasileiros no mundo.</p>
<p>Waldemiro Tymchak nasceu no dia 15 de outubro de 1937, no Paraná. Seu pai, Basílio Tymchak, era um pregador leigo, natural da antiga União Soviética. Sua mãe, D. Teodora Tymchak, nasceu na Bessarrábia (na Romênia). Era uma lutadora, pois teve de sustentar a família após ficar viúva, ainda jovem. O menino Waldemiro recebeu uma positiva influência da sua avó, a quem carinhosamente chamava de “Bába”, palavra que em búlgaro significa “vovó”. Foi com ela, uma mulher piedosa e crente, que ouviu os primeiros sermões em russo, transmitidos pela Rádio HCJB, emissora cristã que transmitia a partir de Quito, no Equador.</p>
<p>Foi com sua avó e com o seu irmão Paulo que o pequeno Waldemiro aprendeu hinos do Cantor Cristão e cânticos infantis. Gostava de ouvir histórias da Bíblia, especialmente aquelas que falavam da segunda vinda de Cristo – um tema sempre presente na vida dos crentes eslavos.</p>
<p>A família Tymchak residiu inicialmente em São José dos Pinhais, tendo se mudado depois para a capital, Curitiba. O garoto Waldemiro Tymchak sempre foi bom aluno, aplicado e disciplinado nos estudos. Aos 12 anos perdeu o pai, mas não a influência e o testemunho de cristão que recebera dele. Basílio Tymchak era líder de uma congregação e um grande evangelista. Seu ministério teve lugar entre o povo eslavo. Por isso, o adolescente Waldemiro orava e cantava em russo fluentemente. Ele foi batizado na Igreja Russa, onde tocava banjo, bandolim e pistão. Na igreja foi líder de adolescentes e jovens.</p>
<p>Quando foi morar em Curitiba, Waldemiro Tymchak tinha 18 anos. Começou a “abrasileirar-se”. Na Primeira Igreja Batista de Curitiba, de onde foi membro, conviveu com grandes líderes batistas, como Walter Kaschel, Harald Schally e Artur Gonçalves. Na época, participou de muitos retiros, congressos e intercâmbios.</p>
<p>Na vida profissional seguiu as orientações do pai quanto a ter uma profissão e tronou-se alfaiate, atividade que exerceu até os 23 anos. “Bába” o acordava às 3 horas da madrugada e ele trabalhava até ao meio-dia. Depois do almoço, ia para a escola. Todo este esforço era necessário porque, sendo o filho mais velho, a responsabilidade pelo sustento da família após a morte do pai recaiu sobre seus ombros. Ele aprendeu a depender muito de Deus.</p>
<p>O jovem Waldemiro Tymchak cursou dois anos de estudos na Universidade Federal do Paraná, mas os interrompeu porque Deus o chamava para o ministério. Saiu da universidade e ingressou no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Durante os estudos no seminário, foi sustentado pela Primeira Igreja Batista de Curitiba. Como seminarista, serviu na Igreja Batista do Calvário e na Primeira Igreja Batista de Copacabana, ambas no Rio. Pregava nas favelas do bairro de São Cristóvão e fazia todo tipo de trabalho nas igrejas: cantava no coro (é tenor), pregava ao ar livre, visitava e substituía os pastores no púlpito.</p>
<p>Após concluir o curso de Bacharel em Teologia, o pastor Waldemiro Tymchak viajou para a Inglaterra, para fazer um curso de especialização em Novo Testamento no conceituado Spurgeon’s College, de Londres, onde ganhara uma bolsa. Durante o período do curso, conheceu outros países e também líderes denominacionais estrangeiros. Foi nesta época que visitou a Rússia e, profundamente impressionado com a realidade religiosa, política e social do país de seu pai, escreveu uma série de artigos intitulada “Eu chorei na Rússia”, publicada na época no Jornal Batista.</p>
<p>Em 1971, o pastor Tymchak retornou ao Brasil, indo trabalhar com a Congregação Batista em Bom Retiro, Curitiba. Três anos e meio depois foi para São Paulo, a fim de liderar a Igreja Batista Boas Novas, em substituição ao pastor Carlos Grigorowich, que encerrava um ministério de 43 anos à frente daquela igreja. Era uma típica igreja russa, com uma rígida disciplina, mas também uma igreja missionária e com uma grande membresia jovem.</p>
