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	<title>Portal Evangélicos OnLine &#187; Missões Horizontes</title>
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		<title>Teologia do Bem Estar</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Teologia do Bem-Estar&#8230; Hoje em dia as teologias proliferam rapidamente. Não desejo propor uma &#8220;nova&#8221; teologia neste espaço, mas apenas refletir um pouco sobre maneira como estamos vivendo nossa fé. Para fazer isso, gostaria de propor uma analogia, uma espécie de &#8220;parábola moderna&#8221;. Pense no relacionamento dos animais de estimação com seus donos. Algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Teologia do Bem-Estar&#8230;</p>
<p>Hoje em dia as teologias proliferam rapidamente. Não desejo propor uma &#8220;nova&#8221; teologia neste espaço, mas apenas refletir um pouco sobre maneira como estamos vivendo nossa fé. Para fazer isso, gostaria de propor uma analogia, uma espécie de &#8220;parábola moderna&#8221;.<br />
Pense no relacionamento dos animais de estimação com seus donos. Algumas pessoas dizem e, acredito ser verdade, que os cachorros têm donos e os gatos têm funcionários. Talvez seja por isso que atribuímos características como a lealdade, serviço e fidelidade aos cachorros, e aos gatos, a independência e a indiferença.<br />
Existe uma história interessante sobre o relacionamento de cachorros e gatos com seus donos que descreve muito bem as suas diferenças:<br />
Um cachorro diz ao dono: &#8220;Você me acaricia, me alimenta, me abriga, você me ama. Você deve ser Deus&#8221;, Um gato diz: &#8220;Você me acaricia, me alimenta, me abriga, você me ama. Eu devo ser Deus&#8221;.<br />
De certa maneira, estas diferenças entre cachorros e gatos refletem a teologia vivida por muitos cristãos hoje em dia. Nós podemos chamá-la de &#8220;Teologia do Cachorro&#8221; e &#8220;Teologia do Gato&#8221;. O cachorro diz: &#8220;Senhor, você me ama, me abençoa sempre e deu sua vida por mim. Você deve ser Deus&#8221;. Por outro lado, o gato diz: &#8220;Senhor, você me ama, me abençoa abundantemente, deu sua vida por mim. Eu devo ser deus&#8221;.<br />
Você notou o &#8220;d&#8221; minúsculo na palavra deus? Por favor, lembre que os gatos, ou pessoas que crêem nessa teologia, nunca dizem: &#8220;Eu devo ser Deus&#8221;. Eles sabem que isso seria política e biblicamente incorreto. É por isso que a verdadeira Teologia do Gato nunca é ensinada do púlpito. Ela nunca é cantada em uma música. Nunca é ensinada em um seminário. Isso acontece porque, enquanto os gatos nunca dizem: &#8220;Eu devo ser Deus&#8221;, eles falam: &#8220;Tudo está voltado para mim&#8221;, ou &#8220;Tudo se resume a nós! Deus fez tudo isso por nós! A vida existe para nós! Eu não devo ser apenas a razão pela qual Deus morreu, mas também a razão pela qual ele vive!&#8221;<br />
Não sei se você já teve (ou tem) um cachorro, mas com certeza sabe que eles são animais que fazem a festa quando vêem seu dono chegar e ficam tristes quando não recebem atenção. O cachorro é mais dependente do dono que o gato. Isso vale em relação ao suprimento de comida, o passeio matinal, e para praticamente tudo.<br />
Pensando nessas coisas, me vem a pergunta: &#8220;Como eu estou agindo?&#8221; Minha atitude em relação a Deus é de dependência e expectativa ou de independência e orgulho?<br />
DeVern Fromke escreveu: &#8220;Hoje, estamos fazendo uma colheita de conversões centradas no homem, porque estamos mais preocupados com o homem, do que com Deus&#8230; Estamos mais interessados em Deus servindo ao homem, do que o homem servindo a Deus&#8221;.<br />
Eu não consigo concordar com uma teologia voltada apenas para o homem, que prega apenas o nosso bem-estar. Não foi isso que Jesus disse a seus discípulos em Mateus 16:24: &#8220;Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me&#8221;.<br />
Sou discípulo e quero seguir a Jesus. Por isso, necessito carregar a minha cruz todos os dias. A cruz não é um lugar de bem-estar, mas um lugar de sofrimento e morte. Não quero dizer com isso que a vida cristã deve ser só sofrimento, mas prefiro agir como cachorro a ser como um gato. Prefiro servir a Deus com dependência e gratidão, ao invés de me ver como o centro de todas as coisas. Quero me juntar ao coro dos 24 anciãos: &#8220;Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas&#8221; (Ap 4:11). &#8220;Todas as coisas&#8221; inclui você e eu.</p>
<p>Adaptado do livro &#8220;A Teologia do Cachorro e do Gato&#8221;, de Bob Sjogren e Gerald Robison, publicado no Brasil pela Missão Horizontes.</p>
<p>Autor: Reinaldo Teixeira</p>
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		<title>MISSIONÁRIO: Maluco, Mártir, Mendigo ou o Quê?</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A igreja evangélica brasileira em poucas décadas transformou-se de campo missionário em &#8220;celeiro de missões&#8221;. Como a igreja está assumindo e tratando seus missionários? MALUCO? Fui convidada para falar sobre missões numa igreja bem viva e dinâmica. A família que me hospedou não se cansava de ouvir minhas experiências missionárias. Até que, de repente, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A igreja evangélica brasileira em poucas décadas transformou-se de campo missionário em &#8220;celeiro de missões&#8221;. Como a igreja está assumindo e tratando seus missionários?</p>
<p>MALUCO?<br />
