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	<title>Portal Evangélicos OnLine &#187; Teatro Evangélico</title>
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		<title>Testemunhos</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 18:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro Evangélico]]></category>

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		<description><![CDATA[Personagens: · Ex-prostituta &#8211; convertida, 24 · Aidético &#8211; muito magro, 23 &#8211; pode estar acompanhado de uma enfermeira · Cristão &#8211; muito alegre, 19 · Ex-alcoólatra &#8211; mais maduro, 32 · Ex-drogado &#8211; sadio, porém magro, 21 · Barman Cenário: um bar, com 5 mesas e cadeiras e um balcão de bar, com algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Personagens:</p>
<p>· Ex-prostituta &#8211; convertida, 24<br />
· Aidético &#8211; muito magro, 23 &#8211; pode estar acompanhado de uma enfermeira<br />
· Cristão &#8211; muito alegre, 19<br />
· Ex-alcoólatra &#8211; mais maduro, 32<br />
· Ex-drogado &#8211; sadio, porém magro, 21<br />
· Barman</p>
<p>Cenário: um bar, com 5 mesas e cadeiras e um balcão de bar, com algumas garrafas e copos.<br />
Cada ator estará em uma mesa separada, e o barman no balcão, sempre o limpando e arrumando, e preparando bebidas. A cada fala sua, entrega um copo com um suco para a personagem referida.</p>
<p>Roteiro:</p>
<p>Aidético (luz amarela &#8211; vai até o centro do palco em uma cadeira de rodas e levanta-se).<br />
- &#8220;Mulher! Olha este menino, só brinca de boneca! É preciso dar um jeito nele, parece um maricas!&#8221; (senta-se)<br />
Mas nunca se importaram com o que se passava dentro de mim. História! Gostava de brincar de bonecas, sim! Fazer o quê? Era criança! Eu fazia o que sentia vontade, sempre me acertei mais com as meninas&#8230; os meninos eram brutos, violentos e só queriam jogar.<br />
Eu era diferente deles&#8230; e eu não me sentia culpado por isso! Só que foi se tornando cada vez mais forte, e eu fui perdendo o controle. (volta para a mesa na cadeira de rodas)</p>
<p>Ex-prostituta (luz rosa &#8211; desce do palco e refere-se a alguém da platéia)<br />
-&#8221;E aí, gato? Algum programa para esta noite? Satisfação garantida!&#8221;<br />
(vai voltando à boca de cena enquanto fala)<br />
Repeti essa frase milhares de vezes, acho que até muito mais, embora nem sempre fosse para um gato como ele (aponta para a pessoa na platéia).<br />
Às vezes apareciam uns velhos, gordos e bêbados. Tudo bem, era a minha profissão, tinha que dar prazer a quem quer que fosse. Não que eu gostasse do que fazia, sabe, mas já era costume, como muitos professores que queriam ser cantores mas continuaram sendo professores por muitos e muitos anos; ou ainda como muitos médicos que sonharam em ser dublês mas continuam sendo médicos; como advogados que queriam ser locutores ou locutores que queriam ser advogados&#8230;<br />
A verdade é que ficam anos trabalhando no que não gostam simplesmente por hábito. E eu era mais uma acomodada no hábito da profissão. (senta-se)</p>
<p>Cristão (luz verde &#8211; andando entre as mesas)<br />
-&#8221;Se as águas do mar da vida, quiserem te afogar, segura na mão de Deus e vai. Segura na mão de Deus,&#8230;&#8221;<br />
Não conseguia ver verdade nisso, estava longe demais. Cresci ouvindo essa canção, mas eu me sentia completamente alienado, um peixe fora d&#8217;água.<br />
E pior é que eu me sentia culpado! Não podia ser assim, mas era, fazer o quê? Eu até queria sentir-me integrado, mas não dava; eu até gostava do pessoal, mas me acertava mais com a galera do barulho, tinha minha turma certa&#8230; às vezes até rolava uma erva, mas ninguém podia ficar sabendo! E no domingo, eu estava lá&#8230;<br />
-&#8221;Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus&#8230;&#8221; (senta-se)</p>
<p>Ex-alcoólatra (levanta e vai cambaleando até a frente da mesa)<br />
-&#8221;Homem pra ser muito homem tem que beber sem parar, falar mais alto em casa&#8230;&#8221; (volta ao estado de sobriedade)<br />
Meu primeiro porre foi quando eu ainda era uma criança, não que eu tivesse bebido muito, mas o suficiente, para uma criança de oito anos&#8230;<br />
Meu pai queria mostrar aos amigos que eu já era homem. Se grau de macheza se mede pela quantia que se empina, eu já fui muito macho. Agora não sou mais, mas já fui.<br />
Martini, vodka, run, vermut&#8230; Misturava tudo, perdi tudo&#8230;<br />
Tinha quem dizia que era doença, tinha quem dizia que era pura sem-vergonhice. A verdade é que eu já amanhecia bêbado.<br />
Vermut, run, vodka, martini&#8230;</p>
<p>Barman: Você já disse isso&#8230;</p>
<p>Ex-alcoólatra: tá! É que agora eu disse de trás pra frente&#8230;</p>
<p>Barman: Ah! bom.</p>
<p>Ex-drogado (luz amarela &#8211; vai até a boca de cena e fala com que estivesse em um grupo)<br />
-&#8221;Vamos, só uma provadinha! Se não gostar, não continua! Afinal, você é um homem ou um rato??&#8221;<br />
Em casa era terrível. Apesar de ter tudo o que queria, o que eu realmente precisa não tinha: AMOR.<br />
Meus pais viviam bem, mas não ligavam muito pra mim. Se eu pedia algo, qualquer coisa, eles logo davam, só para eu nao ficar repetindo, enchendo&#8230;</p>
<p>Aidético (luz azul &#8211; levanta-se)</p>
<p>-&#8221;Nossa, como ele é delicado, sensível!&#8221; Com 16 anos conheci um rapaz; não podendo fazer nada, investi na relação.<br />
Quando Marcelo percebeu que eu gostava dele começou a evitar-me, mas eu ligava para ele, mandava cartões, cartas, até que começamos a nos encontrar, escondidos, claro.<br />
Ficamos juntos por um ano, depois ele começou a bater em mim. Passava as noites em festas, e eu em casa, chorando&#8230; Estava sofrendo muito, resolvi deixá-lo e voltei para a casa de meus pais que, a essa altura, não tavam nem aí.<br />
Papai só trabalhava, e mamãe só tomava chá e telefonava; e eu fiquei dois anos só assistindo televisão. Tinha uma única amiga, e ela me convenceu a fazer o teste de HIV. Tinha medo, mas fiz. Deu positivo&#8230;(a luz apagada, ele volta para a mesa)</p>
<p>Ex-prostituta (luz rosa, encostada no balcão)<br />
-&#8221;Não, por favor, eu não quero! Não faça isso!..&#8221;<br />
Meu padrasto foi um animal. Eu tinha 12 anos, ia fazer o que agora? (vai até a boca do palco) E aí gato, algum programa para hoje?<br />
Satisfação garantida!(vai voltando enquanto o barman fala)</p>
<p>Barman: Você já disse isso.</p>
<p>Ex-prostituta: Ai, desculpe. É que por tantos anos repeti essa mesma frase&#8230; É o hábito!<br />
Com 12 anos fui para a rua, não podia mais encarar aquele monstro em minha casa&#8230; sentia-me sozinha no mundo.<br />
Comecei a trabalhar com minha famosa frase, e assim tentava diminuir a minha solidão.</p>
<p>Cristão (luz verde, segredando escandalosamente)<br />
-&#8221;Mas como é que pode! O Anderson, logo ele, filho de pastor&#8230; isso não podia acontecer&#8230;&#8221;<br />
Eu sou uma pessoa normal, e como todos, também peco. Ninguém pode sentir o que os outros querem que a gente sinta.<br />
E fui a muitas festas, às vezes perdia o controle, excedia-me na bebida, o baseado era cada vez mais freqüente; chegava sempre de madrugadão, olhos vermelhos, dormia na escola, as notas caindo vertiginosamente&#8230;<br />
Mas eu arrasava com a mulherada. A danceteria era pequena pra mim, e o pessoal da igreja apavorado. Mas o problema era quando eu ficava sozinho, em meu quarto&#8230;</p>
<p>Ex-alcoólatra (luz roxa &#8211; junto à primeira fila)<br />
-&#8221;Tem uns trocados para me dar? Tenho que comprar leite para os meus filhos. (Vira-se para outra pessoa) Ei moço! Tem 50 centavos aí? (vai voltando ao palco) Eu preciso de uns trocados&#8230;&#8221;<br />
Já passei por cada situação que nem é bom lembrar; isso sem falar das que eu realmente não me lembro, nem que eu quisesse.<br />
Cansei de vomitar pelas esquinas, fazer xixi por todos os cantos. Fiquei pelas sarjetas chorando minha má sorte; meu cérebro já não funcionava para mais nada, só lembrava das cenas de meu pai batendo em minha mãe.<br />
Meus olhos viam tudo duplicado, isso sem falar nas terríveis dores de estômago. Sentia meu fim próximo, isso com 28 anos&#8230;</p>
<p>Ex-drogado (luz vermelha)<br />
-&#8221;Quer algo mais forte, né! Eu sabia que você ia gostar&#8230; Olha, esse é especial pra você. Vou te ensinar como se aplica (faz como se injetasse algo na veia)&#8221;.<br />
No começo é super legal, altas viagens, tudo fica muito melhor, mas alegre e colorido. Mas depois de um tempinho é horrível! Eu perdi tudo, inclusive minha saúde.<br />
As veias onde eu injetava secaram&#8230; acabei no hospital, quase morto. Por pouco eu não acabei como ele (mostra o aidético, que assente com a cabeça).<br />
Quando saí do hospital fui para um clínica de desintoxicação e reabilitação. Levou um bom tempo para eu reaver tudo o que as drogas haviam levado&#8230; Mas lá eu conheci algo que me mudou por dentro.<br />
Tudo o que eu fiz, Jesus apagou de minha vida. (senta sorrindo)</p>
<p>Aidético (luz branca)<br />
-Há quem ache que Aids é um castigo de Deus, mas eu não a vejo mais assim. Falo não mais por que antes eu a via assim mesmo, o piro castigo do mundo.<br />
Mas quem conhece um pouquinho a Deus sabe que Ele nos ama demais para nos castigar assim. Um dia Ele disse: &#8220;Tudo te é permitido, mas nem tudo te convém&#8221;.<br />
É, e se você faz algo que não convém, deve arcar com as conseqüências depois. Regras são regras. Sei que Deus me ama como ninguém e Ele não queria que eu fosse um aidético esperando pela morte, mas quebrei um regra imposta.<br />
Não é castigo, é justiça de Deus. Sei que logo estarei com Ele, em um lugar sem dor e sem doenças.</p>
<p>Ex-prostituta (luz branca- ainda na mesa)<br />
-Sabe o que eu fico pensando? Por que não há prostitutas nas igrejas? (levanta-se) As prostitutas são tão carentes e nem imaginam que são amadas por Deus. (Pausa) Ei gato!</p>
<p>Barman: Ah, de novo não&#8230;</p>
<p>Ex-prostituta:(para o barman) Desculpe, mas tente me entender&#8230;<br />
O preconceito impede que olhemos com carinho para elas; são completamente marginalizadas.<br />
Elas são amadas, mas não sabem disso, pois não há quem lhes fale desse amor.<br />
Minha vida mudou completamente, o meu corpo, que alimentava a mim e aos outros, e não tinha nenhum valor, hoje é templo do Espírito Santo.<br />
Sinto-me purificada pelo sangue do Justo. Por que outras não podem sentir como eu me sinto hoje?</p>
<p>Cristão: Hoje eu continuo gostando de rock, para mim não há música mais alegre do que esta.<br />
Não sei como passei tantos anos numa igreja, cego, sem ver o que agora eu vejo. Ainda bem que Cristo mostrou-me a real alegria antes, senão poderia ter sido bem pior.<br />
Glória a Deus por ter mudado a minha vida. Dois dos meus antigos amigos hoje tocam comigo em uma banda evangélica, e os outros, infelizmente, continuam freqüentando os clubes da cidade. (vai saindo e vira-se para o público)<br />
Ah, e hoje, quando chego em meu quarto, durmo em paz, plena paz.</p>
<p>Ex-alcoólatra: Foi difícil, muito difícil, até que vi a mão de Deus na mão de um homem. Na verdade, Deus não possui outras mãos senão as humanas para demonstrar todo seu amor.<br />
Resolvi estender minha mão à única mão que fora estendida a mim, até então. Foi um processo difícil: tremia, vomitava, sangrava, tinha convulsões, precisava desintoxicar-me.<br />
E a mão esteve sempre comigo. Cristo me dava esperança para continuar, acreditar que minha vida não precisava ser aquela miséria que vinha sendo.<br />
Que mais mão estejam à disposição para demonstrar o amor de Deus.</p>
<p>Ex-drogado: Hoje eu estou transformado, e vivo uma vida completa. E não foi só eu quem encontrou a Jesus, hoje toda a minha família trabalha para Ele.<br />
Mas, ainda há muito trabalho a ser feito. Centenas de jovens como eu, como vocês, estão por aí, dopados com as coisas que o mundo oferece.<br />
Precisamos ir até lá e influenciá-los, e não deixar que aconteça o contrário. Mas não se engane, pensando que será fácil. O trabalho é duro, mas as recompensas realmente valem a pena. (vai voltando para a mesa. Antes de sentar, fala ao público)<br />
Ei amigo! Quer experimentar? Viagem na certa!</p>
<p>Barman: Ê amigo, não vai vacilar, hein!</p>
<p>Ex-drogado (p/ o barman) Sem chances! (p/ o público) Deus me sustém!(senta)</p>
<p>(todos congelam em suas mesas. O barman prepara uma bebida, vai até a boca do palco, iluminado por um foco de luz branca)</p>
<p>Barman: Que sabor você quer? (tempo) Para sua vida?</p>
<p>(luzes apagadas, todos levantam e saem)</p>
<p>Peça extraída do livro Em Cena, de Alzira de Souza Barros.<br />
Adaptação: Rina Priscilla Silva de Noronha</p>