<p>Naquele mesmo ano, na Assembléia da CBB realizada em Campos, RJ, o pastor Waldemiro conheceu a jovem Acidália, natural da Bahia, com quem casou-se no dia 20 de janeiro de 1973, no templo da Igreja Batista Sião, em Salvador. Desta união nasceram os filhos Nelson e Thaís.<br />
A família Tymchak servia ao Senhor na Igreja Batista Boas Novas quando o pastor José dos Reis Pereira, presidente da JMM, comunicou ao pastor Waldemiro a decisão da Junta de Missões Mundiais de convidá-lo para ocupar o cargo de Secretário Geral. Desde que assumiu as funções, no dia 13 de junho de 1979, a JMM ampliou grandemente o quadro de missionários e o número de campos onde os batistas brasileiros fazem missões.</p>
<p>Os quase 28 anos do Pastor Waldemiro Tymchak como Secretário Geral da JMM representam um período de grandes realizações. A obra missionária deu um salto significativo nessas quase três décadas. Hoje, a Junta de Missões Mundiais está presente em 63 campos, em 62 países, com um contingente de 598 missionários (em 1979, eram 56 missionários, em 11 campos).</p>
<p>Nesse período, os batistas brasileiros galgaram vitórias expressivas na evangelização do mundo, alcançando países fechados para o Evangelho, como Índia, Japão, Palestina, Líbano, Cuba, China, Iraque, Líbano, Sudão e outros. Das 15 nações que formavam a União Soviética, como Ucrânia e a Federação Russa, apenas uma (o Quirguistão) ainda não foi alcançada pela JMM. Nos últimos anos a prioridade têm sido os povos não-alcançados, especialmente os que estão na Janela 10/40 e no Leste Europeu.</p>
<p>Atualmente, a Junta de Missões Mundiais concentra mais de 50% da sua força missionária entre eles. Estas três décadas também foram de mudanças ideológicas, quando a JMM passou a realizar a obra missionária com um novo paradigma, deixando de ser etnocêntrica (considerando nossa cultura superior a dos outros povos) e trabalhando mais com os missionários do próprio país. Esta estratégia tem permitido entrar em lugares proibidos para obreiros estrangeiros, como é o caso de Cuba, onde tem 128 Missionários da Terra (autóctones). Com esta categoria de missionários, a evangelização torna-se mais dinâmica. Eles são treinados e supervisionados pelos missionários brasileiros (Efetivos).</p>
<p>Atendendo as necessidades dos campos, a Junta criou novas categorias de missionários. Hoje, é possível ir para o campo por períodos que variam de seis meses a dois anos, como é o caso dos temporários, dos voluntários (que financiam sua própria estada onde atuam) e dos missionários de curto prazo. Os fazedores de tenda (trabalhadores que vão para outros países e sustentam-se com suas atividades profissionais) têm sido verdadeiras testemunhas onde o Evangelho não pode ser pregado na sua forma tradicional.</p>
<p>Nos últimos anos, o esporte ganhou destaque nas estratégias de evangelização. Através do Programa Esportivo Missionário (PEM) dezenas de pessoas ligadas especialmente ao futebol têm aberto portas para o Evangelho onde, de outra amaneira, seria impossível chegar. Este é o caso da China e de muitos países muçulmanos.</p>
<p>Além destes, a Junta passou a enviar equipes formadas por pastores, líderes, médicos e enfermeiros para realizarem campanhas evangelísticas em alguns campos, especialmente na América do Sul e na África, num trabalho de apoio aos missionários efetivos.</p>
<p>Uma das realizações mais importantes implementadas pelo pastor Waldemiro Tymchak foi o Programa de Adoção Missionária. O PAM tem viabilizado a participação direta da igreja na obra missionária ajudando no sustento financeiro e espiritual do obreiro. O Programa de Intercessão Missionária também foi um projeto que deu certo. Hoje, o PIM tem mais de 18.000 pessoas que estão orando pela obra de evangelização mundial.</p>