Fui convidada para falar sobre missões numa igreja bem viva e dinâmica. A família que me hospedou não se cansava de ouvir minhas experiências missionárias. Até que, de repente, a filha que estava para terminar o curso de medicina começou a mostrar que estava seriamente considerando a possibilidade de servir na obra missionária. O ambiente mudou totalmente; Isso seria uma loucura! Muitos cristãos ainda consideram o missionário basicamente um maluco. Como é que uma pessoa de boa formação ou com responsabilidades dentro da família abandona tudo e todos para embrenhar-se em alguma selva entre povos tribais ou para confrontar situações de alto risco em países resistentes, onde há falta de segurança e de confortos básicos? &#8211; Missionários solteiros, tudo bem (desde que não seja meu irmão ou minha filha), mas um casal com filhos é o cúmulo do absurdo! É claro que Deus não pediria uma coisa dessas para seus filhos!, é o pensamento de muitos. Será que Deus não pediria? O que lhe custou o seu projeto missionário? A Bíblia afirma que se trata de uma loucura de Deus: uma loucura poderosa para salvar e transformar vidas humanas. Graças a Deus pelos que aceitam ser &#8220;os malucos de Deus&#8221; (1Co 1: 21-29) Mas isso significa uma atitude irresponsável da parte do missionário? Ou da Igreja? Infelizmente, muitas vezes tem sido! E aí já abandonamos a categoria da loucura segundo Deus para uma loucura humana, irresponsável. Isso acontece quando o missionário é enviado com um espírito ufanista, sem o preparo espiritual, bíblico, missiológico e pastoral adequado. Quando ele ou sua igreja se sentem auto-suficientes, não precisam de ajuda ou orientação, nem de missionários mais experientes, nem de líderes cristãos nacionais. Assim, o missionário é enviado para ser benção, mas nem sempre será. Mas existe outra irresponsabilidade ou loucura injustificável e pecaminosa que nossas igrejas têm praticado. Enviam o missionário com a benção da igreja, que se orgulha em divulgar que sustenta &#8220;X&#8221; missionários. Mas, de repente, surge um projeto de construção ou outra necessidade urgente que demanda toda a atenção. Ora, o missionário é pessoa de fé, Deus cuida dele e a igreja abandona seus missionários no campo. Será que o pastor também não é homem de fé? Por que, então, tal atitude inconseqüente? O missionário enfrenta dificuldades, às vezes problemas de saúde, falta de recursos básicos, falta de explicações e comunicação, dívidas. Como resultado, surge uma profunda crise. Às vezes trata-se de uma pessoa que se adaptou bem ao campo, progrediu no estudo da língua nacional, relacionou-se bem com os nacionais e acaba sendo derrotada por esse abandono! Gostamos de falar em guerra espiritual, mas abandonamos nossa tropa de elite, nossos comandos no campo de batalha, sem orientação, sem recursos, às vezes feridos, sem qualquer cuidado! Nenhum exército humano faria isso. Outra manifestação dessa inconsistência acontece no momento em que o missionário põe os pés de volta no Brasil: Voltou do campo? Deixou de ser missionário. Acabou o sustento! Um tremendo contraste com empresas e governos, que enviam funcionários para servir em outras culturas ou situações de risco, e sempre oferecem uma série de compensações. Mas, no caso dos nossos missionários, se o sustento não acaba por completo, geralmente diminui consideravelmente, afinal &#8220;o missionário é uma pessoa simples, chamada para sofrer&#8221;&#8230; Não nego que muitos sejam chamados para sofrer. Mas esse sofrimento não deveria ser causado pela igreja que o envia e sustenta, mas pelas condições do contexto de vida do local onde trabalha. É triste saber que missionários brasileiros voltam prematuramente do campo muito mais por causa da falta de preparo, de sustento e de apoio pastoral adequados, e por problemas de relacionamento com os que os enviam, do que por problemas de ministérios ou de relacionamento com as pessoas a quem servem, mesmo em países considerados de alto risco.</p>
<p>MÁRTIR?<br />
Missionário?! Para mim é um ser muito mais santo, uma pessoa chamada para sofrer. É alguém que não se preocupa com as coisas do mundo, despojado. Um verdadeiro mártir! É assim que muitos vêem o missionário. Um ideal que pode ser admirado e colocado num pedestal, não um modelo para ser seguido. E é claro que uma pessoa que está no pedestal não precisa de minha ajuda e compreensão. Está ali para ser admirada (ou apedrejada). Muitos missionários voltam dos campos emocionalmente exaustos, confusos, quebrantados, precisando muito de um tempo de renovação, cuidado e repouso. Mas são recebidos ou como heróis, como um programa lotado de compromissos, ou sem nenhuma atenção. A igreja deveria ser a família onde fossem recebidos com amor, carinho, cuidado, interesse neles como pessoas e não só no trabalho que realizam. Há cristãos que, quando ouvem relatos de crises tremendas ou encontram o missionário doente, magro e exausto, aplaudem: Esse é um verdadeiro missionário! Mas, quando o mesmo missionário passa por uma fase mais tranqüila, facilmente surgem críticas e desconfianças: Ele fica viajando por aí com nosso dinheiro&#8230; Que trabalho realmente está fazendo? Parece até que está passando muito bem! O que significa mártir? Vem da palavra &#8220;ser testemunha&#8221;, &#8220;dar testemunho&#8221;. Mas aí o martírio não é privilégio só de missionários, e sim de todo cristão verdadeiro&#8230; O que vemos na igreja primitiva? Certamente houve alguns mártires que morreram pelo seu testemunho. Mas a maioria deles recebia vários tipos de apoio de igrejas e irmãos, e não buscava o sofrimento. Este vinha sem ser convidado, muitas vezes inspirado, e era enfrentado com fé e coragem pelos discípulos de Jesus, que até se sentiam honrados por sofrerem pelo seu nome. Será que estou defendendo a volta de uma busca do martírio? Não! Mas se não estamos dispostos a encarar seriamente essa possibilidade como conseqüência de nosso ministério em situações de crise, teremos de abandonar muitos dos campos missionários mais carentes. No século 19, muitos missionários iam ao continente africano sabendo que havia um alto risco para suas vidas. Oitenta por cento morriam de malária, doença que ainda tem matado alguns jovens missionários brasileiros na África. Isso é doloroso, mas não significa o fim de nossa responsabilidade. Mais difícil é a situação em muitos países, onde o fundamentalismo religioso vê o cristão como ameaça à sua cultura, família ou nação. Tem havido muitos martírios, a maioria de simples cristãos nacionais, dispostos a arriscar suas vidas no seu testemunho (martírio), muitas vezes sobrevivendo com salários ínfimos.</p>
<p>MENDIGO?<br />