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		</item>
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		<title>Pai Nosso Meditado</title>
		<link>http://www.evol.com.br/pai-nosso-meditado</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 18:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro Evangélico]]></category>

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		<description><![CDATA[CRISTÃO: Pai nosso que estais no céu&#8230; DEUS: Sim? Estou aqui. CRISTÃO: Por favor, não me interrompa, estou rezando! DEUS: Mas você me chamou! CRISTÃO: Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou rezando. Pai nosso que estais no céu&#8230; DEUS: Aí, você chamou de novo. CRISTÃO: Fiz o que? DEUS: Me chamou. Você disse: Pai nosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CRISTÃO: Pai nosso que estais no céu&#8230;<br />
DEUS: Sim? Estou aqui.<br />
CRISTÃO: Por favor, não me interrompa, estou rezando!<br />
DEUS: Mas você me chamou!<br />
CRISTÃO: Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou rezando. Pai nosso que estais no céu&#8230;<br />
DEUS: Aí, você chamou de novo.<br />
CRISTÃO: Fiz o que?<br />
DEUS: Me chamou. Você disse: Pai nosso que estais no céu. Estou aqui. Como é que Posso ajudá-lo?<br />
CRISTÃO: Mas eu não quis dizer isso. É que estou rezando. Rezo o Pai Nosso não me sinto bem até cumpri-lo&#8230;<br />
DEUS: Mas como podes dizer Pai Nosso, sem lembrar que todos são seus irmãos, como podes dizer que estais no céu, se você não sabe que o céu é a paz, que o céu é amor a todos?<br />
CRISTÃO: É, realmente ainda não havia pensado nisso.<br />
DEUS: Mas, prossiga sua oração.<br />
CRISTÃO: Santificado seja o Vosso nome&#8230;<br />
DEUS: Espere aí! O que você quer dizer com isso?<br />
CRISTÃO: Quero dizer&#8230; quer dizer, é&#8230; sei lá o que significa. Como é que vou saber? Faz parte da oração, só isso!<br />
DEUS: Santificado significa digno de respeito, Santo, Sagrado.<br />
CRISTÃO: Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra SANTIFICADO. &#8220;Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu&#8230;&#8221;<br />
DEUS: Está falando sério?<br />
CRISTÃO: Claro! Porque não?<br />
DEUS: E o que você faz para que isso aconteça?<br />
CRISTÃO: O que faço? Nada! É que faz parte da oração, além disso seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontecesse no céu e na terra também.<br />
DEUS: Tenho controle sobre você?<br />
CRISTÃO: Bem, eu freqüento a igreja!<br />
DEUS: Não foi isso que Eu perguntei. Que tal o jeito que você trata os seus irmãos, a maneira com que você gasta o seu dinheiro, o muito tempo que você dá à televisão, as propagandas que você corre atrás, e o pouco tempo que você dedica à Mim?<br />
CRISTÃO: Por favor. Pare de criticar!<br />
DEUS: Desculpe. Pensei que você estava pedindo para que fosse feita a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que rezam, mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a comunidade.<br />
CRISTÃO: Está certo, tens razão. Acho que nunca aceito a sua vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol, se manda o sol reclamo do calor, se manda frio, continuo reclamando, se estou doente peço saúde, não cuido dela, deixo de me alimentar ou como muito&#8230;<br />
DEUS: Ótimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos Eu e você, mas olha, vamos ter vitórias e derrotas. Eu estou gostando dessa nova atitude sua.<br />
CRISTÃO: Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração esta demorando muito mais do que costuma ser. Vou continuar: &#8220;o pão nosso de cada dia nos dá hoje&#8230;&#8221;<br />
DEUS: Pare aí! Você está me pedindo pão material? Não só de pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pedires o pão, lembre-se daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser, desde que me veja como um Pai amoroso! Eu estou interessado na próxima parte de sua oração. Continue!<br />
CRISTÃO: &#8220;Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido&#8221;<br />
DEUS: E o seu irmão desprezado?<br />
CRISTÃO: Está vendo? Olhe Senhor, ele já criticou várias vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.<br />
DEUS: Mas, e sua oração? O que quer dizer sua oração? Você me chamou, e eu estou aqui, quero que saias daqui transfigurado, estou gostando de você ser honesto. Mas não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não acha?<br />
CRISTÃO: Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!<br />
DEUS: Não vai não! Vai se sentir pior. A vingança não é tão doce quanto parece. Pense na tristeza que me causaria, pense na sua tristeza agora. Eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.<br />
CRISTÃO: Pode? Mas como?<br />
DEUS: Perdoe seu irmão, Eu perdoarei você e te aliviarei<br />
CRISTÃO: Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo.<br />
DEUS: Então não me peças perdão também!<br />
CRISTÃO: Mais uma vez está certo! Mais do que quero vingar-me, quero a paz com o Senhor. Esta bem, esta bem; eu perdôo a todos, mas ajude-me Senhor. Mostre-me o caminho certo para mim e meus inimigos.<br />
DEUS: Isto que você pede é maravilhoso, estou muito feliz com você. E você como está se sentindo?<br />
CRISTÃO: Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade, nunca havia me sentido assim! É tão bom falar com DEUS.<br />
DEUS: Ainda não terminamos a oração. Prossiga&#8230;<br />
CRISTÃO: &#8220;E não deixeis cair em tentações, mas livrai-nos do mal&#8230;&#8221;<br />
DEUS: Ótimo, vou fazer justamente isso, mas não se ponha em situações onde possa ser tentado.<br />
CRISTÃO: O que quer dizer com isso?<br />
DEUS: Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a participar de coisas sujas, intrigas, fofocas. Abandone a maldade, o ódio. Isso tudo vai levá-lo para o caminho errado. Não use tudo isso como saída de emergência!<br />
CRISTÃO: Não estou entendendo!<br />
DEUS: Claro que entende! Você já fez isso comigo várias vezes. Entra no erro, depois corre me pedir socorro.<br />
CRISTÃO: Puxa, como estou envergonhado!<br />
DEUS: Você me pede ajuda, mas logo em seguida volta a errar de novo, para mais uma vez vir fazer negócios comigo!<br />
CRISTÃO: Estou com muita vergonha, perdoe-me Senhor!<br />
DEUS: Claro que perdôo! Sempre perdôo a quem está disposto a perdoar também, mas não esqueça, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa, medite cada palavra que fala! Termine sua oração.<br />
CRISTÃO: Terminar? Há, sim, &#8220;Amém!&#8221;<br />
DEUS: O que quer dizer amém?<br />
CRISTÃO: Não sei. É o final da oração.<br />
DEUS: Você só deve dizer amém quando aceita dizer tudo o que eu quero, quando concorda com minha vontade, quando segue os meus mandamentos, porque AMÉM! Quer dizer: assim seja, concordo com tudo que rezei.<br />
CRISTÃO: Senhor, obrigado por ensinar-me esta oração e agora obrigado por fazer-me entendê-la.<br />
DEUS: Eu amo cada um dos meus filhos, amo mais ainda aqueles que querem sair do erro, quer ser livre do pecado. Abençôo-te e fica com minha paz!<br />
CRISTÃO: Obrigado, Senhor! Estou muito feliz em saber que és meu amigo.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Chamado</title>
		<link>http://www.evol.com.br/o-chamado-2</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 18:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro Evangélico]]></category>

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		<description><![CDATA[Personagens : Voz Oculta &#8211; Um rapaz de voz firme. Voz Feminina &#8211; Uma Jovem. Maria &#8211; personagem principal Amiga &#8211; personagem 2 Amigo &#8211; personagem 3 com um caderno na mão. CATIVO &#8211; Rapaz com uma corda em volta do pescoço CEGO &#8211; Rapaz como que estivesse cego. PRESA &#8211; Uma jovem com correntes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Personagens :</p>
<p>Voz Oculta &#8211; Um rapaz de voz firme.<br />
Voz Feminina &#8211; Uma Jovem.<br />
Maria &#8211; personagem principal<br />
Amiga &#8211; personagem 2<br />
Amigo &#8211; personagem 3 com um caderno na mão.<br />
CATIVO &#8211; Rapaz com uma corda em volta do pescoço<br />
CEGO &#8211; Rapaz como que estivesse cego.<br />
PRESA &#8211; Uma jovem com correntes nas mãos.</p>
<p>PEÇA :</p>
<p>VOZ OCULTA: Maria,&#8230;, Maria&#8230;. ( A Jovem aponta para si )</p>
<p>VOZ OCULTA: É, você mesma&#8230;, lembra? (A Jovem procura saber do que se trata, vira-se e depara com uma velha amiga que já não via a muito tempo, gesticula uma conversa e se despede &#8230;)</p>
<p>VOZ OCULTA: Não, não é isso vamos tente lembrar! (A Jovem se lembra que tinha marcado de estudar com um amigo e vai ao encontro de seu amigo gesticula como se estivesse estudando e depois vai embora&#8230;)</p>
<p>VOZ OCULTA: É você esqueceu, esqueceu do seu compromisso &#8230; (A Jovem tira uma foto [namorado] de dentro da calça e a beija&#8230;)</p>
<p>VOZ OCULTA: Há algum tempo você foi em minha casa, e prometeu-me o seu coração, disse que sua vida era minha&#8230; (A Jovem então se lembra e se arrepende aponta para a cabeça e tenta atirar&#8230;)</p>
<p>VOZ OCULTA: PARE!!! (A Jovem solta a arma e chora&#8230;)</p>
<p>VOZ OCULTA: O que fizeram a você? O tempo foi passando, e você cada dia mais distante de mim.<br />
Quantas vezes mandei meus servos ao teu encontro e você sempre ocupada de mais com: os amigos, os estudos, o trabalho as festas, o namoro, até a TV se tornou mais importante que EU&#8230;<br />
E pouco a pouco, você me tirou da sua vida&#8230;<br />
Esqueceu do chamado que um dia lhe fiz&#8230;</p>
<p>(A Jovem põe a mão no peito e seu coração começa a pulsar&#8230;)<br />
(DEDILHADO COM O VIOLÃO OU BATIDAS NO MICROFONE PARA IMITAR O CORAÇÃO PULSANDO)</p>
<p>VOZ FEMININA : O Espírito Santo está sobre mim,<br />
(A Jovem se levanta e lança seu coração a Deus&#8230;)</p>
<p>VOZ FEMININA: Pelo que me ungiu para evangelizar<br />
(A Jovem prega para seus amigos&#8230;)</p>
<p>VOZ FEMININA: Enviou-me para apregoar liberdade aos cativos,<br />
(A Jovem vira para as três pessoas que estão atrás dela, vai em direção ao CATIVO e tira a corda do seu pescoço&#8230;)</p>
<p>VOZ FEMININA: Dar vista aos cegos,<br />
( Vai em direção ao CEGO e limpa seus olhos&#8230;)</p>
<p>VOZ FEMININA: Pôr em liberdade os oprimidos,<br />
(Vai em direção a PRESA e tira as correntes dela)</p>
<p>TODOS: E ANUNCIAR O ANO ACEITÁVEL DO SENHOR!</p>
<p>TODOS CANTAM A MÚSICA:<br />
Tantas coisas tenho feito para o meu próprio prazer,<br />
Tenho andado a procura do meu próprio bem querer,<br />
Enquanto existe tanta gente ansiosa por aí sem te conhecer<br />
Assim como eu conheço a ti.<br />
O chamado que um dia tu fizer-te a mim,<br />
E a qual sem hesitar eu disse sim,<br />
Ressoou em meus ouvidos como da primeira vez,<br />
E a ti JESUS eu novamente digo sim,<br />
Eis-me aqui, eu livre estou ao teu dispor para onde tu quiseres me enviar,<br />
Me coloco submisso a ti Senhor para o teu querer em mim realizar .</p>
<p>FIM</p>
<p>Jackeline Michelle F. Costa.</p>
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		<title>Antes da última Trombeta</title>
		<link>http://www.evol.com.br/antes-da-ultima-trombeta</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 18:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro Evangélico]]></category>

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		<description><![CDATA[Hino 154 do C.C. Orquestrado ( Voz alta, abaixando até bem suave) Narrador: Missões&#8230; vamos ganhar vidas! Vamos trabalhar para o nosso Mestre antes da última trombeta soar! CENA 1 Rosa, sentada à mesa ouvindo um programa de rádio Rosa: Como é bom ouvir a palavra de Deus aqui neste sertão, como me sinto feliz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hino 154 do C.C. Orquestrado ( Voz alta, abaixando até bem suave)<br />
Narrador: Missões&#8230; vamos ganhar vidas! Vamos trabalhar para o nosso Mestre antes da última trombeta soar!</p>
<p>CENA 1<br />
Rosa, sentada à mesa ouvindo um programa de rádio<br />
Rosa: Como é bom ouvir a palavra de Deus aqui neste sertão, como me sinto feliz após ter aceito a Cristo em meu coração através destes programas. (em atitude de oração): &#8220;Oh! Senhor, derrama as tuas bênçãos sobre estas pessoas que com amor imenso tornam possível ouvir a tua palavra neste lugar tão distante&#8221;</p>
<p>Carla entra vibrando de alegria e já de longe chama bem alto<br />
Carla: Rosa, escuta só que notícia tenho pra te dar&#8230;<br />
Rosa: mas fale logo, o que é?<br />
Carla: Imagine só, tão falando lá na vila que um missionário chegou até aqui! Aqui tão longe, não é maravilhoso? Um servo de Deus em nosso meio!<br />