<p>A JMM criou, nesse período, em parceria com a Junta de Missões Nacionais, o Centro Batista de Treinamento Missionário (CBTM), que preparava de forma eficiente aqueles que seguiriam para os campos. Hoje, o preparo missionário é feito no Centro Integrado de Educação e Missões (CIEM), no Rio de Janeiro, um empreendimento desenvolvido em parceria com a UFMBB e JMN.</p>
<p>De olho nos desafios deste novo século, a Junta de Missões Mundiais está preparando, no IBER/CIEM, grupos para evangelizar povos não-alcançados na África e na América Latina. Trata-se do Projeto Radical, que faz parte de um novo paradigma da JMM de enviar jovens, por um período de até quatro anos, que viverão de acordo com os povos a quem irão anunciar o Evangelho. Atualmente há os Projetos Radical África (que estão evangelizando no Norte e Noroeste da África), o Luso-Africano (países africanos de língua portuguesa) e o Latino-Americano.</p>
<p>Sempre foi uma preocupação do Pastor Tymchak aproximar a Junta de Missões Mundiais daquelas que realmente fazem missões: as igrejas. Assim, ele dinamizou a comunicação da JMM, criando novos veículos para alcançar o coração dos batistas brasileiros com os clamores da obra missionária.</p>
<p>Sua maior publicação é o Jornal de Missões com uma tiragem bimestral de 160.000 exemplares, em média. O JM substituiu a revista O Campo é o Mundo (que tinha uma tiragem de 15.000 exemplares) e desde 2004 é publicado em parceria com Missões Nacionais. Também em parceria com a JMN, criou a Revista Missiológica, destinada à reflexão e ao estudo das tendências missionárias mundiais. A JMM editada também o informativo A Colheita é e enviado bimestralmente aos adotantes do PAM.</p>
<p>A JMM também ingressou definitivamente na era da imagem. Ela foi a primeira Junta a apresentar o seu relatório nas Assembléias de CBB em vídeo e criou as Videoconferências Missionárias. Em março de 1999 lançou um projeto arrojado: as Teleconferências Missionárias – um programa transmitido através da TV Executiva da Embratel que levou para todo o Brasil notícias e os desafios missionários mundiais. Além disso, a Junta está ligada à Internet e no ano passado transformou seu site num moderno Portal. Agora basta acessar www.jmm.org.br para ter na tela do computador um amplo canal de informação missionária.<br />
Desde 1982, a Junta de Missões Mundiais trabalha através de planejamentos. Primeiro lançou o Plano Qüinqüenal de Metas; depois veio o Plano Decenal. No ano 2000 encerrou-se o Plano Quadrienal de Metas, lançado em 1996. Nesse mesmo ano, a Junta teve o prazer de concluir as obras de sua nova sede, no Rio de Janeiro, um local dedicado ao avanço da obra missionária mundial.<br />
Esses planos foram estratégicos para o avanço da obra missionária. A maioria das metas do Plano Quadrienal foram alcançadas; algumas, inclusive, foram ultrapassadas. Depois veio o Plano Qüinqüenal de Avanço Missionário (2001-2005) e, em 2006, lançou o seu Planejamento Estratégico, com metas até 2009.<br />
Outros progressos podem ser destacados neste período, confirmando o derramamento das bênçãos de Deus sobre a vida e a obra do Pr. Tymchak. Com a finalidade de despertar vocações e envolver as igrejas e os crentes no trabalho de Missões Mundiais, a JMM realiza, desde 1997, os congressos missionários Proclamai. O maior deles foi o Proclamai Nacional, que aconteceu no Rio de Janeiro em 2001, e que reuniu mais de 4 mil pessoas diariamente. Em 2004 foram iniciados os Proclamai Regionais e, em 2005, os Proclamai Setoriais (eventos que reúnem várias associações de igrejas de uma região). Em 2007 serão cinco Proclamai Regionais, um em cada região do Brasil.</p>
<p>Fonte: Junta de Missões Mundiais &#8211; JMM</p>
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