Ainda outros vêem o missionário como mendigo: Na minha igreja, missionário não prega! Um visitante estrangeiro, a quem um pastor foi constrangido a ceder o púlpito, transmitiu a mensagem de Deus e, para surpresa do pastor preconceituoso, não pediu nada. Não estava ali para pedir. Podemos perguntar mais uma vez: por que o pastor é digno de salário decente, plano de saúde, auxílio para transporte, etc., e o missionário é obrigado a &#8220;pedir esmolas&#8221; para o seus sustento? Pessoalmente, dou graças a Deus porque nunca precisei pedir pelo meu sustento. Os próprios líderes da Missão escreveram algumas cartas e igrejas e irmãos se manifestaram com boa disposição para ajudar no meu sustento, muitas vezes fontes inesperadas e fiéis. Nunca faltou nada. Mas o missionário que é convidado para se apresentar com carta de sua agência missionária com vistas a levantar sustento para o seu ministério não deveria se sentir e muito menos ser tratado como mendigo. Ele não é um peregrino solitário, mas um enviado, um embaixador, em primeiro lugar de Jesus Cristo, mas também da igreja. Missões é sempre um ministério participativo, nunca uma tarefa isolada de um excêntrico. Conheci uma missionária que, depois de vários anos de ministério frutífero no exterior, passou um tempo no Brasil para mais treinamento. Ela sofria com dor de dente, mas não tinha coragem de compartilhar essa necessidade com sua igreja, com medo de ouvir: &#8220;Lá vem nossa missionária pedir de novo!&#8221; A igreja deveria providenciar este e outros cuidados naturalmente, livrando seus missionários de tal constrangimento. Por outro lado, a igreja não deve ser ingênua, como muitas vezes tem se mostrado. Há missionários com boa lábia, que despertam as emoções e levam as pessoas a contribuir. Estes, nem sempre têm um bom testemunho no campo. Há outros que são fiéis e respeitados no seu ministério: são mais humildes na apresentação e, por isso, são esquecidos. De qualquer forma, parece ser algo extraordinário, não normal, contribuir com o sustento missionário. A igreja deve saber também que é muito melhor sustentar alguns, com um compromisso integral de intercessão e cuidado pastoral, que dar esmolas a muitos. Uma igreja com coração missionário recebe bem seu missionário que vem de férias e o ajuda a conseguir moradia, cuidados de saúde, apoio pastoral, um lugar para descansar. Muitas igrejas ainda não têm essa visão. Assim, muitos missionários voltam ainda mais arrebentados para o campo. Uma vez fui convidada insistentemente (quase forçada) para ir numa grande reunião de senhoras de muitas congregações diferentes. Estava com pouco tempo, mas cedi ao convite. Quando chegou o momento para o testemunho missionário, a dirigente falou: Tem uma pessoa aqui que veio nos pedir uma coisa. Vamos lhe dar dois minutos? Sentindo-me humilhada, consertei: Não vim pedir nada. Fui convidada para dar um testemunho. Se me ouvirem pelo menos cinco minutos, disponho-me a falar. Soube que, numa grande conferência cristã na Inglaterra, alguém fez um apelo para que os participantes guardassem os saquinhos de chá usados para doar aos missionários. No dia seguinte, por toda parte, viam-se saquinhos secando ao sol. Por que não pensaram em usar duas vezes o mesmo saquinho de chá e enviar saquinhos novos para os missionários? Em várias igrejas, tenho pedido roupas e calçados usados e literatura evangélica para ajudar os irmãos angolanos. Muitas estão dispostas a dar, mas não a selecionar, empacotar e, muito menos, ajudar nos custos de transporte. É sempre uma feliz surpresa quando uma igreja ou pessoa prontificam-se não apenas a doar, mas também a enviar as doações.</p>
<p>OU O QUÊ?<br />
Afinal, quem é o missionário? É um ser humano, pecador, que comete erros, mas que foi salvo pela graça. É um ser humano vulnerável, que vive pressões muito maiores que as de cristãos que ficam em casa, e geralmente, têm muito menos estruturas de apoio. É um ser humano seriamente comprometido com o reino de Deus, disposto a abrir mão de muitos confortos, segurança e relacionamentos para obedecer ao seu chamado de amar e servir um povo diferente. É um ser humano que precisa de pessoas que procurem compreendê-lo, interessar-se em seus problemas, dores, projetos, sonhos e frustrações. É um ser humano muitas vezes deslocado, desorientado, confuso, cansado, precisando de repouso, restauração de forças e amizade sincera. O que vamos fazer com ele?</p>
<p>Antonia Leonora van der Meer (Tonica) foi missionária durante dez anos em Angola e agora trabalha na formação e no cuidado pastoral de missionários, no Centro Evangélico de Missões (CEM), em Viçosa, MG.</p>
<p>Autor: Antonia Leonora van der Meer (Tonica)</p>
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		<title>Povos sem a Bíblia e como orar por eles</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[POVOS SEM A BÍBLIA Povos. O mundo é dividido política e geograficamente, em países (ou nações). Mas dentro desses países vivem povos diferentes. No Brasil, por exemplo, existem mais de 250 povos indígenas distintos e, possivelmente, há necessidade da tradução da Bíblia em 167 desses povos. Cada povo tem sua cultura, própria entre seus integrantes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>POVOS SEM A BÍBLIA</p>
<p>Povos. O mundo é dividido política e geograficamente, em países (ou nações). Mas dentro desses países vivem povos diferentes. No Brasil, por exemplo, existem mais de 250 povos indígenas distintos e, possivelmente, há necessidade da tradução da Bíblia em 167 desses povos. Cada povo tem sua cultura, própria entre seus integrantes, com coisas em comum, que pode ser um dos fatores a seguir ou uma combinação deles: língua, religião, etnia, alimentação, residência, profissão, classe ou casta social.</p>
<p>Povo Não Alcançado. É um grupo humano (povo) dentro do qual não existe uma comunidade forte de crentes ou com recurso suficiente para evangelizar seu próprio povo, e portanto, precisa de um esforço missionário de fora, normalmente transcultural. A maioria destes povos nunca ouviu o evangelho ou ainda não o compreendeu o suficiente para escolhê-lo ou rejeitá-lo (Jo 3.16-18). Segundo David B.Barrett, há 3.915 povos ainda não evangelizados (Our Globe and How to Reach It).</p>
<p>Línguas sem a tradução da Bíblia. Segundo Patrick Johnstone (Intercessão Mundial. Missão Horizontes, 2003.), dentre todos as línguas faladas no mundo, 383 têm a Bíblia completa, 987 têm o Novo Testamento e 891 delas possuem somente alguns trechos. Com trabalho de tradução em andamento são mais 672. Mas ainda restam pelo menos 4.218 línguas sem pelo menos um versículo da Palavra de Deus.</p>
<p>COMO ORAR PELOS POVOS SEM A BÍBLIA<br />
www.wycliffe.org &#8211; prayer_usa@wycliffe.org</p>