Rosa: Puxa, desde que me converti venho orando para que Deus envie um missionário para nós, e eis a resposta! Como Deus tem sido bom para conosco! Vamos para a vila!</p>
<p>CENA 2<br />
Ouve-se um dueto atrás da cortina (Um só Pastor) Abre-se a cortina. Um missionário sentado com um grupo de pessoas entre eles Rosa e Carla, num estudo bíblico e o missionário falando sobre a segunda vinda de Cristo. Termina a cena com uma oração.</p>
<p>CENA 3<br />
Música Suspense<br />
Leitura de Tiago 5:7-8</p>
<p>Música Suspense por um instante parando repentinamente e fala o narrador<br />
Narrador: Chegam até nós notícias de Brasília que centenas de pessoas desapareceram misteriosamente. Também de outras cidades chegam as mesmas notícias, Guaíra está em pânico, centenas de pessoas também em nossa cidade desapareceram.</p>
<p>Música suspense<br />
Abre a cortina e entram dois rapazes apavorados</p>
<p>Rapaz 1(fala p/ o outro): Eu não sei mais nem o que pensar, estava numa loja escolhendo uma calça, quando de repente o balconista sumiu, desapareceu na minha frente, simplesmente sumiu!<br />
Música Suspense<br />
Entra uma jovem mãe empurrando um carrinho de bebê, olha com espanto, procurando pelo filho entre o cobertor, jogando-o ao chão<br />
Mãe: Onde está meu filho? Estava deitado aqui, ajudem-me, alguém o roubou, socorro, chamem a polícia!<br />
Música Suspense</p>
<p>Narrador: De todos os lugares nos chegam notícias de pessoas desaparecidas. Todos clamam e choram, famílias inteiras desaparecem. Ainda a pouco assisti a uma cena de desespero de um comerciante gritando que seus funcionários tinham desaparecido.<br />
Música Suspense</p>
<p>Entra uma senhora e fala desesperadamente: O que é isto? De todos os lugares do mundo nos chegam as mesmas notícias, que fim vai ter isto?</p>
<p>Entra outra senhora chamando por sua filha: Simone, onde está minha Simone?<br />
Com os gritos outra senhora vem correndo: O que foi?<br />
Senhora 1: Minha filha desapareceu, eu quero minha Simone (sai aos prantos)<br />
Música Suspense<br />
Entra um jovem e fala com tom de arrependimento: Eu não quis acreditar naquilo que me falavam, eu não quis seguir os conselhos do meu pastor e agora aconteceu, é tarde demais, Cristo já buscou a sua igreja.<br />
Música Suspense<br />
Entra um grupo de pessoas lamentando<br />
P1: Quantas vezes estive na igreja, mas nunca levei a palavra de Deus a sério!<br />
P2: Agora sei porque não fui com Ele, nunca dei muita importância a vida espiritual!<br />
P3: Eu sabia que devia fazer uma entrega total, mas sempre fui deixando para amanhã&#8230;<br />
Entra um grupo de pessoas acusando-os<br />
A1: Por que vocês não nos falaram de Jesus?<br />
A2: Vocês sabiam a palavra de Deus e não nos falaram nada sobre ela!<br />
A3: Vocês nos deram um mau testemunho<br />
A2: Vocês nunca disseram que Jesus ia buscar a sua Igreja<br />
A1: Vocês são culpados de nós irmos para o inferno!<br />
Música Firme nas Promessas</p>
<p>Narrador: E nós?&#8230; O que estamos fazendo? Ai de nós se não falarmos do Amor de Jesus às pessoas.<br />
Ai de nós se não ajudarmos a espalhar a Palavra de Deus pelo mundo todo. Ai de nós se não contribuirmos para a obra do Senhor.<br />
Ai de nós se dermos mau testemunho, sendo crentes negligentes. Irmãos mãos a obra, vamos lutar. O amor de Jesus espalhar, ganhar almas para o Senhor, para subirem quando a última trombeta soar&#8230;</p>
<p>Ouve-se o hino C. C. 108</p>
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		<title>O Grande Tesouro</title>
		<link>http://www.evol.com.br/o-grande-tesouro</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 18:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro Evangélico]]></category>

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		<description><![CDATA[CENÁRIO: Bem simples. Deve haver um poste com setas apontando em várias direções, escrito o nome de vários lugares (ex.: Lugar Nenhum, Nada, etc.) e uma delas será uma placa de indicação, escrita Terra da Tristeza. Esse poste deve ser retirado no meio da peça, retornando no final. PERSONAGENS: Chiquinha: uma menina, tipo &#8220;maria-chiquinha e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CENÁRIO:<br />
Bem simples. Deve haver um poste com setas apontando em várias direções, escrito o nome de vários lugares (ex.: Lugar Nenhum, Nada, etc.) e uma delas será uma placa de indicação, escrita Terra da Tristeza.<br />
Esse poste deve ser retirado no meio da peça, retornando no final.</p>
<p>PERSONAGENS:<br />
Chiquinha: uma menina, tipo &#8220;maria-chiquinha e sardas no rosto&#8221;, ou um menino, tipo molequinho.<br />
Pirata Malvado<br />
Mago: ajudante do Pirata, é muito puxa-saco, nunca faz nada direito. Deve ter uma voz e risada irritantes<br />
Elvis Spray: sósia de Elvis Presley. Cantor falido e desafinado<br />
Menor: pode ser um menino de rua, ou alguma outra figura pobre. Cabe uma mulher grávida.<br />
Robô: deve ter a voz bem estacada, metálica.<br />
Tesouro: em um baú ou coisa similar, deve haver uma faixa, onde estará pintada a frase: Jesus Ama Você. A pessoa que for dar a palavra deve se basear nisso.</p>
<p>ROTEIRO:<br />
A abertura da peça pode ser feita por palhaços (2 ou 3, apenas). Eles podem brincar com as crianças e explicá-las a peça. Podem brincar de &#8220;imagine&#8221; e transportar as crianças para a Terra da Tristeza, um lugar onde todos são muito tristes pois procuram um tesouro e não conseguem achá-lo.</p>
<p>(Chiquinha entra rodando, como em um sonho, e cai no chão desacordada. Para dar efeito, pode-se usar fumaça de gelo seco. Música de entrada: Som de ventos &#8211; banda Kadoshi &#8211; apenas uma parte do instrumental)</p>
<p>Chiquinha: Ai&#8230; aonde estou?? Nossa&#8230; que lugar triste, sem vida&#8230; Será que eu morri??<br />
(entram o pirata e o mago carregando o baú do tesouro. Música sinistra. Eles devem deixar o baú em um canto do palco, e ficar rodeando Chiquinha e dando gargalhadas)</p>
<p>Pirata: Hahahaha! Não, bobinha, você ainda não está morta! Mas em breve estará! Hahahaha!!!</p>
<p>Mago: Ó idolatrado chefinho, não desperdice seu precioso tempo com essa mísera garotinha&#8230;<br />
Pirata: (com raiva do mago, o afastando um pouco com um safanão) Fique Quieto, seu verme imundo!! Você não consegue acertar nem uma mágica, como pode querer dar palpites!! Cale a boca!</p>
<p>Chiquinha: (que até então olhava tudo muito espantada) Ei, quem são vocês? Será que podem me tirar daqui?</p>
<p>Pirata: Te tirar daqui?? Haha&#8230; Você quer sair daqui?! Há! Você nunca vai sair daqui. Essa é a Terra da Tristeza, e quem entra aqui, fica para sempre&#8230;!!! Hahahaha!</p>
<p>Mago: Hihihi&#8230; é isso mesmo, chefinho! A única saída daqui é o tesouro e&#8230; (o mago é interrompido pelo pirata, que sai reclamando e batendo nele)</p>
<p>Pirata: Cale a boca, seu estrupício, mentecápito!</p>
<p>Chiquinha: Tesouro?? Que tesouro é esse?? ( enquanto ela fala eles saem, e ela vai atrás deles, mas eles somem.) Ei! Voltem aqui!! Aonde eu encontro esse tesouro? (ela pára e fala desapontada) Puxa&#8230; e agora, como vou saber que tesouro é esse&#8230;?!<br />
(entra o Elvis Spray, ao som de uma música de Elvis Presley, dançando e tocando uma guitarra)</p>
<p>Elvis: Yeahhhhhh! UHU! Obrigadú! Ei você, gatinha! Ouvi você falar no tesouro? Também estou procurando por ele. Porque não o procuramos juntos?</p>
<p>Chiquinha: Como posso confiar em você? Eu nem sei o seu nome, e minha mãe sempre me disse para não falar com estranho&#8230;</p>
<p>Elvis: Não seja por isso! Meu nome é ElvissssssssssssssSpray! O maior cantor falido da Terra da Tristeza. Pra falar a verdade, acho que sou o único&#8230;</p>
<p>Chiquinha: Você está aqui há quanto tempo?</p>
<p>Elvis: Bem, aqui não existe tempo, mas estou aqui desde que percebi que a minha voz, e o meu rebolado, já não agradavam mais ao meu público&#8230;e nem a mim mesmo&#8230;(começa a cantar bem desafinado. Chiquinha põe as mãos nos ouvidos)</p>
<p>Chiquinha: AI!!! Chega, pára, por favor!! Ufa&#8230; Mas, seu Elvis, você está aqui sozinho??</p>
<p>Elvis: Não sei&#8230; na verdade, eu nunca procurei por ninguém &#8230;</p>
<p>Chiquinha: Puxa, que triste&#8230; Ei, olha lá, tem alguém ali! E parece que está bem mais triste do que você&#8230;</p>
<p>Elvis: Vamos até lá! Quem sabe ele não se anima e vem conosco?! (eles andam até onde está o menor, e a Chiquinha começa a falar)</p>
<p>Chiquinha: Oi, como vai? Porque você está tão triste?</p>
<p>Menor: Oi nada&#8230; E sai daqui, eu não tô afim de papo!</p>
<p>Elvis: Puxa, que mal educado! Vem, vamos embora! Deixa ele pra lá!</p>
<p>Chiquinha: Olha Elvis, minha avó uma vez leu para mim uma coisa muito legal: &#8220;Se alguém vê seu amiguinho triste, e vira seu coração para ele, esse alguém não ama a sua própria vida!&#8221;. Por isso, eu só vou sair daqui depois que ele me escutar!</p>
<p>Menor:(arrependido do que falou) Puxa&#8230; Nunca ouvi uma frase como essa em toda a Terra da Tristeza. Desculpe a minha grosseria&#8230;</p>
<p>Chiquinha: Tudo bem&#8230;Mas porque você está aqui?</p>
<p>Menor: Bem, eu não tenho pai, nem mãe, nem irmãos&#8230; não tenho ninguém&#8230; Nem um nome eu não tenho!</p>
<p>Elvis: Ah, então isso não é mais problema. A partir de agora você é meu ajudante, vai carregar a minha guitarra, e seu nome vai ser&#8230; TIRIRICA!</p>
<p>Menor/Tiririca: Que legal! T-I-R-I-R-I-C-A! Isso é fantástico! Eu nunca tive nome nem amigos, e agora eu tenho os dois!!!!!<br />
(enquanto os três se abraçam e festejam, toca uma música para a entrada do robô. Música com muitos metais, de preferência.)</p>
<p>Robô: (revoltado com o barulho) Isso não computa! Isso não computa! Que barulhada é essa??</p>
<p>Tiririca: Robojento, Robojento, sabe o que aconteceu? Eu agora tenho um nome e dois amigos! Vem cá, deixa eu apresentá-los!</p>
<p>Robô: Ô garoto! Será que você não vê que eu estou tentando calcular o caminho para o tesouro??</p>
<p>Chiquinha: O quê!!?? Por acaso você falou em tesouro??</p>
<p>Tiririca: É, ele tá sempre ocupado calculando isso&#8230; eu já desisti de procurar&#8230;</p>
<p>Robô: Oh, não! Mais uma criança enjoada para me atrapalhar!</p>
<p>Elvis: Que coisa! Será que todos aqui são mal educados?</p>
<p>Chiquinha: Seu Robojento, minha vó uma vez me disse assim: &#8221; Não deixe que o dia passe e você continue amargurado, por que o amor derrota qualquer sentimento de tristeza&#8221;.<br />
Espero que mesmo você sendo um robô, entenda isso direitinho!</p>
<p>Robô: Hmmm&#8230; Isso não computa, mas é muito interessante&#8230; Eu até poderia gravar em minha memória&#8230;</p>
<p>Tiririca: Então, Robojento, se você sabe o caminho para o tesouro, porque não nos leva até lá?</p>
<p>Robô: Ah, isso é o de menos&#8230; o problema é o Pirata Malvado, que não deixa ninguém chegar perto&#8230;</p>
<p>Chiquinha: Ah, eu já vi esse Pirata, e não o achei tão malvado e forte assim. Se nos unirmos, poderemos acabar com ele!</p>
<p>Todos: É isso aí! Vamos lá!</p>
<p>(ao som da música do Robô, ele os guia para o tesouro, dando uma ou duas voltas no palco. Ao pararem, se assustam ao ver o Pirata, Chiquinha fica à frente do grupo)</p>
<p>Pirata: Hahaha! Ninguém tocará nesse tesouro!</p>
<p>Mago: Hihi&#8230; é isso mesmo, ó idolatrado, vitaminado chefinho!</p>
<p>Pirata: Calado, seu verme! E vocês, quem pensam que são? É preciso muito mais do quem um cantor falido, um robô idiota e uns moleques de rua para me desafiar! Mago, pare de puxar o meu saco, e congele-os, agora!!!</p>
<p>Mago: Salabimmm, saravá&#8230; cabrumm&#8230;pimpim!(ao terminar as &#8220;palavras mágicas&#8221;, joga um pouco de confete prateado em cima de todos, que ficam congelados. A posição deles deve ser de meia-lua)</p>
<p>Chiquinha: (à medida que ela vai falando, vai descongelando. A mesma coisa para os outros. O mago e o Pirata vão ficando apavorados.) Pessoal, escutem bem! Acho que eu já descobri qual é a desse Pirata de meia-tigela!<br />
Quanto mais tristes e amedrontados nós ficarmos, mais ele terá poder sobre nós! Elvis, o seu fracasso como cantor não diminui o que você realmente é. Você é importante para nós!</p>
<p>Elvis: Puxa&#8230; É mesmo! Eu nunca havia pensado assim!</p>
<p>Chiquinha: Robojento, você não precisa passar o dia se zangando e reclamando. A vida é bem mais do que se pode calcular! Basta viver!</p>
<p>Robojento: Isso computa&#8230;Isso computa!</p>
<p>Chiquinha: Tiririca, você não precisa viver de roubos e esmola. Você não é tão carente quanto pensa! Nós o amamos e seremos sempre seus amigos!</p>
<p>Tiririca: É mesmo! Daqui para a frente, não serei mais triste!</p>
<p>Chiquinha: Olhem! O encanto se desfez!! Vamos cantar uma música bem legal e derrotar esse Pirata Bobão!<br />
(música e coreografia: Sansão (pelos poderes de Deus eu tenho a força). o Pirata e o mago saem derrotados, se arrastando)</p>
<p>Chiquinha: Olhem! Derrotamos o Pirata! Viva!!</p>
<p>Elvis: É mesmo! Venham, vamos pegar o tesouro e sair desse lugar!<br />
(todos abrem o baú, pegam a faixa e a mostram para as crianças. Uma música bem suave pode ser tocada enquanto a Mensagem é dada.)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Deus não é Justo!</title>
		<link>http://www.evol.com.br/deus-nao-e-justo</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 18:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro Evangélico]]></category>

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		<description><![CDATA[Deus: Gabriel?! Gabriel?!?&#8230; Tenho ouvido murmúrios e lamentações infindáveis sobre a minha justiça e tomei uma decisão. Traga algumas dessas pessoas até aqui, não importa se elas já morreram, eu quero ouvir as suas reclamações. Gabriel: Sim, Senhor! Mas, Senhor&#8230; eu mando fazerem uma fila? Deus: Isso mesmo Gabriel. Pausa Gabriel: Senhor, Satanás também quer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deus: Gabriel?! Gabriel?!?&#8230; Tenho ouvido murmúrios e lamentações infindáveis sobre a minha justiça e tomei uma decisão.<br />
Traga algumas dessas pessoas até aqui, não importa se elas já morreram, eu quero ouvir as suas reclamações.</p>
<p>Gabriel: Sim, Senhor! Mas, Senhor&#8230; eu mando fazerem uma fila?</p>
<p>Deus: Isso mesmo Gabriel. Pausa<br />
Gabriel: Senhor, Satanás também quer participar&#8230; ele pediu humildemente&#8230;</p>
<p>Deus: Mande satanás pro inferno. Aonde estão as pessoas que eu mandei chamar?</p>
<p>Gabriel: Já estão chegando!<br />
Tumulto</p>
<p>Deus: Gabriel, chame a primeira pessoa!</p>
<p>Gabriel: Moisés?, Moisés?!, você é o primeiro!</p>
<p>Outros: Olha a injustiça, por que ele é o primeiro! Queridinho!</p>
<p>Deus: Silêncio! Então Moisés,&#8230; o que te traz aqui?</p>
<p>Moisés: Deus, nós nos conhecemos muito bem. O Senhor fez um bom trabalho no Mar Vermelho e com o exército do Faraó. Sua aparição na sarça ardente foi fantástica! Mas, será que eu não poderia ter colocado pelo menos um pé na terra de Canaã?<br />
Tenho essa queixa contra o Senhor há alguns milhares de anos e preciso desabafar. Minha experiência com o Senhor não tem sido totalmente agradável. Fui deliberadamente exaltado para depois ser humilhado. Tudo o que fiz foi bater na rocha! O que há de mal nisso?<br />
Olhe, desisti do conforto do Egito, como segundo em autoridade ao Faraó. Segui ao Senhor sem vacilar. Tudo o que obtive foram 40 anos nos confins de um terrível deserto, outros 40 anos tratando com uma multidão de pessoas que se comportavam como mentecaptos mal agradecidos, e depois morri justamente 30 dias antes de todos os outros entrarem na Terra Prometida! Estou desgostoso.<br />
O Senhor simplesmente não é justo!</p>
<p>Deus: Gabriel, o próximo!</p>
<p>Gabriel: Davi, você é o próximo.</p>
<p>Deus: Então, Davi, qual a sua desavença?</p>
<p>Davi: Qual a minha desavença?! Oras, no começo tudo ia bem, eu até matei Golias, só porque ele maldisse o Seu nome. Depois, fui parar ao lado de Saul. Tinha que ficar tocando arpa para afugentar o espírito maligno que se apossava dele.<br />
Então&#8230; vem a desgraça, Saul sente inveja de mim e me persegue. Tentou me matar com uma lança várias vezes. Tive que fugir e até comer na mesa dos meus inimigos. Tudo bem, consegui escapar de Saul, me tornei rei e tive um caso de trinta minutos com Bete-Seba e por isso minha família e o meu reino sofreram por mais de 40 anos&#8230;.<br />
E o pior de tudo&#8230; o Senhor me proibiu de construir o templo. O templo do Senhor mesmo&#8230; olha Deus, isso foi a gota d&#8217;água&#8230; O Senhor não é Justo!</p>
<p>Deus: Gabriel, chame uma mulher!</p>
<p>Gabriel: Alzira, você é a próxima.</p>
<p>Deus: Alzira?! Mas você ainda está viva&#8230;</p>
<p>Alzira: Por pouco tempo! Oh Senhor, o que eu fiz para merecer tamanho sofrimento. Eu era uma mulher alegre, despojando de toda a minha felicidade. Casei com um homem maravilhoso, tive dois filhos, freqüentava a Sua casa todos os finais de semana. Participava efetivamente do trabalho da igreja. Eu era feliz!<br />
Mas então, eis que vem a desgraça, o meu marido me troca por uma mulher 20 anos mais nova do que eu, e ainda por cima me toma a casa e o carro, não me paga pensão e nem ajuda os meu filhos! Tive que ir morar numa favela! Mas o Senhor não se contentou, mandou uma chuva enorme que derrubou o meu barraco e matou um dos meus filhos&#8230;<br />
Mas eu sobrevivi, continuei fiel na Tua palavra e consegui me reerguer. Mas, ainda era pouco!.. Meu outro filho se perdeu no mundo das drogas e da prostituição. Hoje ele está preso, e para acabar com o resto, eu ainda estou com câncer no intestino. Por que tudo isso? Por que não me mata de uma vez? Tenho contra Ti, que o Senhor não é Justo!</p>
<p>Deus: Gabriel, chame o próximo!</p>
<p>Gabriel: João Batista!, você é o próximo.</p>
<p>Deus: João Batista?!? Fale&#8230;</p>
<p>João Batista: Deus, sei que o Senhor é reto e Santo, mas estou realmente aborrecido. Quanto mais penso, tanto mais me enraiveço. Deixe-me fazer uma pergunta: O Senhor já teve de comer gafanhotos? Pois bem, eu tive! Além disso, o Senhor me obrigou a andar por morros e vales, gritando sobre o arrependimento com toda a força dos meus pulmões.<br />
E isso não é tudo. Depois, sem cerimônia alguma minha cabeça foi cortada! Isso não é justo! Acredito que me explorou para proveito próprio. É dessa forma que age? Se agrada em espremer as pessoas, tirando tudo delas e depois aprecia jogá-las fora? Hein? É isso o que faz?</p>
<p>Deus: Gabriel, chame outra mulher&#8230;</p>
<p>Gabriel: Lindomar, Deus te chama.</p>
<p>Lindomar: Até que enfim! Já não agüentava mais essa fila. Esse bando de gente reclamando. Um tal de Jeremias não parava de se lamentar sobre as condições do calabouço, onde ficava enterrado na lama praticamente até as orelhas.<br />
Outro tal de Paulo disse que naufragou três vezes, não teve com que se vestir, passou fome, foi perseguido, apedrejado, rejeitado pelo sistema religioso, encarcerado e finalmente morto, credo!<br />
Já o tal de João se queixava de seus &#8220;Benefícios da Previdência Social&#8221; no asilo de loucos numa ilha chamada Patmos. José tremia de raiva por ter sido vendido como escravo, caluniado pela mulher do seu patrão, e atirado numa cela.<br />
O pior de tudo é que ele me disse que o crime dele foi um sonho. Tinha um cara muito puro, acho que o nome dele era Estevão&#8230; ele estava todo inchado e roxo. Ele disse ter sido apedrejado até a morte. Ô povo que reclama!!!</p>
<p>Deus: Terminou?! Afinal, qual é a sua queixa?</p>
<p>Lindamar: Ora Senhor, não se faça de desentendido! Eu sei muito bem que o Senhor é machista.<br />
Nem sequer chamou as mulheres primeiro&#8230; mas tudo bem, já estou acostumada. Agora, eu trabalho tanto e só ganho metade do que um homem ganharia se estivesse ocupando o mesmo cargo que eu.<br />
E na igreja então, a união feminina é chamada de Sociedade Auxiliadora Feminina&#8230; que auxiliadora o quê! Nós somos um grupo de liderança! E os pastores então&#8230; nós não podemos ser pastoras, devemos sempre ficar na sombra dos homens.<br />
Por mais que façamos, estamos sempre subordinadas aos homens&#8230; Olha Deus, depois de tudo que eu tenho visto, realmente, o Senhor não é justo!</p>
<p>Deus: Gabriel&#8230;</p>
<p>Gabriel: Aqui, Senhor!</p>
<p>Deus: Chame o próximo!</p>
<p>Gabriel: Jó, sua vez.</p>
<p>Jó: Deus, sei que o Senhor tem tudo sobre controle. Mas, penso que é um &#8220;desmancha-prazeres cósmico&#8221;.<br />
Deve ficar sentado em seu trono esperando que alguém esteja gozando a vida ao máximo, e então ri sinistramente e torce satisfeito as mãos. Posso ver isso claramente: o que faz é esmagar tudo o que essa pessoa tem. Não tente fugir agora; estou aqui para comprovar pessoalmente o fato de que esse é um de seus passatempos favoritos.<br />
(Todos concordam com a cabeça e resmungam!)<br />
Fui uma vítima indefesa. Sem consultar-me o Senhor deu ao diabo permissão para me destruir. Perdi 7.000 ovelhas, 3.000 camelos, meu gado, jumentos, servos, sete filhos e minhas três preciosas filhas. Isso não é tudo. Enquanto me sentava nas cinzas de minha casa queimada, cuidando de meus tumores, minha mulher me disse que eu havia perdido minha integridade e que deveria blasfemar contra o Senhor e morrer.<br />
Deus, não consigo compreender como isto aconteceu comigo. O Senhor é injusto em suas ações, não só comigo, mas com toda a pessoa que anda na face da terra!</p>
<p>Gabriel: Senhor, devo chamar mais alguém?</p>
<p>Deus: Não, existem muitos.</p>
<p>* Pausa -</p>
<p>Pó da terra, onde estavam vós, quando lançava os fundamentos da terra?<br />
O que vejo aqui se não milhares de pessoas preocupadas somente com o seu próprio ser e mais nada.<br />
Estais vós queixosos de sofrimentos carnais quando o meu reino lhe és chegado. Quem sois vós que deturpam a minha justiça, remedeiam as minhas leis e quebram as minhas alianças por egoísmo?<br />
Acaso não é o Pai que julga o que é melhor para os seus filhos, mesmo que esses não o compreendam ainda? Acaso anularás vós, de fato, o meu juízo? Ou me condenarás, para te justificares?<br />
Ou tens braço como Deus? Ou podes trovejar com a voz como ele faz? Quem aumentará a minha glória? O que és privado de tribulações ou o que és fiel nas tribulações? Por acaso deixei-vos à sombra quando me clamardes perdão por seus pecados.<br />
Acaso vós me criaste? Acaso teu Deus está no patamar de julgamentos humanos? Acaso tens piedade de Satanás? Eu sou Deus zeloso, e minha justiça me basta, aqueles que não a aceitam, servos do Diabo sois vós. Quem serve a quem?</p>
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		<title>Palhaços</title>
		<link>http://www.evol.com.br/palhacos</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 18:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro Evangélico]]></category>

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		<description><![CDATA[Personagens: palhaço Deus, palhaço mau e palhaço homem. Cenário: Sem cenário fixo Acessórios: um revólver e um alvo de cartolina (Podendo nem mesmo usar uma arma, mas, imitar uma arma com as mãos) . Guarda-roupa: Todos vestidos de palhaço. Iluminação: Se houver, todas as luzes são acesas e apagadas juntas. Sonoplastia: Opcional, preparar a gosto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Personagens: palhaço Deus, palhaço mau e palhaço homem.<br />
Cenário: Sem cenário fixo<br />
Acessórios: um revólver e um alvo de cartolina (Podendo nem mesmo usar uma arma, mas, imitar uma arma com as mãos) .<br />
Guarda-roupa: Todos vestidos de palhaço.<br />
Iluminação: Se houver, todas as luzes são acesas e apagadas juntas.<br />
Sonoplastia: Opcional, preparar a gosto do grupo. A peça é uma mímica.<br />
Maquiagem: Palhaço Deus e Palhaço homem com rosto branco, mas Palhaço Mal com rosto meio sujo, escuro, mau.</p>
<p>INÍCIO</p>
<p>* No palco estão os três palhaços. PALHAÇO DEUS está entre o PALHAÇO HOMEM e o PALHAÇO MAL, que estão agachados. DEUS está em pé, olhando para frente, parado.<br />
Começa a música.</p>
<p>Deus move-se, olhando ao longe, para os lados. Levanta os braços e imediatamente a luz acende. Abaixa os braços e lentamente olha para o MAL.<br />
Subitamente, levanta os braços e &#8220;cria&#8221; o PALHAÇO MAL, que no mesmo instante olha para frente assustado, e se levanta alegre. Dá as mãos a DEUS e rodam, brincando felizes.<br />
Param de brincar. Soltam as mãos. O MAL fica observando. DEUS cria a terra, os céus e os pássaros. DEUS está muito alegre, mas o MAL começa a inveja-lo. O MAL circula DEUS e observa constantemente.<br />
DEUS pára e olha para o HOMEM. Aproxima-se, circula, começa a moldar o HOMEM. O MAL observa de olhos arregalados. DEUS vai levantando o HOMEM, que está de olhos fechados. DEUS pára e afasta-se com o HOMEM já de pé.<br />
Então aproxima-se e sopra-lhe vento no rosto. Imediatamente o HOMEM acorda. O MAL assusta-se, abre a boca, espalma as mãos. O HOMEM olha para DEUS. Os dois abrem um sorriso, se abraçam e começam a dançar e brincar. o MAL observa, acompanha e sente inveja.<br />
DEUS mostra ao HOMEM sua criação: a terra, os céus e os pássaros. O HOMEM olha atento e deslumbrado.<br />
O MAL acompanha com inveja e cara amarrada.<br />
DEUS dá toda a criação para o HOMEM que fica muito alegre, surpreso, e sai dançando e contemplando a criação.<br />
O MAL demonstra irritação e inveja.<br />
Deus olha o HOMEM sair e então afasta-se, sorrindo.<br />
O MAL olha zangado a alegria do HOMEM. Cruza os braços e mostra que está pensando, tramando o mal. O MAL sorri, esfrega as mãos uma nas outras e olha para o HOMEM, aproximando-se dele.<br />