<p>Ore para que eles ouçam. &#8220;Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue?&#8221; (Rm 10:14).</p>
<p>Ore para que eles acreditem. &#8220;Pois as boas novas foram pregadas também a nós, tanto quanto a eles; mas a mensagem que eles ouviram de nada lhes valeu, pois não foi acompanhada de fé por aqueles que a ouviram&#8221; (Hb 4:2).</p>
<p>Ore para que eles tenham a Bíblia na sua própria língua. &#8220;Essas ordens foram redigidas na língua e na escrita de cada província e de cada povo, e também na língua e na escrita dos judeus&#8221; (Et 8:9b).</p>
<p>Ore para que eles leiam ou para que alguém possa ler as Escrituras traduzidas na língua deles. Feliz aquele que lê as palavras desta profecia e felizes aqueles que ouvem e guardam o que nela está escrito, porque o tempo está próximo&#8221; (Ap 1:3).</p>
<p>Ore para que as igrejas locais usem as Sagradas Escrituras. &#8220;Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça&#8221; (2Tm 3:16); &#8220;Mas agora revelado e dado a conhecer pelas Escrituras proféticas por ordem do Deus eterno, para que todas as nações venham a crer nele e a obedecer-lhe&#8221; (Rm 16:26).</p>
<p>Ore usando o nome da pessoa. Se não estiver seguro da pronunciação, faça o melhor possível ou ponha o cartão com o nome da pessoa diante de Deus. Ele saberá e compreenderá. &#8220;Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu&#8221; (Is 43:1b). Deus dá atenção especial ao nome de cada pessoa.</p>
<p>Ore pelo povo. Os números nos recordam que cada indivíduo é importante. Cada um de nós é amado por Deus, quer que sejamos um no meio de muitos ou um no meio de poucos. &#8220;O SENHOR não se afeiçoou a vocês nem os escolheu por serem mais numerosos do que os outros povos, pois vocês eram o menor de todos os povos. 8 Mas foi porque o SENHOR os amou e por causa do juramento que fez aos seus antepassados&#8221; (Dt 7:7,8a).</p>
<p>Ore pela povoado ou província. Cada pessoa vive debaixo de um governo político com condições sociais, e necessita de oração. &#8220;Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; 2 pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade&#8221; (1Tm 2:1,2).</p>
<p>Ore pelo idioma. Eles têm necessidade de ter as Escrituras traduzidas na própria língua. Primeiro, ore por entendimento, e segundo, para que se comprometam a obedecê-la e a dá-la aos outros. &#8220;Sem dúvida, há diversos idiomas no mundo; todavia, nenhum deles é sem sentido. Portanto, se eu não entender o significado do que alguém está falando, serei estrangeiro para quem fala, e ele, estrangeiro para mim&#8221; (1Co 14:10,11).</p>
<p>Ore para as missões. Que trabalharam ou que ainda trabalham entre estes povos. Ore também para que haja fruto espiritual, e que a base produzida pelo Espírito Santo seja guardada e edificada sobre as Escrituras traduzidas. &#8220;É verdade que alguns pregam Cristo por inveja e rivalidade, mas outros o fazem de boa vontade. Mas, que importa? O importante é que de qualquer forma, seja por motivos falsos ou verdadeiros, Cristo está sendo pregado, e por isso me alegro. De fato, continuarei a alegrar-me&#8221; (Fl 1:15,18).</p>
<p>Ore com fé. Crer que Deus estabelecerá a Igreja entre todos os povos, usando as Escrituras para trazer o povo a Cristo. Para que cresçam em Cristo, preparados para o trabalho que ele planejou que fizessem desde o princípio. &#8220;sobre esta pedra edificarei a minha igreja&#8221; (Mt 16:18b). &#8220;Porque desde criança você conhece as Sagradas Letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra&#8221; (2Tm3:15-17).</p>
<p>Ore pelas pessoas antes mesmo delas serem evangelizadas. Orar para que Deus prepare os corações com uma fome para a verdade espiritual e para que os corações estejam abertos e prontos para receberem a Cristo Jesus como Salvador. &#8220;Deus fez isso para que os homens o buscassem e talvez, tateando, pudessem encontrá-lo, embora não esteja longe de cada um de nós&#8221; (At 17:27).</p>
<p>Ore para que obreiros sejam chamados e enviados para este ministério. &#8220;Depois que Paulo teve essa visão, preparamo-nos imediatamente para partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos tinha chamado para lhes pregar o evangelho&#8221; (At 16:10).</p>
<p>Ore para que desde o começo haja entendimento com o povo. Orar para que Deus destrua todo o medo e desconfiança entre os nacionais e para que Deus envie amizades que ponham as casas ao dispor, e também para que os ajude tanto na transição como na adaptação cultural e para serem aceites pelo povo. &#8220;Embora a minha doença lhes tenha sido uma provação, vocês não me trataram com desprezo ou desdém; ao contrário, receberam-me como se eu fosse um anjo de Deus, como o próprio Cristo Jesus&#8221; (Gl 4:14).</p>
<p>Ore para que o sucesso do ministério, seja para a glória de Deus. &#8220;Eu te glorifiquei na terra, completando a obra que me deste para fazer&#8221; (Jo 17:4).</p>
<p>Autor: Reinaldo Teixeira</p>
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		<title>Os Songhais do Oeste Africano</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Missões Horizontes]]></category>

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		<description><![CDATA[Levando a mensagem a um povo sem esperança Este povo de cerca de três milhões e meio de pessoas luta diariamente pela sobrevivência, às margens do Rio Níger, no oeste do continente africano. No passado, durante os séculos XV e XVI, os Songhai eram ricos e poderosos. Eles utilizaram a magia, suas elaboradas habilidades de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levando a mensagem a um povo sem esperança</p>
<p>Este povo de cerca de três milhões e meio de pessoas luta diariamente pela sobrevivência, às margens do Rio Níger, no oeste do continente africano. No passado, durante os séculos XV e XVI, os Songhai eram ricos e poderosos. Eles utilizaram a magia, suas elaboradas habilidades de liderança e seus exércitos para estabelecer o maior império medieval da África do Oeste, governando um vasto território, onde atualmente estão localizadas as Repúblicas do Mali e do Níger.</p>