DEUS olha desconfiado para o MAL, mas mantêm sua distância.<br />
O MAL aproxima-se do o HOMEM e toca-lhe. O HOMEM assusta-se. O MAL pede calma, e chama o HOMEM com o dedo, sorrindo falsamente.<br />
O HOMEM aproxima-se desconfiado.<br />
O MAL finge estar alegre, brincando e dando uma volta em torno do HOMEM. Pára e convida o HOMEM pára brincar. O HOMEM olha atento e por fim sorri. O MAL esfrega as mãos e convida o HOMEM para brincar e pular.<br />
Deus observa andando devagar, mas ao longe.<br />
O HOMEM aceita o convite e começa a brincar com o MAL, pulando um em volta do outro e de vez em quanto o HOMEM olha a criação. O MAL tem um sorriso falso.</p>
<p>De repente o MAL pára atras do HOMEM e lhe dá um chute sorrindo. O HOMEM cai.<br />
DEUS sofre.<br />
O MAL ri. O HOMEM olha para traz, sem entender. O MAL disfarça e chama ao HOMEM. Sem entender, preferindo esquecer, o HOMEM brinca também. DEUS observa triste.<br />
Após brincarem um pouco, O MAL ao passar pelo HOMEM, pisa no seu pé com maldade e afasta-se rindo e brincando. O HOMEM sente a dor, pega seu pé e olha para o MAL.<br />
DEUS sofre. O MAL disfarça, continua brincando.<br />
O HOMEM começa a brincar, mas demonstra tristeza. O MAL aproxima-se e empurra o HOMEM, que cai de novo.<br />
DEUS sofre. O HOMEM levanta, triste, anda meio tonto, sem entender, rindo de vez em quanto, seguindo o MAL. DEUS sofre.<br />
O MAL circula o HOMEM, rindo muito.<br />
O MAL aproxima-se do HOMEM e finge estar enrolando uma corda nele, rodando o HOMEM, que vai colocando os braços cruzados sobre o peito, mostrando que está preso.<br />
O HOMEM sofre. DEUS também sofre. O MAL vibra.<br />
O MAL olha para o HOMEM amarrado e afasta-se. Ri. Apanha o alvo e volta para coloca-lo no peito do HOMEM. O MAL saca um revólver.<br />
Deus pede para que pare com os dedos, mantêm a distância. O MAL dá as costas para o HOMEM que está muito assustado. O MAL conta passos, afastando-se do HOMEM. O MAL pára, vira-se rápido e aponta o revólver para o HOMEM.</p>
<p>DEUS subitamente intervêm, levantando os braços. O MAL e o HOMEM ficam paralisados.<br />
DEUS triste, aproxima-se do HOMEM, olhando-o com compaixão. Dá uma volta em torno dele. Aproxima-se. Pega a corda e afasta-se devagar do HOMEM, que roda lentamente.<br />
A certa distância, DEUS começa também a rodar junto com o HOMEM, mostrando que está enrolando-se na corda, e aproxima-se novamente do HOMEM. Chega à sua frente, toma o alvo e coloca-o em si mesmo. DEUS fica entre o MAL e o HOMEM, de frente para o MAL.<br />
DEUS olha para o MAL, espera um pouco e então abaixa o rosto rapidamente. No mesmo instante o MAL e o HOMEM saem do estado de paralisação.<br />
O HOMEM olha para DEUS assustado. O MAL sacode a cabeça, olha para DEUS, sorri e atira.<br />
Deus cai morto. O HOMEM coloca as mãos na cabeça, assustado. O MAL vibra, pula. O HOMEM foge. O MAL percebe o HOMEM e rindo muito persegue ao HOMEM.<br />
De repente, DEUS ressuscita num salto. O MAL pára aterrorizado. O HOMEM pára sem acreditar no que vê.<br />
DEUS, com autoridade, aponta para o MAL. O MAL está apavorado. DEUS expulsa o MAL de cena. O MAL sai de cena como se levado por uma força, uma luz muito grande.<br />
O HOMEM aguarda, olhando para DEUS com atenção. DEUS olha para o HOMEM com muito amor. DEUS abre seus braços. O HOMEM corre de braços abertos para DEUS. Os dois se abraçam um abraço grande.<br />
Ao terminar o abraço, os dois saem brincando alegres. E saem de cena.</p>
<p>Luzes apagam. FIM</p>
<p>Observações:<br />
1- Lembrar que os personagens são palhaços, por isso os movimentos e feições são sempre exagerados. Passos largos, grandes sorrisos e braços mexendo muito.<br />
2- Ao final da peça, um dos personagens pode retornar para comentá-la e completar sua mensagem. Algumas sugestões para comentar seriam:<br />
* O sacrifício de DEUS (Jesus) em lugar do HOMEM.<br />
* A necessidade do perdão de DEUS para o pecador (mensagem complementar à peça).<br />
* A Criação. O amor de Deus. A liberdade de escolha que DEUS dá. O poder e soberania de DEUS. etc&#8230;</p>
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		<title>Não toque</title>
		<link>http://www.evol.com.br/nao-toque-2</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 18:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro Evangélico]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é uma mímica muito boa para se apresentar em praças públicas, porque necessita apenas de uma cadeira com um cartaz e dois mímicos vestidos como tal. INÍCIO Uma cadeira está no meio da praça com um cartaz pendurado nela dizendo: &#8220;NÃO TOQUE&#8221;. O Mímico curioso que por acaso passava pelo local percebe a cadeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma mímica muito boa para se apresentar em praças públicas, porque necessita apenas de uma cadeira com um cartaz e dois mímicos vestidos como tal.</p>
<p>INÍCIO</p>
<p>Uma cadeira está no meio da praça com um cartaz pendurado nela dizendo:<br />
&#8220;NÃO TOQUE&#8221;.</p>
<p>O Mímico curioso que por acaso passava pelo local percebe a cadeira e se aproxima. Rodando em torno da cadeira ele tenta entender o que há de errado com ela.<br />
Sem chegar a conclusão alguma, o curioso passa a frente da cadeira e olha para a esquerda e para a direita, observando se ninguém aparece.<br />
Vendo que &#8220;a barra estava limpa&#8221;, o curioso pega o cartaz (disfarçando e cheio de confiança) e o joga no chão, desprezando-o.<br />
Enquanto olhava para o cartaz no chão, o curioso sem perceber apoia-se na cadeira. Após achar graça do cartaz caído no chão, o mímico percebe ao tentar ir embora, que sua mão ficou colada na cadeira (a mão e a cadeira permanecem imóveis embora o curioso esforce-se em descola-la).<br />
Neste instante, outro mímico, o amigo, passa pela frente da cadeira com o curioso colado. Imediatamente o curioso disfarça, acenando para o amigo que então continua seu passeio.<br />
Após o amigo se afastar o curioso começa a ficar impaciente. Ele coloca a outra mão no acento da cadeira para tentar descolar a primeira. Então percebe que sua segunda mão fica colada também. Faz força, levanta a cadeira, sacode, e imediatamente disfarça quando percebe que o amigo se aproxima novamente.<br />
O curioso sorri sem graça e finge estar fazendo exercícios.</p>
<p>O amigo acha estranho, mas depois olha para a platéia e elogia o curioso. Faz sinal de aprovação e continua seu passeio.<br />
Tão logo o amigo se distancia, o curioso recomeça a tentar se descolar. Ele está realmente nervoso agora. Joga a cadeira para um lado, joga para o outro, coloca o pé no acento para se apoiar mas o pé escorrega e ele acaba sentando na cadeira, totalmente colado agora.<br />
Enquanto o curioso se sacode, o amigo se aproxima, estranhando a situação. Desta vez o curioso não percebe a aproximação do amigo, e não disfarça.<br />
O amigo começa a perceber o que está acontecendo. Encontra o cartaz caído no chão e entende a situação. Mostra o cartaz &#8220;NÃO TOQUE&#8221; para a platéia fazendo cara de quem diz: &#8220;agora estou entendendo&#8230;&#8221;.</p>
<p>O amigo então se propõe a ajudar o curioso. Ele explica que vai orar a Deus para que Ele o descole da cadeira.<br />
O curioso que continua com uma cara de revoltado com a situação, não faz muita fé na eficiência da oração do amigo que mesmo assim não desiste. Dobra os joelhos e ora com um rosto que demonstra sinceridade, simplicidade e fé.<br />
Enquanto isso o curioso que estava olhando a oração com cara de revoltado, descola-se completamente.<br />
Surpreso, o curioso se levanta com o rosto alegre e festeja com seu amigo.<br />
O amigo então pega o cartaz e entrega para o curioso que aceita de boa vontade o mesmo.<br />
O curioso coloca então o cartaz de volta na cadeira.<br />
O amigo concorda com o curioso, mas após o cartaz &#8220;NÃO TOQUE&#8221; que esta colocado na cadeira, ele apanha-o e vira o cartaz que agora diz: &#8220;PECADO&#8221;.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mãos Vazias</title>
		<link>http://www.evol.com.br/maos-vazias</link>
		<comments>http://www.evol.com.br/maos-vazias#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 May 2009 18:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro Evangélico]]></category>

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		<description><![CDATA[Personagens: D. Dolores Sr. João Paulo Jane Marta Jesus 3 figurantes Narrador ATO 1 &#8211; cenário: Uma sala de estar. Sr. João lendo o jornal, D. Dolores vendo tv, Paulo ao telefone, Jane pintando as unhas. (Toca a campainha, ou batidas à porta.) Sr João: Alguém está tocando a campainha&#8230; Jane: Eu atendo!! (ela abre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Personagens:<br />
D. Dolores<br />
Sr. João<br />
Paulo<br />
Jane<br />
Marta<br />
Jesus<br />
3 figurantes<br />
Narrador</p>
<p>ATO 1 &#8211; cenário: Uma sala de estar. Sr. João lendo o jornal, D. Dolores vendo tv, Paulo ao telefone, Jane pintando as unhas. (Toca a campainha, ou batidas à porta.)</p>
<p>Sr João: Alguém está tocando a campainha&#8230;<br />
Jane: Eu atendo!! (ela abre a porta, cumprimenta Marta e a faz entrar)<br />
Marta: Oi, Jane! Oi pessoal! Tudo bem? todos a cumprimentam<br />
Sr João: Marta, soube que seu pai estava doente. Ele melhorou?<br />
Marta: Obrigada, Sr João. Ele já está bem melhor, graças a Deus!<br />
D. Dolores: Dê nosso abraço a seus pais, sim?<br />
Paulo: Ô Martinha, o que você tem feito ultimamente? Anda meio sumida&#8230;<br />
Marta: Ah, eu tenho estudado muito durante a semana, e nos finais de semana sempre tem programações na igreja. (entusiasmada)<br />
A propósito, esse é o motivo de minha visita. Queria convidar você, Paulo, e a Jane, para irem à igreja comigo. O pastor está fazendo um estudo sobre a volta de Cristo. E aí, topam irem?<br />
( Jane olha para Paulo, e ambos p/ seus pais, que discordam)</p>
<p>Jane: Não vai dar, Marta, já temos um compromisso&#8230;<br />
Paulo: Desculpa, Martinha&#8230;Fica pra uma outra vez, falou!<br />
Marta: Tudo bem, seria um prazer tê-los conosco, mas&#8230; Então tá combinado, de outra vez vocês irão!<br />
D. Dolores: Não esqueça de mandar lembranças a seus pais!<br />
Marta: Não esqueço não, D. Dolores! Boa Noite! todos respondem. Marta sai e eles ficam comentando sobre o convite.<br />
Sr João: A Marta é muito simpática, mas parece uma beata, só pensa em igreja. Eu não quero meus filhos perdendo tempo com essas coisas, quero que vivam a vida.<br />
D. Dolores: É Jane, seu pai tem razão, viva a vida! Você também Paulinho. Eu não quero meus filhos por aí, feito doidos, com Bíblias debaixo do braço&#8230; (continua resmungando e reclamando) igreja&#8230; volta de Cristo&#8230;Hum, só me faltava essa! Cruz Credo!<br />
Paulo: Ah, mamãe, não deve ser tão ruim assim. Veja a Marta, ela parece uma pessoa tão feliz!<br />
Sr. João: Feliz, pois sim&#8230; Desde criança eu ouço falarem dessa bobeirada. Provavelmente esse Cristo nem lembra que prometeu voltar!<br />
Todos riem. Fecha-se a cortina.</p>
<p>ATO II &#8211; Jane está na sala, a campainha toca e ela vai atender</p>
<p>Marta: Oi Jane. Voltei e hoje você vai à igreja comigo! Lembre-se que você prometeu&#8230;<br />
Jane : Poxa Martinha&#8230; eu até gostaria de ir, mas meus pais e o Paulinho saíram&#8230; Mas, termina muito tarde?<br />
Marta: Não&#8230;antes de 21:30 estaremos de volta!<br />
Jane: Então eu vou com você! Só vou pegar a minha bolsa.<br />
Marta: Mas vamos logo, ou chegaremos atrasadas!<br />
elas saem e a cortina é fechada</p>
<p>ATO III &#8211; abre-se as cortinas. Os pais estão conversando na sala, e Jane chega, pensativa, receosa</p>
<p>Jane: Pai&#8230;mãe&#8230;, eu queria contar uma coisa que me aconteceu, mas&#8230; tenho medo que vocês não aprovem.<br />
D. Dolores: (preocupada) Conta, minha filha.<br />
Sr. João: Conta logo, menina.<br />
Jane: Vocês se lembram da Marta?(os pais acenam com a cabeça, afirmando) Pois é, sábado passado, quando vocês saíram com o Paulo, ela esteve aqui e me convidou para ir à igreja dela.<br />
Sr João: E daí?<br />
D.Dolores: Anda, filha, conta logo, estou ficando agoniada com essa história!<br />
Jane: Aí, tá vendo! Antes de saberem vocês já estão bravos!<br />
Sr. João: Calma, Dolores, deixe que ela nos conte. Continua, Janinha.<br />
Jane: Bem, eu fui apenas para que ela parasse de nos perturbar. Mas, durante a pregação, o pastor ficou falando sobre ir para o inferno, se não aceitasse Jesus como Salvador&#8230;Eu não resisti e levantei a mão, na hora do apelo, eu aceitei a Jesus.<br />
Sr.João: (furioso, levanta-se e joga o jornal) Tá vendo, Dolores! Essa menina tá doida! Gastei tudo o que eu tinha pra ela virar gente, ser educada, e agora ela me diz que virou&#8230;CRENTE!!<br />
D. Dolores: Minha filha, que loucura foi essa? Você vai dividir nossa família! O que seus tios, primos, seus amigos da escola, vão falar! Ai, e sua avó! Você sabe que ela o-d-e-i-a crentes! Não quero nem pensar, é capaz de ela ter um troço!!<br />
Jane: Tá bem, mãe&#8230; eu não havia pensado nessas coisas, não quero isso pra gente. Eu prometo que não vou mais àquela igreja.<br />
Sr João: Ainda bem que você recobrou o juízo. Eu já falei, viva a vida, minha filha!<br />
Jane sai chorando, fecha-se a cortina</p>
<p>ATO IV &#8211; Leitura de Mateus 24: 25 &#8211; 30 e 35</p>
<p>Narrador: Quando Jesus voltará? Como está a sua vida? O que você tem feito para Jesus? Você está preparado para a volta Dele?<br />
efeitos sonoros. Em meio aos sons, vozes dizendo:<br />
Jesus está voltando&#8230; Ele está voltando!<br />
Não! Não pode ser! Eu não estou preparado!</p>
<p>luzes apagadas, voz de Jesus, que vai chegando ao palco. À medida que o 1º figurante for chegando, a luz vai aumentando.</p>
<p>Jesus: Apresentem-se a mim, e mostrem-me suas mãos&#8230;<br />
Figurante 1: Mestre amado, aqui estou para Te mostrar as minhas mãos. Trago marcas da seara que me destes a ceifar, pois, apesar dos problemas e sofrimentos pelos quais passei, sempre senti a Tua mão a me segurar. Por esse motivo consegui chegar ao fim da minha jornada&#8230;Eis aqui as minhas mãos&#8230;<br />
Jesus: Filho meu, sei que o trabalho foi árduo e difícil, mas vencestes com humildade e fé. Vem, entra no meu Reino!<br />
pausa com música suave. chega o outro figurante</p>
<p>Jesus: Onde estás?<br />
Fig. 2: Eis-me aqui, Senhor&#8230;<br />
Jesus: Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Fig.2: Eis as minhas mãos, Pai&#8230;Calejadas com marcas do sofrimento por ter sido abandonada por pessoas que não amavam a Ti, desprezaram-me, mas eu não desanimei, Senhor! Continuei, continuei pregando o Teu evangelho&#8230;<br />
Jesus: Minha filha querida, teu sofrimento e teu testemunho receberam a Salvação. Aqui não haverá mais lágrimas nem dor, descanse&#8230; Eu também tive minhas mãos marcadas pelos pecados de muitos, mas venci a morte. E tu venceste comigo, então, entra no meu Reino!<br />
pausa musical</p>
<p>Jesus: Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Fig.3: Senhor, tenho vergonha de me apresentar a Ti&#8230;<br />
Jesus: Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Fig.3: Sabe, Senhor, eu poderia ter feito muito&#8230;Mas fui um crente comum, acomodei-me nos bancos da igreja&#8230;é certo que participei dos cultos, cantei em corais, dava meu dízimo e contribuía para as Tuas obras, mas, às vezes, sei que poderia ter feito mais&#8230;Mas não o fiz&#8230;Perdoa-me, Pai, tende misericórdia&#8230;Eis as minhas mãos&#8230;<br />
Jesus: Filho meu, foram tantos iguais a você&#8230; por isso retardaram a minha volta. Muitas vezes me entristeceste, não crescendo espiritualmente, não ouvindo a minha voz quando eu disse para ir e pregar ao mundo o Evangelho&#8230;Mas, um dia me aceitaste como único Salvador e Senhor, e por isso eu o amo&#8230; Entra no meu Reino!<br />
os dois primeiros figurantes podem estar completamente iluminados, porém o terceiro deve ser iluminado à medida que Jesus for falando com ele, iluminando especialmente o rosto, pois ele estava constrangido.</p>
<p>Jesus: Apresente-se a mim, mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Marta: Ó Senhor! Como esperei por esse dia! Como eu O louvo por que Tu cumpres o que prometes! Mestre, fui na terra uma luz, preguei o Teu evangelho, falei do Teu grande amor! Mas muitas vezes me senti fraca e abalada pelos problemas que surgiram, mas Tu és Maravilhoso e não me abandonaste! Eis aqui as minhas mãos&#8230;<br />
Jesus: Minha filha, eu prometi que jamais te deixaria. Mesmo nas horas difíceis eu sempre estive ao seu lado, e através da oraçao e da minha Palavra, encontrastes força, pois felizes são os que sofrem tentações, por que quando for provado receberão a coroa da vida&#8230; Entra no meu Reino!<br />
pausa musical</p>
<p>Jesus: Jane&#8230;Jane&#8230;Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Jane não se apresenta<br />
Jesus: Jane, onde estás?<br />
Jane fala alto, quase gritando, de um lugar afastado<br />
Jane: Jesus, Jesus, eu não posso me apresentar&#8230;<br />
Jesus: Jane, porque te escondes de mim? Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Jane: Jesus, por favor, chame outra pessoa&#8230; eu não posso&#8230;( Vai chegando devagar e pára)<br />
Jesus: Jane, venha, mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Jane: Ah, Jesus, eu nada posso apresentar. Voltas-te tão depressa que eu não tive tempo de me preparar&#8230;<br />
Jesus: (com uma voz triste) Jane&#8230;<br />
Jane: Perdão, Senhor, perdão&#8230; Mas passei a vida inteira duvidando que voltarias. Ouvi falar do Teu nome, um dia até levantei minha mão em um apelo na igreja, mas minha vaidade foi maior, preocupei-me comigo mesma e esqueci da promessa que voltarias, contraí dívidas, me envolvi com este mundo e deixei-te de lado&#8230;Mas, Jesus, eu preciso me salvar, eu preciso, Senhor! Eu&#8230;Jesus a interrompe<br />
Jesus: Jane&#8230;Jane&#8230; Quantas vezes eu te livrei da morte, quantas vezes mostrei-te o caminho certo e não quiseste seguir&#8230;Jane, quantas vezes rias daqueles que falavam em meu nome, quantas vezes enganava-se a si mesma dizendo que eu não voltaria&#8230;Eu voltei! E vim para buscar os que são meus&#8230; E você Jane&#8230;você preferiu &#8221; viver a vida&#8221;, não é&#8230; Você não está entre os meus, por isso, afasta-se de mim! Você teve todo tempo e não aproveitou&#8230; Afasta-se de mim<br />
Jane:( entra em desespero e chora, implorando) Jesus, Jesus, eu não quero sair da Tua presença&#8230;eu não quero morrer na escuridão&#8230; Por favor, Senhor, me salve! Minhas mãos estão vazias, mas por favor, me salve! ela vira-se para o público e fala, com certo tom de revolta: Onde estão meus pais? Meus amigos? Vocês me falaram que eu poderia contar com vocês! Mas, onde estão agora? Disseram que eu deveria viver a vida, me divertir! E agora eu estou aqui, sozinha, nas trevas&#8230; a luz que estava sobre ela vai morrendo, ficando bem fraquinha.<br />
Várias pessoas estão ajoelhadas ao lado de Cristo, a luz fica intensa, sobre eles, e todos levantam as mãos adorando a Jesus. Nesse momento Jane sai correndo pelo corredor central da igreja, olhando as mãos, chorando. MINHAS MÃOS!!! VAZIAS&#8230; PORQUÊ!!!!!&#8230;..<br />
as luzes se apagam e apenas a voz do narrador acontece, em quanto todos saem de cena</p>
<p>Narrador: A vinda do Senhor Jesus está próxima, isto é apenas um alerta.<br />
O que você tem feito para Jesus? Você tem aproveitado a vida nos prazeres deste mundo, nos vícios? Você está desiludido com tudo, achando que a vida não tem mais sentido? Como você viu, Jesus está para voltar.<br />
Ele prometeu e nós temos certeza de que cumprirá. O que você tem em suas mãos? Irá apresentar mãos vazias? Pense nisso&#8230;</p>
<p>Observações gerais<br />
modo de apresentar: na parte que entra a voz de Jesus, antes da chamada dos figurantes, devem haver pessoas espalhadas no auditório, que em meio aos efeitos sonoros, gritaram alternadamente (Jesus está voltando e Não estou preparado) e iram para o palco, uns para subirem ao Céu, outros não.<br />
efeitos sonoros: relâmpagos e trovões, feitos com bateria, teclados, etc.</p>
<p>Mãos Vazias</p>
<p>Personagens:<br />
D. Dolores<br />
Sr. João<br />
Paulo<br />
Jane<br />
Marta<br />
Jesus<br />
3 figurantes<br />
Narrador</p>
<p>ATO 1 &#8211; cenário: Uma sala de estar. Sr. João lendo o jornal, D. Dolores vendo tv, Paulo ao telefone, Jane pintando as unhas. (Toca a campainha, ou batidas à porta.)</p>
<p>Sr João: Alguém está tocando a campainha&#8230;<br />
Jane: Eu atendo!! (ela abre a porta, cumprimenta Marta e a faz entrar)<br />
Marta: Oi, Jane! Oi pessoal! Tudo bem? todos a cumprimentam<br />
Sr João: Marta, soube que seu pai estava doente. Ele melhorou?<br />
Marta: Obrigada, Sr João. Ele já está bem melhor, graças a Deus!<br />
D. Dolores: Dê nosso abraço a seus pais, sim?<br />
Paulo: Ô Martinha, o que você tem feito ultimamente? Anda meio sumida&#8230;<br />
Marta: Ah, eu tenho estudado muito durante a semana, e nos finais de semana sempre tem programações na igreja. (entusiasmada)<br />
A propósito, esse é o motivo de minha visita. Queria convidar você, Paulo, e a Jane, para irem à igreja comigo. O pastor está fazendo um estudo sobre a volta de Cristo. E aí, topam irem?<br />
( Jane olha para Paulo, e ambos p/ seus pais, que discordam)</p>
<p>Jane: Não vai dar, Marta, já temos um compromisso&#8230;<br />
Paulo: Desculpa, Martinha&#8230;Fica pra uma outra vez, falou!<br />
Marta: Tudo bem, seria um prazer tê-los conosco, mas&#8230; Então tá combinado, de outra vez vocês irão!<br />
D. Dolores: Não esqueça de mandar lembranças a seus pais!<br />
Marta: Não esqueço não, D. Dolores! Boa Noite! todos respondem. Marta sai e eles ficam comentando sobre o convite.<br />
Sr João: A Marta é muito simpática, mas parece uma beata, só pensa em igreja. Eu não quero meus filhos perdendo tempo com essas coisas, quero que vivam a vida.<br />
D. Dolores: É Jane, seu pai tem razão, viva a vida! Você também Paulinho. Eu não quero meus filhos por aí, feito doidos, com Bíblias debaixo do braço&#8230; (continua resmungando e reclamando) igreja&#8230; volta de Cristo&#8230;Hum, só me faltava essa! Cruz Credo!<br />
Paulo: Ah, mamãe, não deve ser tão ruim assim. Veja a Marta, ela parece uma pessoa tão feliz!<br />
Sr. João: Feliz, pois sim&#8230; Desde criança eu ouço falarem dessa bobeirada. Provavelmente esse Cristo nem lembra que prometeu voltar!<br />
Todos riem. Fecha-se a cortina.</p>
<p>ATO II &#8211; Jane está na sala, a campainha toca e ela vai atender</p>
<p>Marta: Oi Jane. Voltei e hoje você vai à igreja comigo! Lembre-se que você prometeu&#8230;<br />
Jane : Poxa Martinha&#8230; eu até gostaria de ir, mas meus pais e o Paulinho saíram&#8230; Mas, termina muito tarde?<br />
Marta: Não&#8230;antes de 21:30 estaremos de volta!<br />
Jane: Então eu vou com você! Só vou pegar a minha bolsa.<br />
Marta: Mas vamos logo, ou chegaremos atrasadas!<br />
elas saem e a cortina é fechada</p>
<p>ATO III &#8211; abre-se as cortinas. Os pais estão conversando na sala, e Jane chega, pensativa, receosa</p>
<p>Jane: Pai&#8230;mãe&#8230;, eu queria contar uma coisa que me aconteceu, mas&#8230; tenho medo que vocês não aprovem.<br />
D. Dolores: (preocupada) Conta, minha filha.<br />
Sr. João: Conta logo, menina.<br />
Jane: Vocês se lembram da Marta?(os pais acenam com a cabeça, afirmando) Pois é, sábado passado, quando vocês saíram com o Paulo, ela esteve aqui e me convidou para ir à igreja dela.<br />
Sr João: E daí?<br />
D.Dolores: Anda, filha, conta logo, estou ficando agoniada com essa história!<br />
Jane: Aí, tá vendo! Antes de saberem vocês já estão bravos!<br />
Sr. João: Calma, Dolores, deixe que ela nos conte. Continua, Janinha.<br />
Jane: Bem, eu fui apenas para que ela parasse de nos perturbar. Mas, durante a pregação, o pastor ficou falando sobre ir para o inferno, se não aceitasse Jesus como Salvador&#8230;Eu não resisti e levantei a mão, na hora do apelo, eu aceitei a Jesus.<br />
Sr.João: (furioso, levanta-se e joga o jornal) Tá vendo, Dolores! Essa menina tá doida! Gastei tudo o que eu tinha pra ela virar gente, ser educada, e agora ela me diz que virou&#8230;CRENTE!!<br />
D. Dolores: Minha filha, que loucura foi essa? Você vai dividir nossa família! O que seus tios, primos, seus amigos da escola, vão falar! Ai, e sua avó! Você sabe que ela o-d-e-i-a crentes! Não quero nem pensar, é capaz de ela ter um troço!!<br />
Jane: Tá bem, mãe&#8230; eu não havia pensado nessas coisas, não quero isso pra gente. Eu prometo que não vou mais àquela igreja.<br />
Sr João: Ainda bem que você recobrou o juízo. Eu já falei, viva a vida, minha filha!<br />
Jane sai chorando, fecha-se a cortina</p>
<p>ATO IV &#8211; Leitura de Mateus 24: 25 &#8211; 30 e 35</p>
<p>Narrador: Quando Jesus voltará? Como está a sua vida? O que você tem feito para Jesus? Você está preparado para a volta Dele?<br />
efeitos sonoros. Em meio aos sons, vozes dizendo:<br />
Jesus está voltando&#8230; Ele está voltando!<br />
Não! Não pode ser! Eu não estou preparado!</p>
<p>luzes apagadas, voz de Jesus, que vai chegando ao palco. À medida que o 1º figurante for chegando, a luz vai aumentando.</p>
<p>Jesus: Apresentem-se a mim, e mostrem-me suas mãos&#8230;<br />