<p>Entretanto, em 1591, guerreiros marroquinos vindos do Norte, invadiram o território, saquearam suas riquezas e subjugaram o valente exército Songhai numa violenta batalha, onde as armas de fogo marroquinas mostraram esmagadora superioridade sobre as lanças e espadas Songhais. O orgulho deles foi destruído e sua imponente fé no islamismo revelou-se inútil, ao mesmo tempo que as preces endereçadas a deuses pagãos e sacrifícios a demônios mostraram-se ineficazes. Os feiticeiros Songhais nada puderam fazer para que retornassem à glória de outrora.</p>
<p>Na nova realidade, a agricultura de subsistência é o meio de sobrevivência. Cultivar o sorgo, o feijão e o painço (um tipo de espiga de cujos grãos produzem farinha utilizada na preparação de diversos alimentos) em solos secos, e cuidar do gado são tarefas destinadas aos homens e meninos, enquanto o trabalho doméstico é reservado às mulheres. Os Songhai convivem diariamente com a fome, com doenças e a com a morte prematura de duas em cada três crianças com menos de cinco anos. Elas ajudam com o trabalho diário desde pequenas e poucas vão à escola.</p>
<p>Os Songhais vivem em um dos climas mais rigorosos do mundo, sob um sol implacável, com temperaturas que podem atingir 50o C e com poucas chuvas. Embora o deserto do Saara avance e consuma as lavouras, dificultando ainda mais a sobrevivência, a unidade dos clãs Songhais sobreviveu em meio à adversidade. As típicas vilas Songhai são formadas de extensos agrupamentos familiares. Suas casas são construções redondas de barro ou palha e a cobertura é feita de palha ou sapê. Eles se casam com outros Songhai e permanecem dentro de suas famílias polígamas e patriarcais. Valorizam a paciência, o trabalho árduo, a coragem, a habilidade de ouvir, a hospitalidade e a honestidade.</p>
<p>Mesmo com todas as suas práticas religiosas, para os Songhais, Deus é um ser distante, impessoal e indiferente, cuja ira contra os humanos pecadores jamais poderá ser aplacada. Temem o mundo espiritual e respeitam o poder dos seus ancestrais. Cerca de 98% dos Songhais permanecem sob o jugo do islamismo, ao mesmo tempo em que recorrem a práticas tradicionais de magia e feitiçaria (animismo). Sua sociedade patriarcal, bem como sua história, costumes e tradições têm, praticamente, permanecido intactos por séculos, o que faz com que haja resistência a mudanças, e conseqüentemente, barreiras ao testemunho do Evangelho. Eles são um dos mais de dois mil povos do mundo com pouco ou nenhum acesso ao Evangelho, e necessitam desesperadamente de Jesus. Existem poucos cristãos conhecidos entre os Songhai.</p>
<p>Há um grupo de missionários trabalhando entre eles, inclusive alguns brasileiros. Mas ainda são insuficientes para levar a mensagem do Deus de amor e perdão. Muitos têm clamado ao Senhor pela salvação dos Songhais, e, à medida que outros voluntariamente dedicam seu tempo e talentos a esta tarefa, sensíveis mudanças ocorrem. Songhais têm crido e entregue suas vidas a Cristo. Pequenas igrejas foram implantadas e alguns líderes cristãos Songhais estão sendo treinados…</p>
<p>Você pode entrar na equipe pela salvação dos Songhais a ajudá-los a conhecer o Deus que ama e perdoa:<br />
- Una-se a uma das equipes em viagens de oração entre eles;<br />
- Ajude a sustentar um dos missionário entre os Songhais;<br />
- Junte-se à equipe de missionários entre os Songhais, no Oeste da África</p>
<p>Caso você queira saber mais sobre os Songhais, escreva para:</p>
<p>Equipe pelo povo Songhai<br />
B.P. 10038 – Niamey<br />
Républic du Niger – Afrique de l’Ouest<br />
e-mail: womble@intnet.ne</p>
<p>Autor: Reinaldo Teixeira</p>
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		<title>BRASIL, Um Potencial Inexplorado</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Missões Horizontes]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil é a décima primeira economia do mundo. O atual governo tem enfatizado que somos a potência do novo milênio e despertamos a atenção de várias nações. Os negócios com o exterior vem aumentando a cada dia, e o reconhecimento e a esperança de um novo tempo para nossa nação é compartilhada por grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é a décima primeira economia do mundo. O atual governo tem enfatizado que somos a potência do novo milênio e despertamos a atenção de várias nações. Os negócios com o exterior vem aumentando a cada dia, e o reconhecimento e a esperança de um novo tempo para nossa nação é compartilhada por grande parte da população.<br />
Esse crescimento também é espiritual. Segundo as estatísticas mais recentes, somos aproximadamente 30 milhões de evangélicos no Brasil. A Igreja Brasileira está se multiplicando de forma tremenda, com muitas conversões a cada dia. As escolas teológicas preparam mais e mais pastores e obreiros a cada ano. A literatura, mídia e a música evangélica têm despertado a atenção inclusive da imprensa secular. Nossa Igreja possui um grande potencial financeiro, e isso é reconhecido por muitas empresas que passaram a investir no chamado &#8220;segmento evangélico&#8221;.<br />
Somos, de fato, um potencial inexplorado tanto econômica quanto espiritualmente. Porém, esse potencial acaba sendo muitas vezes pouco explorado. Basta olhar para o quadro de miséria em nosso país. Com certeza ainda há muito para ser feito. Precisamos de mais igrejas nas pequenas cidades no sertão do nordeste. Um trabalho mais forte nas favelas realmente é necessário. Mas vejamos o outro lado da questão. As estatísticas em nosso país afirmam que temos mais de 150.000 igrejas, várias rádios e programas de TV, além de literatura, jornais e revistas. A Bíblia é vendida livremente e em muitas versões. Basta ter interesse e a verdade está acessível. Graças a Deus por isso!<br />
Mas quando olhamos para missões as expectativas não parecem ser tão positivas. O total de missionários estrangeiros no Brasil (2.981) ainda é maior do que o numero de missionários enviados (1.912). Se fizermos um cálculo aproximado, veremos que hoje em dia a proporção é de 10.000 crentes para cada missionário transcultural enviado (consideramos como missionário transcultural aquele que trabalha em uma cultura totalmente diferente da sua, que fala outra língua e possui hábitos bastante distintos dos seus).<br />
Sabemos que as necessidades do nosso próprio país ainda são grandes, mas essa é somente parte de nossa tarefa como Igreja. Podemos continuar investindo apenas nos projetos de nossa igreja local ou de nossa denominação. Essa é uma parte importante de nossa vida cristã, mas será o suficiente?<br />