Figurante 1: Mestre amado, aqui estou para Te mostrar as minhas mãos. Trago marcas da seara que me destes a ceifar, pois, apesar dos problemas e sofrimentos pelos quais passei, sempre senti a Tua mão a me segurar. Por esse motivo consegui chegar ao fim da minha jornada&#8230;Eis aqui as minhas mãos&#8230;<br />
Jesus: Filho meu, sei que o trabalho foi árduo e difícil, mas vencestes com humildade e fé. Vem, entra no meu Reino!<br />
pausa com música suave. chega o outro figurante</p>
<p>Jesus: Onde estás?<br />
Fig. 2: Eis-me aqui, Senhor&#8230;<br />
Jesus: Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Fig.2: Eis as minhas mãos, Pai&#8230;Calejadas com marcas do sofrimento por ter sido abandonada por pessoas que não amavam a Ti, desprezaram-me, mas eu não desanimei, Senhor! Continuei, continuei pregando o Teu evangelho&#8230;<br />
Jesus: Minha filha querida, teu sofrimento e teu testemunho receberam a Salvação. Aqui não haverá mais lágrimas nem dor, descanse&#8230; Eu também tive minhas mãos marcadas pelos pecados de muitos, mas venci a morte. E tu venceste comigo, então, entra no meu Reino!<br />
pausa musical</p>
<p>Jesus: Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Fig.3: Senhor, tenho vergonha de me apresentar a Ti&#8230;<br />
Jesus: Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Fig.3: Sabe, Senhor, eu poderia ter feito muito&#8230;Mas fui um crente comum, acomodei-me nos bancos da igreja&#8230;é certo que participei dos cultos, cantei em corais, dava meu dízimo e contribuía para as Tuas obras, mas, às vezes, sei que poderia ter feito mais&#8230;Mas não o fiz&#8230;Perdoa-me, Pai, tende misericórdia&#8230;Eis as minhas mãos&#8230;<br />
Jesus: Filho meu, foram tantos iguais a você&#8230; por isso retardaram a minha volta. Muitas vezes me entristeceste, não crescendo espiritualmente, não ouvindo a minha voz quando eu disse para ir e pregar ao mundo o Evangelho&#8230;Mas, um dia me aceitaste como único Salvador e Senhor, e por isso eu o amo&#8230; Entra no meu Reino!<br />
os dois primeiros figurantes podem estar completamente iluminados, porém o terceiro deve ser iluminado à medida que Jesus for falando com ele, iluminando especialmente o rosto, pois ele estava constrangido.</p>
<p>Jesus: Apresente-se a mim, mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Marta: Ó Senhor! Como esperei por esse dia! Como eu O louvo por que Tu cumpres o que prometes! Mestre, fui na terra uma luz, preguei o Teu evangelho, falei do Teu grande amor! Mas muitas vezes me senti fraca e abalada pelos problemas que surgiram, mas Tu és Maravilhoso e não me abandonaste! Eis aqui as minhas mãos&#8230;<br />
Jesus: Minha filha, eu prometi que jamais te deixaria. Mesmo nas horas difíceis eu sempre estive ao seu lado, e através da oraçao e da minha Palavra, encontrastes força, pois felizes são os que sofrem tentações, por que quando for provado receberão a coroa da vida&#8230; Entra no meu Reino!<br />
pausa musical</p>
<p>Jesus: Jane&#8230;Jane&#8230;Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Jane não se apresenta<br />
Jesus: Jane, onde estás?<br />
Jane fala alto, quase gritando, de um lugar afastado<br />
Jane: Jesus, Jesus, eu não posso me apresentar&#8230;<br />
Jesus: Jane, porque te escondes de mim? Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Jane: Jesus, por favor, chame outra pessoa&#8230; eu não posso&#8230;( Vai chegando devagar e pára)<br />
Jesus: Jane, venha, mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Jane: Ah, Jesus, eu nada posso apresentar. Voltas-te tão depressa que eu não tive tempo de me preparar&#8230;<br />
Jesus: (com uma voz triste) Jane&#8230;<br />
Jane: Perdão, Senhor, perdão&#8230; Mas passei a vida inteira duvidando que voltarias. Ouvi falar do Teu nome, um dia até levantei minha mão em um apelo na igreja, mas minha vaidade foi maior, preocupei-me comigo mesma e esqueci da promessa que voltarias, contraí dívidas, me envolvi com este mundo e deixei-te de lado&#8230;Mas, Jesus, eu preciso me salvar, eu preciso, Senhor! Eu&#8230;Jesus a interrompe<br />
Jesus: Jane&#8230;Jane&#8230; Quantas vezes eu te livrei da morte, quantas vezes mostrei-te o caminho certo e não quiseste seguir&#8230;Jane, quantas vezes rias daqueles que falavam em meu nome, quantas vezes enganava-se a si mesma dizendo que eu não voltaria&#8230;Eu voltei! E vim para buscar os que são meus&#8230; E você Jane&#8230;você preferiu &#8221; viver a vida&#8221;, não é&#8230; Você não está entre os meus, por isso, afasta-se de mim! Você teve todo tempo e não aproveitou&#8230; Afasta-se de mim<br />
Jane:( entra em desespero e chora, implorando) Jesus, Jesus, eu não quero sair da Tua presença&#8230;eu não quero morrer na escuridão&#8230; Por favor, Senhor, me salve! Minhas mãos estão vazias, mas por favor, me salve! ela vira-se para o público e fala, com certo tom de revolta: Onde estão meus pais? Meus amigos? Vocês me falaram que eu poderia contar com vocês! Mas, onde estão agora? Disseram que eu deveria viver a vida, me divertir! E agora eu estou aqui, sozinha, nas trevas&#8230; a luz que estava sobre ela vai morrendo, ficando bem fraquinha.<br />
Várias pessoas estão ajoelhadas ao lado de Cristo, a luz fica intensa, sobre eles, e todos levantam as mãos adorando a Jesus. Nesse momento Jane sai correndo pelo corredor central da igreja, olhando as mãos, chorando. MINHAS MÃOS!!! VAZIAS&#8230; PORQUÊ!!!!!&#8230;..<br />
as luzes se apagam e apenas a voz do narrador acontece, em quanto todos saem de cena</p>
<p>Narrador: A vinda do Senhor Jesus está próxima, isto é apenas um alerta.<br />
O que você tem feito para Jesus? Você tem aproveitado a vida nos prazeres deste mundo, nos vícios? Você está desiludido com tudo, achando que a vida não tem mais sentido? Como você viu, Jesus está para voltar.<br />
Ele prometeu e nós temos certeza de que cumprirá. O que você tem em suas mãos? Irá apresentar mãos vazias? Pense nisso&#8230;</p>
<p>Observações gerais<br />
modo de apresentar: na parte que entra a voz de Jesus, antes da chamada dos figurantes, devem haver pessoas espalhadas no auditório, que em meio aos efeitos sonoros, gritaram alternadamente (Jesus está voltando e Não estou preparado) e iram para o palco, uns para subirem ao Céu, outros não.<br />
efeitos sonoros: relâmpagos e trovões, feitos com bateria, teclados, etc.</p>
<p>Mãos Vazias</p>
<p>Personagens:<br />
D. Dolores<br />
Sr. João<br />
Paulo<br />
Jane<br />
Marta<br />
Jesus<br />
3 figurantes<br />
Narrador</p>
<p>ATO 1 &#8211; cenário: Uma sala de estar. Sr. João lendo o jornal, D. Dolores vendo tv, Paulo ao telefone, Jane pintando as unhas. (Toca a campainha, ou batidas à porta.)</p>
<p>Sr João: Alguém está tocando a campainha&#8230;<br />
Jane: Eu atendo!! (ela abre a porta, cumprimenta Marta e a faz entrar)<br />
Marta: Oi, Jane! Oi pessoal! Tudo bem? todos a cumprimentam<br />
Sr João: Marta, soube que seu pai estava doente. Ele melhorou?<br />
Marta: Obrigada, Sr João. Ele já está bem melhor, graças a Deus!<br />
D. Dolores: Dê nosso abraço a seus pais, sim?<br />
Paulo: Ô Martinha, o que você tem feito ultimamente? Anda meio sumida&#8230;<br />
Marta: Ah, eu tenho estudado muito durante a semana, e nos finais de semana sempre tem programações na igreja. (entusiasmada)<br />
A propósito, esse é o motivo de minha visita. Queria convidar você, Paulo, e a Jane, para irem à igreja comigo. O pastor está fazendo um estudo sobre a volta de Cristo. E aí, topam irem?<br />
( Jane olha para Paulo, e ambos p/ seus pais, que discordam)</p>
<p>Jane: Não vai dar, Marta, já temos um compromisso&#8230;<br />
Paulo: Desculpa, Martinha&#8230;Fica pra uma outra vez, falou!<br />
Marta: Tudo bem, seria um prazer tê-los conosco, mas&#8230; Então tá combinado, de outra vez vocês irão!<br />
D. Dolores: Não esqueça de mandar lembranças a seus pais!<br />
Marta: Não esqueço não, D. Dolores! Boa Noite! todos respondem. Marta sai e eles ficam comentando sobre o convite.<br />
Sr João: A Marta é muito simpática, mas parece uma beata, só pensa em igreja. Eu não quero meus filhos perdendo tempo com essas coisas, quero que vivam a vida.<br />
D. Dolores: É Jane, seu pai tem razão, viva a vida! Você também Paulinho. Eu não quero meus filhos por aí, feito doidos, com Bíblias debaixo do braço&#8230; (continua resmungando e reclamando) igreja&#8230; volta de Cristo&#8230;Hum, só me faltava essa! Cruz Credo!<br />
Paulo: Ah, mamãe, não deve ser tão ruim assim. Veja a Marta, ela parece uma pessoa tão feliz!<br />
Sr. João: Feliz, pois sim&#8230; Desde criança eu ouço falarem dessa bobeirada. Provavelmente esse Cristo nem lembra que prometeu voltar!<br />
Todos riem. Fecha-se a cortina.</p>
<p>ATO II &#8211; Jane está na sala, a campainha toca e ela vai atender</p>
<p>Marta: Oi Jane. Voltei e hoje você vai à igreja comigo! Lembre-se que você prometeu&#8230;<br />
Jane : Poxa Martinha&#8230; eu até gostaria de ir, mas meus pais e o Paulinho saíram&#8230; Mas, termina muito tarde?<br />
Marta: Não&#8230;antes de 21:30 estaremos de volta!<br />
Jane: Então eu vou com você! Só vou pegar a minha bolsa.<br />
Marta: Mas vamos logo, ou chegaremos atrasadas!<br />
elas saem e a cortina é fechada</p>
<p>ATO III &#8211; abre-se as cortinas. Os pais estão conversando na sala, e Jane chega, pensativa, receosa</p>
<p>Jane: Pai&#8230;mãe&#8230;, eu queria contar uma coisa que me aconteceu, mas&#8230; tenho medo que vocês não aprovem.<br />
D. Dolores: (preocupada) Conta, minha filha.<br />
Sr. João: Conta logo, menina.<br />
Jane: Vocês se lembram da Marta?(os pais acenam com a cabeça, afirmando) Pois é, sábado passado, quando vocês saíram com o Paulo, ela esteve aqui e me convidou para ir à igreja dela.<br />
Sr João: E daí?<br />
D.Dolores: Anda, filha, conta logo, estou ficando agoniada com essa história!<br />
Jane: Aí, tá vendo! Antes de saberem vocês já estão bravos!<br />
Sr. João: Calma, Dolores, deixe que ela nos conte. Continua, Janinha.<br />
Jane: Bem, eu fui apenas para que ela parasse de nos perturbar. Mas, durante a pregação, o pastor ficou falando sobre ir para o inferno, se não aceitasse Jesus como Salvador&#8230;Eu não resisti e levantei a mão, na hora do apelo, eu aceitei a Jesus.<br />
Sr.João: (furioso, levanta-se e joga o jornal) Tá vendo, Dolores! Essa menina tá doida! Gastei tudo o que eu tinha pra ela virar gente, ser educada, e agora ela me diz que virou&#8230;CRENTE!!<br />
D. Dolores: Minha filha, que loucura foi essa? Você vai dividir nossa família! O que seus tios, primos, seus amigos da escola, vão falar! Ai, e sua avó! Você sabe que ela o-d-e-i-a crentes! Não quero nem pensar, é capaz de ela ter um troço!!<br />
Jane: Tá bem, mãe&#8230; eu não havia pensado nessas coisas, não quero isso pra gente. Eu prometo que não vou mais àquela igreja.<br />
Sr João: Ainda bem que você recobrou o juízo. Eu já falei, viva a vida, minha filha!<br />
Jane sai chorando, fecha-se a cortina</p>
<p>ATO IV &#8211; Leitura de Mateus 24: 25 &#8211; 30 e 35</p>
<p>Narrador: Quando Jesus voltará? Como está a sua vida? O que você tem feito para Jesus? Você está preparado para a volta Dele?<br />
efeitos sonoros. Em meio aos sons, vozes dizendo:<br />
Jesus está voltando&#8230; Ele está voltando!<br />
Não! Não pode ser! Eu não estou preparado!</p>
<p>luzes apagadas, voz de Jesus, que vai chegando ao palco. À medida que o 1º figurante for chegando, a luz vai aumentando.</p>
<p>Jesus: Apresentem-se a mim, e mostrem-me suas mãos&#8230;<br />
Figurante 1: Mestre amado, aqui estou para Te mostrar as minhas mãos. Trago marcas da seara que me destes a ceifar, pois, apesar dos problemas e sofrimentos pelos quais passei, sempre senti a Tua mão a me segurar. Por esse motivo consegui chegar ao fim da minha jornada&#8230;Eis aqui as minhas mãos&#8230;<br />
Jesus: Filho meu, sei que o trabalho foi árduo e difícil, mas vencestes com humildade e fé. Vem, entra no meu Reino!<br />
pausa com música suave. chega o outro figurante</p>
<p>Jesus: Onde estás?<br />
Fig. 2: Eis-me aqui, Senhor&#8230;<br />
Jesus: Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Fig.2: Eis as minhas mãos, Pai&#8230;Calejadas com marcas do sofrimento por ter sido abandonada por pessoas que não amavam a Ti, desprezaram-me, mas eu não desanimei, Senhor! Continuei, continuei pregando o Teu evangelho&#8230;<br />
Jesus: Minha filha querida, teu sofrimento e teu testemunho receberam a Salvação. Aqui não haverá mais lágrimas nem dor, descanse&#8230; Eu também tive minhas mãos marcadas pelos pecados de muitos, mas venci a morte. E tu venceste comigo, então, entra no meu Reino!<br />
pausa musical</p>
<p>Jesus: Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Fig.3: Senhor, tenho vergonha de me apresentar a Ti&#8230;<br />
Jesus: Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Fig.3: Sabe, Senhor, eu poderia ter feito muito&#8230;Mas fui um crente comum, acomodei-me nos bancos da igreja&#8230;é certo que participei dos cultos, cantei em corais, dava meu dízimo e contribuía para as Tuas obras, mas, às vezes, sei que poderia ter feito mais&#8230;Mas não o fiz&#8230;Perdoa-me, Pai, tende misericórdia&#8230;Eis as minhas mãos&#8230;<br />
Jesus: Filho meu, foram tantos iguais a você&#8230; por isso retardaram a minha volta. Muitas vezes me entristeceste, não crescendo espiritualmente, não ouvindo a minha voz quando eu disse para ir e pregar ao mundo o Evangelho&#8230;Mas, um dia me aceitaste como único Salvador e Senhor, e por isso eu o amo&#8230; Entra no meu Reino!<br />
os dois primeiros figurantes podem estar completamente iluminados, porém o terceiro deve ser iluminado à medida que Jesus for falando com ele, iluminando especialmente o rosto, pois ele estava constrangido.</p>
<p>Jesus: Apresente-se a mim, mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Marta: Ó Senhor! Como esperei por esse dia! Como eu O louvo por que Tu cumpres o que prometes! Mestre, fui na terra uma luz, preguei o Teu evangelho, falei do Teu grande amor! Mas muitas vezes me senti fraca e abalada pelos problemas que surgiram, mas Tu és Maravilhoso e não me abandonaste! Eis aqui as minhas mãos&#8230;<br />
Jesus: Minha filha, eu prometi que jamais te deixaria. Mesmo nas horas difíceis eu sempre estive ao seu lado, e através da oraçao e da minha Palavra, encontrastes força, pois felizes são os que sofrem tentações, por que quando for provado receberão a coroa da vida&#8230; Entra no meu Reino!<br />
pausa musical</p>
<p>Jesus: Jane&#8230;Jane&#8230;Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Jane não se apresenta<br />
Jesus: Jane, onde estás?<br />
Jane fala alto, quase gritando, de um lugar afastado<br />
Jane: Jesus, Jesus, eu não posso me apresentar&#8230;<br />
Jesus: Jane, porque te escondes de mim? Mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Jane: Jesus, por favor, chame outra pessoa&#8230; eu não posso&#8230;( Vai chegando devagar e pára)<br />
Jesus: Jane, venha, mostre-me suas mãos&#8230;<br />
Jane: Ah, Jesus, eu nada posso apresentar. Voltas-te tão depressa que eu não tive tempo de me preparar&#8230;<br />
Jesus: (com uma voz triste) Jane&#8230;<br />
Jane: Perdão, Senhor, perdão&#8230; Mas passei a vida inteira duvidando que voltarias. Ouvi falar do Teu nome, um dia até levantei minha mão em um apelo na igreja, mas minha vaidade foi maior, preocupei-me comigo mesma e esqueci da promessa que voltarias, contraí dívidas, me envolvi com este mundo e deixei-te de lado&#8230;Mas, Jesus, eu preciso me salvar, eu preciso, Senhor! Eu&#8230;Jesus a interrompe<br />
Jesus: Jane&#8230;Jane&#8230; Quantas vezes eu te livrei da morte, quantas vezes mostrei-te o caminho certo e não quiseste seguir&#8230;Jane, quantas vezes rias daqueles que falavam em meu nome, quantas vezes enganava-se a si mesma dizendo que eu não voltaria&#8230;Eu voltei! E vim para buscar os que são meus&#8230; E você Jane&#8230;você preferiu &#8221; viver a vida&#8221;, não é&#8230; Você não está entre os meus, por isso, afasta-se de mim! Você teve todo tempo e não aproveitou&#8230; Afasta-se de mim<br />
Jane:( entra em desespero e chora, implorando) Jesus, Jesus, eu não quero sair da Tua presença&#8230;eu não quero morrer na escuridão&#8230; Por favor, Senhor, me salve! Minhas mãos estão vazias, mas por favor, me salve! ela vira-se para o público e fala, com certo tom de revolta: Onde estão meus pais? Meus amigos? Vocês me falaram que eu poderia contar com vocês! Mas, onde estão agora? Disseram que eu deveria viver a vida, me divertir! E agora eu estou aqui, sozinha, nas trevas&#8230; a luz que estava sobre ela vai morrendo, ficando bem fraquinha.<br />
Várias pessoas estão ajoelhadas ao lado de Cristo, a luz fica intensa, sobre eles, e todos levantam as mãos adorando a Jesus. Nesse momento Jane sai correndo pelo corredor central da igreja, olhando as mãos, chorando. MINHAS MÃOS!!! VAZIAS&#8230; PORQUÊ!!!!!&#8230;..<br />
as luzes se apagam e apenas a voz do narrador acontece, em quanto todos saem de cena</p>
<p>Narrador: A vinda do Senhor Jesus está próxima, isto é apenas um alerta.<br />
O que você tem feito para Jesus? Você tem aproveitado a vida nos prazeres deste mundo, nos vícios? Você está desiludido com tudo, achando que a vida não tem mais sentido? Como você viu, Jesus está para voltar.<br />
Ele prometeu e nós temos certeza de que cumprirá. O que você tem em suas mãos? Irá apresentar mãos vazias? Pense nisso&#8230;</p>
<p>Observações gerais<br />
modo de apresentar: na parte que entra a voz de Jesus, antes da chamada dos figurantes, devem haver pessoas espalhadas no auditório, que em meio aos efeitos sonoros, gritaram alternadamente (Jesus está voltando e Não estou preparado) e iram para o palco, uns para subirem ao Céu, outros não.<br />
efeitos sonoros: relâmpagos e trovões, feitos com bateria, teclados, etc.</p>
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		<title>Eis-me aqui, envia-me</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 18:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro Evangélico]]></category>

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		<description><![CDATA[Personagens: - Missionária- Sílvia - 5 pessoas para integrar o círculo de oração - Esposo da missionária - Uma criança - Neta da missionária - 4 irmãos da Igreja - Narrador - Voz de Deus Cena 01: no palco se posiciona o grupo de oração e Sílvia entra na igreja e continua andando. Narrador: Sílvia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Personagens:<br />
- Missionária- Sílvia<br />
- 5 pessoas para integrar o círculo de oração<br />
- Esposo da missionária<br />
- Uma criança<br />
- Neta da missionária<br />
- 4 irmãos da Igreja<br />
- Narrador<br />
- Voz de Deus</p>
<p>Cena 01: no palco se posiciona o grupo de oração e Sílvia entra na igreja e continua andando.</p>
<p>Narrador: Sílvia era uma pessoa feliz com a sua vida, como todos os jovens cristãos de sua igreja. Ia sempre as orações, freqüentava os cultos e gostava de conversar com seus amigos. (Pausa) Mas sua grande vontade era trabalhar para o Senhor.</p>
<p>Cena 1.1: Sílvia com a bíblia na mão, fala em voz alta e se ajoelha junto ao círculo de oração.</p>
<p>Sílvia: Senhor, a minha vida é para te servir&#8230; Eis-me aqui envia-me&#8230;(Is 6:8)<br />
Narrador: Muitas vezes já pronunciamos estas palavras e até ouvimos de outras pessoas. Mas&#8230;. e depois? Chegamos a colocar tantos obstáculos&#8230;..Apresentamos tantas justificativas que findam contrariando o verdadeiro propósito de Deus para nossas vidas.<br />
Será que Sílvia tomará uma posição diferente?</p>
<p>Cena 1.2: No círculo de oração, uma das irmãs levanta-se e ler com a bíblia na mão a passagem em 1Jo 2:14, após a leitura todos respondem &#8211; Amém. Até que uma jovem se levanta e fala com Sílvia:<br />
- Deus tem uma grande obra na sua vida, ore e fale com Ele pois está muito próximo (a jovem se retira).</p>
<p>Cena 1.3: Sílvia ajoelha-se e ora em voz alta.</p>
<p>Sílvia: Senhor fala comigo eu preciso da tua orientação, coloca no meu coração aquilo que tu tens reservado para mim!<br />
Voz de Deus: Minha serva, deixa a tua casa e vai para uma terra desconhecida da qual te mostrarei. Testemunhe sobre mim aos que têm fome e sede do meu amor, para que passem a desfrutar das bênçãos que eu reservo a todos que deixando o mundo decidam-se por seguir a mim.</p>
<p>Cena 1.4: Sílvia levanta-se e caminha.</p>
<p>Narrador: Sílvia termina sua oração e caminha muito pensativa para sua casa.<br />
Sílvia: &#8211; Mas Senhor, sou tão jovem, eu queria casar, ter filhos, são tantas coisas que ainda quero realizar aqui.<br />
Narrador: Como vimos, Sílvia já começara a estabelecer novas diretrizes para sua vida. Tudo porque deixara os sonhos da juventude preencher sua mente e seu coração. A vontade de Deus não mais ocupava o 1º lugar na sua vida, tudo girava em torno de realizações pessoais, o enfoque principal agora, era a concretização de seus sonhos. Afinal, que rumo tomou a vida de Sílvia?</p>
<p>Cena 2: Sílvia passa com seu esposo.</p>
<p>Narrador: E assim Deus permitiu. Sílvia conheceu um rapaz, namoraram e casaram. Ela pôde gozar de uma linda cerimônia de casamento, tudo como pedira a Deus.<br />
Os anos passaram até que nascesse seu primeiro filhinho, garoto robusto e inteligente, era a felicidade da casa, que lhe custou também esmera dedicação e tempo.<br />
Com o tempo tão preenchido, Sílvia pouco ia às orações e o valioso bate-papo com as amigas já não mais existia. Os cuidados do lar haviam tirado toda a liberdade que usufruíra quando jovem. E junto com a liberdade foi-se o mais excelente projeto de Deus para Sílvia.<br />
Deus calou-se, mas seus olhos, em nenhum momento, se ausentaram de Sílvia. Tudo estava sobre sua face.</p>
<p>Cena 2.1: Sílvia passeando com seu filho, até que cruza com a irmã que a muito lhe dera o recado mandado por Deus.</p>
<p>Irmã: Paz do Senhor irmã Sílvia?<br />
Sílvia: Paz e graça do nosso Senhor.<br />
Irmã: O que está acontecendo? Não a vejo mais nas orações?<br />
Sílvia: É irmã, a gente precisa cuidar da casa, do marido, do filho e acaba nem dando tempo para vir às orações.<br />
Irmã: Olha, sei que você tem que realizar uma obra de Deus e estas coisas devem ser feitas na hora que Ele manda, você ainda não colocou isso nas mãos de Deus?<br />
Sílvia: Irmã, preciso ir, tenho que dar a comida para a criança e meu esposo já está para chegar. Até logo irmã, paz do Senhor.<br />
Irmã: Mas Sílvia&#8230;..<br />
Sílvia: Paz do Senhor!(Já saindo, Sílvia procura um escape para não ter que enfrentar a irmã)<br />
Irmã: Paz do Senhor.<br />
Ao se retirar, Sílvia apresenta justificativas a Deus como forma de impedimento da realização desses compromissos confiados a ela.<br />
Sílvia com o filho nos braços: Senhor, não posso deixar meu filho agora, é pequeno e precisa de mim.</p>
<p>Narrador: E mais uma vez Sílvia colocou a obra do Senhor em 2º plano e fez assim repetidas vezes, pois havia escolhido dar rumo próprio a sua vida, conquistar seus sonhos, seguir suas metas e encontrar nisso prazeres permanentes. Não sabia que o envolvimento nessas falsas fantasias trouxera-lhe a perda real dos mais profundos ideais procurados pelo ser humano: o da vida, vivida em toda a sua plenitude.<br />
O tempo passou, e Sílvia teve a oportunidade de cuidar do seu filho, do seu esposo e até mesmo dos netos e agora quase sem forças&#8230;</p>
<p>Cena 3: (Sílvia já velha com sua neta.)</p>
<p>Neta: Vovó Sílvia, a senhora já está de pé, o médico disse que sua saúde está bastante frágil não deve fazer esforços.<br />
Sílvia: Eu queria ir à igreja pedir a Deus que me curasse dessa doença.<br />
Neta: Está bem, agora sente-se aqui que eu vou buscar um suco para a senhora.(sai de cena)</p>
<p>Cena 3.1: Enquanto isso, entra em cena os quatro irmãos fazendo um comentário sobre o evangelismo .</p>
<p>Irmão: Pôxa, faz tão pouco tempo que nos entregamos a Cristo e Ele já nos chama para levar as Boas Novas! Opa, para onde você vai irmão&#8230;.(vendo que ele tomou uma outra direção ).<br />
Irmão&#8230;.: Deus me manda dar um recado, neste momento.(vai ao encontro de Sílvia). E pergunta-lhe: &#8211; A senhora chama-se Sílvia?<br />
Sílvia: Sim, você me conhece?<br />
Irmão&#8230;.: Eis que o meu Senhor te diz: Te chamei quando jovem porque tinhas força e fé, mas tu preferistes o teu caminho ao meu. Tu não destes de comer nem de beber aos que tinham fome e sede de mim. Por tua causa muitas almas pereceram e tu darás conta do sangue de todas elas.(sai de cena).</p>
<p>Sílvia ajoelha-se chorando:<br />
- Oh Senhor, perdoe-me por ser tão egoísta e não reconhecer que muito precisavam de ti. Deixei que a minha vontade prevalecesse sobre a tua vontade.<br />
Perdoe-me Senhor, nada mais sei&#8230; estava cega e não te segui, perdoe-me Senhor pois as forças me faltam para continuar.<br />
Narrador: E os dias daquela senhora se seguiram por pouco tempo e o seu pesar carregou-o. Será que que nossa vida pode-se comparar a tudo que presenciamos? Qual a nossa posição diante da vontade do Pai para nós? É certo que muitos vão por seus próprios caminhos, mas ainda assim, existem aqueles que fazem opção por VIVER A VIDA PLENA QUE SÓ CRISTO PODE DAR. Ler: 1Jo 2:14 e Mt 6:33.</p>
<p>Dica: Após a peça pode-se cantar a música &#8220;Homem de Deus&#8221;. Da cantora Talita.</p>
<p>Grupo 7Artes<br />
* Esta peça é de autoria de membros do Grupo.</p>
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