Jesus deixou bem claro que a necessidade é enorme quando disse &#8220;erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa&#8221; (Jo 4:35). E o mesmo Senhor posteriormente enviou a todos nós para essa ceifa: &#8220;Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura&#8221; (Mc 16:15).<br />
Muitos de nossos missionários estão chegando aos confins da terra. Mas quando olhamos para a realidade do mundo, ela é assustadora. O desafio é ainda maior se nos concentrarmos na região da &#8220;Janela 10-40&#8243; (assim denominada por estar localizada entre os paralelos 10 e 40 graus acima da linha do Equador e, de uma forma geral, abrange o norte da África, Oriente Médio e sul da Ásia). Dentro dela vivem o maior número de pessoas do mundo que ainda não possuem o Evangelho disponível. Parafraseando Oswald Smith, será justo tantos brasileiros ouvirem, lerem e receberem a pregação do Evangelho tantas vezes, e cerca de 2 bilhões de pessoas que vivem na Janela 10-40 não ouvirem nem sequer uma vez? Essa é uma questão que merece reflexão.<br />
Precisamos ter uma visão mais ampla do alcance do Reino. Uma visão que vá além do horizonte, uma visão desde o céu. A Igreja Brasileira realmente é um grande potencial inexplorado. Há uma frase que ouvi que diz: &#8220;Uma visão sem ação é somente um sonho. Uma ação sem visão é apenas um passatempo. Uma visão com ação pode transformar o mundo&#8221;.<br />
Deus deu aos cristãos a tarefa de alcançar toda a terra. Isso inclui todas as nações, todos os povos e todas as línguas. Deus ama o mundo todo. Nossa responsabilidade não pode estar limitada apenas ao cenário local. Uma Igreja que cresceu tanto em tão pouco tempo não tem desculpas para enviar um numero tão pequeno de missionários.<br />
O mandamento divino requer ação, mas esta é uma idéia desconfortável. Limitar essa ação ao nosso país é uma obediência parcial. O que a Igreja brasileira poderá dizer ao Senhor quando o encontrar face a face, se não olha para tantos perdidos no exterior e nas tribos indígenas do nosso país que nunca tiveram uma oportunidade de ouvir o Evangelho em sua própria língua?</p>
<p>Podemos direcionar melhor nosso potencial. Deus não está limitado às fronteiras de nosso país. Por causa de nossa economia e de nosso sucesso no esporte estamos chegando a vários lugares e sendo conhecidos em todo mundo. Não será tempo de ficarmos conhecidos também como uma Igreja que usa bem os recursos financeiros e materiais que dispõe? Parece que nosso potencial ainda permanece inexplorado. Até quando&#8230; ?</p>
<p>Por Reinaldo Teixeira (estrategia@mhorizontes.org.br)</p>
<p>Autor: Reinaldo Teixeira</p>
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		<title>Não sou nada&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Missões Horizontes]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sou nada&#8230; &#8220;Se eu souber perfeitamente a língua e falar como um nacional, mas não tiver o amor de Deus, não sou nada. Se tiver diplomas e títulos e souber todos os métodos, mas não tiver o toque compreensivo do amor de Deus, não sou nada. Se for capaz de questionar com sucesso as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou nada&#8230;</p>
<p>&#8220;Se eu souber perfeitamente a língua e falar como um nacional, mas não tiver o amor de Deus, não sou nada.<br />
Se tiver diplomas e títulos e souber todos os métodos, mas não tiver o toque compreensivo do amor de Deus, não sou nada.<br />
Se for capaz de questionar com sucesso as religiões e ridicularizá-las, mas se não tiver a atraente nota de amor de Deus, não sou nada.<br />
Se tiver toda fé e grandes idéias, planos magníficos, mas não tiver o amor que sofre, sangra, chora, ora e intercede, não sou nada.<br />
Se der minhas roupas e dinheiro e não amá-los, não sou nada.<br />
Se desistir de todos os planos, deixar minha casa e amigos e fizer o sacrifício de uma carreira de missionário e depois ficar amargo e egoísta por causa dos aborrecimentos diários e das deficiências da vida missionária, então não sou nada.<br />
Se puder curar toda sorte de enfermidades e doenças, mas magoar corações e ferir os sentimentos em nome do amor de Deus, não sou nada.<br />
Se puder escrever artigos e publicar livros que recebam aplausos, mas falhem na transmissão da palavra de amor da cruz, não sou nada.&#8221;</p>
<p>&#8230;se não tiver amor</p>
<p>Adaptação da tradução de 1 Coríntios 13 feita por um missionário pioneiro do sul da África (HIEBERT, Paul G. O Evangelho e a Diversidade das Culturas. São Paulo: Vida Nova, 2001. p. 273).</p>
<p>1 Coríntios 13.1-13 (NVI)</p>
<p>&#8220;Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me valerá. O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos; quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino. Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido. Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.</p>
<p>Autor: Reinaldo Teixeira</p>
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		<title>Por que Pesquisar?</title>
		<link>http://www.evol.com.br/por-que-pesquisar</link>
		<comments>http://www.evol.com.br/por-que-pesquisar#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 13:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[Missões Horizontes]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Pesquisas fornecem dados para o movimento missionário. Sem os pesquisadores, talvez nunca saberíamos dos povos não alcançados e muito menos conheceríamos as suas necessidades. Enquanto Cameron Townsend ministrava na Guatemala, ele distribuía Bíblias em espanhol. Mas logo em seguida descobriu que o povo Maya, para o qual as entregava, não falava espanhol. Townsend poderia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. Pesquisas fornecem dados para o movimento missionário.</p>
<p>Sem os pesquisadores, talvez nunca saberíamos dos povos não alcançados e muito menos conheceríamos as suas necessidades.<br />
Enquanto Cameron Townsend ministrava na Guatemala, ele distribuía Bíblias em espanhol. Mas logo em seguida descobriu que o povo Maya, para o qual as entregava, não falava espanhol. Townsend poderia ter passado o resto de sua vida traduzindo a Bíblia para a língua Maya. Seria um ministério maravilhoso. Em vez disso, ele se perguntou: &#8220;Quantas outras línguas não possuem as Escrituras?&#8221;<br />
A pesquisa feita para responder a questão de Townsend é pouco mencionada hoje, e ainda está longe de ser concluída. Mesmo sem uma conclusão final, tal busca resultou em uma tremenda resposta: a fundação da Wycliffe, especializada na tradução da Bíblia, que é a maior agência missionária independente da América do Norte.<br />
Se não fosse pela pesquisa, o estudo cuidadoso, sistemático, paciente e a investigação sobre missões feita no campo, encarregando-se de descobrir novos fatos e princípios, provavelmente a Wycliffe não seria o que é hoje.<br />
Sem a pesquisa, agências missionárias como Frontiers (Fronteiras), Christian Aid Mission (Missão de Ajuda Cristã) e Cooperative Services International (Serviço Internacional de Cooperação) talvez nunca existissem. E se não fosse pelo trabalho de pesquisa missionária, a Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista do Sul dos EUA e a Aliança Cristã e Missionária não poderiam realizar a obra entre as nações não alcançadas.<br />
Existe uma grande necessidade de homens e mulheres treinados para investigar e documentar os esforços missionários no campo, buscar novas oportunidades e identificar barreiras que impedem o progresso do trabalho. Infelizmente, a pesquisa missionária raramente é vista dessa maneira.<br />
Deveríamos ver a pesquisa com mais seriedade e compreender o papel que ela desempenha em nossa vida, em nossa atividade diária e, especialmente, em nossos ministérios.</p>
<p>2. Porque necessita-se de pesquisa?</p>
<p>Dentro da medicina existem inúmeros tipos de médicos. Alguns são cirurgiões, clínicos gerais, pediatras, e outros são enfermeiros. Mas também existem os médicos que se dedicam à pesquisa.<br />
Ninguém defende que qualquer área de especialização dentro da medicina seja menos importante do que as outras. Ninguém defende a idéia de que os pesquisadores deveriam abandonar a busca por novas curas para se dedicarem em tempo integral à cirurgia. Embora os médicos pesquisadores sejam tão médicos quanto seus colegas cirurgiões, não poderíamos deslocá-los de suas atividades.<br />
Sem pesquisa, não teríamos a cura para a pólio ou a penicilina para ajudar na luta contra as infecções. Da mesma forma, muitos pesquisadores são também missionários igualmente capazes. Na verdade, muitos pesquisadores começaram como missionários de campo, mas abriram mão para se concentrarem num esforço com efeitos mais abrangentes: a pesquisa.<br />
Obviamente isso não significa que a pesquisa seja muito mais importante ou sua aplicação menos importante. Significa simplesmente que cremos que Deus chama alguns para que invistam tempo e energia investigando e compreendendo os problemas dos missionários para que se encontrem soluções. Desse ponto surgem ministérios que respondem às necessidades descobertas.</p>
<p>3. Do que uma pesquisa é formada?</p>
<p>Coleta de dados &#8211; Primeiramente, recolhe-se as informações originais. Os dados nunca são inventados. Todas as informações sobre um determinado país são colhidas no próprio país. As fontes incluem noticiários, censos governamentais, livros escritos por especialistas de áreas especificas, entrevistas de campo, pesquisa em jornais, documentos das Nações Unidas, obras de referências já publicadas, periódicos missionários, anuários e listas, pesquisas na internet e &#8220;informantes&#8221; – pessoas que fazem comentários nas entrevistas pessoais ou através de correspondência, ligações telefônicas, fax ou e-mail.<br />
Compilar os dados, embora seja uma grande parte da pesquisa é apenas uma parte dela. Mas uma pesquisa não é só isso. Coletar dados é um meio que objetiva um fim.<br />
Nos campos missionários, por exemplo, reúne-se o conhecimento existente para se formular uma estratégia que alcançará um determinado povo. Missionários não residentes (às vezes chamados de coordenadores estratégicos) são um exemplo desse processo: eles reúnem informações sobre o que tem sido feito entre o povo escolhido para o trabalho e, com isso, identificam novas opções, oportunidades e estratégias. Os pesquisadores, por outro lado, recolhem dados com o objetivo de descobrir algo novo e desconhecido anteriormente, que acabe revelando novas possibilidades de ação.<br />
Organizando e analisando as descobertas – O pesquisador organiza e analisa seus dados. Um software geralmente é usado para identificar diretrizes, mas sempre como uma ferramenta nas mãos do pesquisador. O conhecimento da matéria por parte do analista é importante para interpretar os resultados. Caso contrário, podem aparecer erros.<br />
Publicando as descobertas – Os resultados da pesquisa são sempre divulgados através de uma publicação reconhecida. Essa é a primeira linha de defesa contra erros e uma pesquisa inadequada. Além disso, torna possível a crítica de outros colegas pesquisadores.<br />
Os pesquisadores têm paixão pela verdade. Eles se preocupam com isso mais que qualquer outra coisa. O processo de revisão e crítica faz parte do esforço deles em trabalhar juntos para aprimorar descobertas e identificar a verdade.<br />
Os pesquisadores sempre são encorajados a divulgar seus dados (diferentemente de seus resultados) a bibliotecas. Embora os dados tenham valor prático, seu grande valor está nas descobertas que trazem quando organizados e analisados. Servir apenas como distribuidor de informação consumiria o tempo que o pesquisador possui para centrar-se em sua chamada: a pesquisa. Eles precisam continuar sua investigação. Portanto, freqüentemente limitam ou recusam-se a publicar todos os dados que dispõe.<br />
A pesquisa não termina na publicação. Os pesquisadores constantemente buscam desenvolver mais conhecimento e uma melhor compreensão dos problemas que investigam. O alvo principal é o aprendizado constante.<br />
Enquanto os pesquisadores estão examinando um determinado campo, sempre investigam áreas correlatas. Cada nova descoberta pode ser a solução para o problema de um missionário ou até mesmo uma idéia nova quer pode levar a uma outra oportunidade de se completar a missão. Com freqüência, uma publicação é lançada em várias edições como resultado desse trabalho constante.</p>
<p>4. Quem são os pesquisadores mais destacados?</p>
<p>Inúmeras organizações e pesquisadores do Ocidente têm feito pesquisas significativas na área de missões. Talvez o mais conhecido seja Patrick Johnstone, autor do manual Intercessão Mundial. Sua pesquisa, apresentada na forma de um guia de oração, abrange todos os continentes e nações.<br />
Outras fontes significativas de pesquisa incluem a Frontier Missions Centre (Centro de missões de Fronteira) na Austrália (associado à JOCUM), a Mission Advanced Research and Communication Center (Missão de Pesquisa Avançada e Centro de Comunicação, parte da Visão Mundial), a Missão Wycliffe (tradutores da Bíblia), International Association for Mission Studies (Associação Internacional para Estudos de Missões) e a Global Evangelization Movement / World Evangelization Research Center (Movimento de Evangelização Global / Centro de Pesquisa para Evangelização do Mundo). Pesquisas úteis também aparecem freqüentemente em jornais de pesquisa de missões como o International Bulletin of Missionary e o International Journal of Frontier Missions (não disponíveis em português).<br />
Infelizmente, o espaço deste breve artigo é curto demais para mencionar o vasto número de centros de pesquisa de missões na Europa e países do terceiro mundo. A Alemanha abriga centenas de centros de pesquisas missiológicas, tal como a Inglaterra, Países Baixos e Itália. Há mais centros localizados na África e Ásia. Um membro do conselho de referência fundou recentemente um Centro de Pesquisa Teológica em Mianmar (antiga Birmânia).<br />
É digno de nota que algumas pesquisas sobre povos do mundo não são conduzidas por missionários ou outros trabalhadores cristãos. Esse trabalho é feito por antropólogos profissionais e outros estudiosos. Se você for a uma biblioteca bem equipada encontrará dezenas, talvez centenas de livros que falam de povos não evangelizados desde os cazaquis até os tibetanos. Pesquisar numa biblioteca pode ser algo até mais revelador. Numa grande biblioteca missionária na Algéria, recentemente encontramos 750 livros sobre os berberes Kabyle das montanhas algerianas! Informações culturais, mesmo disponíveis em livros escritos há 10 ou 20 anos atrás, são tão aplicáveis a um determinado grupo quanto obras produzidas há três anos. Isso acontece porque os seus costumes e modelos culturais geralmente não mudam rapidamente.</p>
<p>5. Quais são os efeitos da pesquisa missionária?</p>
<p>A pesquisa missionária está longe de ser um exercício intelectual. Ela pode afetar tremendamente as missões no mundo.<br />
A pesquisa aumenta a consciência para missões no mundo &#8211; Livros como Intercessão Mundial surgiram diretamente dos resultados de pesquisa. Até mesmo a Enciclopédia Britânica foi influenciada; seus editores procuraram informações com pesquisadores em missiologia para incluí-las em seções sobre religiões mundiais.<br />
Aponta novas tendências – A idéia atual de povos não alcançados foi gerada pela compreensão do que são grupos étnicos. A ênfase crescente no alcance de novas fronteiras tornou-se possível graças à pesquisa que revelou onde estavam essas fronteiras.<br />
Permite priorizar – O movimento evangelístico Cruzada Estudantil e Profissional utiliza a pesquisa para identificar os povos que precisam de tradução do filme Jesus. As juntas missionárias de diversas denominações identificaram vários povos que precisam ser alcançados pelo evangelho.<br />
Propicia novas estratégias &#8211; A pesquisa dá uma nova compreensão que leva a novas oportunidades de ministério. Ao examinar a situação global, os ministérios podem determinar em quais atividades podem auxiliar a igreja local em seu crescimento.<br />
Preparo para longo prazo &#8211; A pesquisa identifica problemas e oportunidades que aparecerão na próxima geração e até mesmo no próximo século. Os pesquisadores podem prever e preparar para novos desafios com o estudo da demografia, das alterações econômicas, dos padrões de imigração e das novas tecnologias – elementos que têm forte impacto nos campos que queremos alcançar.</p>
<p>6. Como isso pode ajudá-lo?</p>
<p>A pesquisa pode ajudá-lo a entender porque você sente a chamada de Deus para missões. A pesquisa também o ajudará a ter uma visão global do corpo de Cristo, os índices atuais da atividade missionária e as necessidades de se completar a obra. E algo mais importante ainda: ela fornece uma imagem verdadeira daqueles que nunca ouviram o evangelho. Isso o ajudará a orar com maior conhecimento e se preparar melhor para ministrar.<br />
A pesquisa também pode apontar a direção para que você possa servir de maneira mais proveitosa. Ela mede o progresso da evangelização do mundo, identificando os vazios no esforço de estender seu alcance. Esses vazios se revelam através dos povos não evangelizados, cidades e países, as fronteiras de missões, onde você poderá fazer grande diferença.<br />
A pesquisa pode identificar pontos cruciais que afetarão seu ministério. Os pesquisadores examinam tendências em longo prazo, mostrando o que mudará a dinâmica social da região onde você mora e ministra. Essas informações afetam todos os setores, desde o levantamento de fundos até a política de saúde. As descobertas da pesquisa podem despertar sua criatividade, revelando novas oportunidades. Essas descobertas podem abrir novas portas para se ministrar, identificando as necessidades de ajuda humanitária, tradução da Escritura, orfanatos e muitas outras oportunidades.<br />
Finalmente, a pesquisa pode mantê-lo informado de possibilidades futuras. Muitos campos de estudo seculares são geralmente ignorados pelos cristãos, especialmente pelos missionários, que têm pouco tempo livre. Mesmo assim, os eventos que ocorrem nesses campos podem ter uma grande repercussão na vida dos obreiros cristãos. Embora não seja tão bem conhecida como a mobilização ou intercessão, a pesquisa, quando feita apropriadamente, pode surtir enormes efeitos na vida do missionário. Talvez os seus netos estarão trabalhando numa agência missionária que seja fruto das descobertas de amanhã!</p>
<p>por Justin D. Long e David B. Barrett (Global Evangelization Movement)</p>
<p>Autor: Reinaldo Teixeira</p>
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